À  bolina desta nau em que estão espiritualmente engajados quantos mantêm lúcida a sua mente e translúcido o seu coração,  nau que é a da Obra do Eterno expressa pela Alma imortal de um e todos os embarcados nela, resta só apelar ao mesmo Eterno que os bons ventos soprem doce e vigorosamente nas velas enfunadas ou acesas da nossa certeza interior, feita de Fé e Conhecimento, impelindo a mesma barca sobre as vagas furiosas do tempore mors, o da mundanidade corporal e o da profanidade sem espiritual, até ao Porto Seguro de uma Nova Terra, de um novo estado de Consciência, que sendo Quinto revela a Quina do Quinto Sistema, tanto representado pelas brasas do Fogo Sagrado que é o Brasil quanto pelo Porto onde atraca a nau cruzia do Santo Graal, sim, Porto-Graal. Eis aí Portugal e Brasil, uma só Pátria Gémea no tirocínio certeiro de Shamballah origem comum de ambas, como quer o Desígnio de Deus no escrínio desta Sua Obra. Sim, que os ventos do Espírito Divino impelem a todos nós às mais amplas realizações humanas e espirituais, pois que o espiritual e o humano caminham juntos na vereda estreita da Vida Universal.

“A barca vai a correr”… canta o Peregrino da Vida que é uma linda melodia composta e musicada em tom de fado pelo Venerável Mestre JHS, fruto de um “sonho-visão” na noite de 20 para 21 de Maio de 1948. É uma homenagem a Itaparica, a Tebaida de Nassau, em “cujas areias um Presépio foi armado e dele surgiu a maravilha do Cristo Rei exaltado”, corria o ano 1899 e hoje resta as cinzas da fogueira de um grande amor, que a quimera e a lenda envolveu.

Mas é também homenagem sentida de, através da mesma Ilha Encantada de Itaparica, a esta Terra Assúrica ou dos Filhos da Luz que é a Lux-Citânia, que é Portugal, mormente Sintra onde Henrique e Helena receberam os maiores e mais singelos mimos espirituais dos Augustos Adeptos Perfeitos que aqui estavam e para si os reservaram engajando-os na mais perfeita das naus: a da pleniconsciência da Obra Divina a que ficariam comprometidos pelos dias afora da sua vida.

Sob o divino patrocínio da Mãe Divina, ALLAMIRAH, os “Olhos do Céu”, o “Olhar Celeste”, ficou Henrique ou El Rike para a visão de Mercúrio (olho direito) e Helena ou Adamita para a visão de Vénus (olho esquerdo), Gémeos Espirituais unidos, e assim mesmo, em plagas portuguesas, norteados pelo Óctuplo Poder do Espírito Santo como Maha-Shakti prefigurada Mariz, ordenados e regrados por secreta e iniciática Ordem com Regra (as Regras do Pramantha a Luzir) que é a mesma dessa Stella Maris ou o Vibhutî resplandecente como Coração de Cristo-Maria, ou como diz a Ave-Maria de JHS (composta para os Rituais de Mahiman-Kuvera em 1948, e para o Despertar de Maitreya em 1949): “Já agora estás connosco, Uma só com o Teu Filho, Bendito é o Fruto do Teu Ventre: Maitreya, Maria”! Sim, a ORDEM DE MARIZ sob o Pendão da Mãe Divina (Allamirah) e as Armas do Cristo Universal (Maitreya), o que se desvela como Kundalini e Fohat entrosados no mais perfeito dos Consórcios Amorosos, no mais Perfeito Equilíbrio, na mais perfeita Yoga Universal.

Visível e invisivelmente, em toda a sua vida e obra Henrique José de Souza usufruiu dos tálamos e frutos benditos dos Irmãos Maiores da Ordem de Mariz promotores encobertos, aos olhares e movimentos mundanos, do despertar da Consciência Universal afim ao Mental Superior, à Mente do Eterno desvelado na Terra como Espírito Santo, o Terceiro Logos ou Trono que é o Corpo de Deus. Foi assim que no Rio de Janeiro, na Rua Mariz e Barros, o Venerável Mestre JHS teve a assistência quase permanente desses Preclaros Adeptos aparecendo física e espiritualmente na mesma Mariz e Barros, que é dizer, os Marizes manifestados no Barro da Terra… tudo em prol da construção do Quinto Sistema de Evolução, para Maior Glória de Portugal, sim, mas também do feérico Brasil em quem a Humanidade deposita todas as esperanças do Futuro.

Por tudo isso, em carta dirigida aos seus discípulos portugueses nos finais dos anos 50 e começo de 60 do século findado, JHS lembrava-os: “Vós sois os pulmões da Obra!”, que é dizer, vós sois os Arautos da Obra que deveis anunciar na vossa Pátria Privilegiada, nessa época com a voz sufocada pelas tiranias políticas então dominantes mas que, mesmo assim, não deviam temer e confiar na protecção dos Deuses, porque quem fala a Voz de Deus fala a Voz da Verdade e logo nada tem a temer… “Onde estiverem dois ou três reunidos em Meu Nome (JHS), Eu estarei no meio deles!”, rematava o mesmo Mestre nessa carta dirigida aos Portugueses da altura.

Os “pulmões da Obra” são também referência a Vayu, o Ar Vital ligado aos Chakras Laríngeo e Cardíaco, este cujo sopro dado pelos foles pulmonares imprime a vibração que pela laringe se manifesta como som, como palavra imprimida pela Inteligência Universal particularizada no homem. Ora a laringe correlaciona-se ao 5.º Chakra (contando de baixo para cima, do Terceiro para o Segundo Logos) como âmbula de evolução para onde Kundalini se escoa no desfiladeiro da garganta e que vem a tipificar o biorritmo de Portugal a partir do seu áxis geográfico: Sintra.

Sintra é a Sura-Loka ou “Embocadura dos Assuras”, dos Filhos do Mental (Cósmico) ou Mahat, e tal como ela é referência geográfica para os Mundos Interiores da Terra, os Chakras a referência mística para os Mundos Interiores do Homem, assim também os Dhyanis do Novo Ciclo são a referência teúrgica para os Mundos Interiores do Corpo da Divindade, AKBEL. No que nos toca, aos Portugueses e Brasileiros, aí está o 5.º Centro Vital e o 8.º Centro Vital que é a “essência” do Chakra Cardíaco, o Vibhutî. Consequentemente, vale para todos, Luso-Brasileiros engajados na Barca de Salvação que é a Obra do Eterno, ontem e hoje a proclamação de JHS: “Vós sois os pulmões da Obra”!

Barca de Salvação, sim, tendo a bordo bravos marujos ou marutas hábeis marejadores dos elementos da Natureza sossegando as fúrias dos oceanos de paixões, serenando a Natureza e, por mares nunca dantes navegados,  finalmente ancora, sã e salva, na Terra Prometida da Humanidade feliz do Novo Pramantha a Luzir… Eis aí o Atlântico prefigurando o 5.º Parda ou “Rio Celeste”, o mesmo das Águas Azuis do Akasha Universal, sobre que desliza a Caravela do Cristo Cósmico como Consciência e Ser, sendo Ele o próprio Timoneiro. Navegar ou evoluir é preciso, sonhar sonhos de perfeição também, e mais ainda criar, sim, pelo Bem, o Bom e o Belo a Realização de Deus, a começar por um e todos, as “Caravelas Vivas”, isto é, CARA de MACARA e VELA de VALE, sim, VALEM OS MAKARAS da Obra do Eterno, nesta hora difícil por que atravessa a Humanidade, para sustentarem as suas mais íntimas e lídimas esperanças de salvação pela evolução sob o guia de tais raros e preciosos Seres de transcendente tirocínio certeiro.

Seguir falsos profetas, messias mancos e movimentos ultrapassados pela dinâmica dos Tempos, vale tanto como nada. Acreditar em profecias e datas messiânicas e apocalípticas, idem. Sim, porque tudo isso é fruto exclusivo da fantasia precoce humana afligida pela ignorância das leis e conhecimentos divinos, preferindo as emoções fortes, pagando até para ser enganada, a dar um só passo na direcção da desilusão, isto é, des-ilusão ou o desfazer das ilusões da infância impúbere da alma. Ser “pulmão da Obra”, a voz viva da Obra, falando e só com a maior fidelidade possível o Pensamento da mesma ao mundo exterior, não me parece estar minimamente em conformidade com dispersões animistas que redundarão em absolutamente nada – como esse extraordinário do “ano 2012 – fim do mundo”! – excepto ter-se perdido tempo precioso em futilidades inúteis, como se a vida corporal não tivesse um fim e Deus nos dado a mesma só para a esbanjarmos em nada de verdadeiramente  produtivo e em muito de mal, mau e feio, precisamente o inverso do Bem, Bom e Belo.

Eubiótico não deve ser sinónimo de cacobiótico, assim mesmo Teurgia e Teosofia não devem rimar com devaneios poéticos de misticismos desapurados, verdadeiros delírios psicomentais e tão-só com o que JHS proferiu em palavras magistrais (Livro da Pedra, Carta-Revelação 4.6.1950):

“A fusão Ibérica (com o Ameríndio) fez-se à custa de “lágrimas e sangue”, qual acontece em todos os ciclos evolucionais da Mónada. Estamos atravessando a mesma ou pior tragédia. Temos um Templo, entretanto, que se oferece excelsa e magnanimamente aos “últimos náufragos” dessa mesma tragédia (raris nantis in gurgito vasto), já que na Escola da Vida, e também em seu Templo e Teatro, os homens do momento nada aprenderam de lógico e filosófico… A Religião damo-la nós, através do seu próprio sentido etimológico: FRATERNIDADE UNIVERSAL DA HUMANIDADE, sem distinção de nenhuma espécie. Passam-se os tempos… e voltam as Plêiades, volta o resto do Mistério. E o DRAMA se desenvolve através da mesma coisa. Sempre TEATRO, ESCOLA, TEMPLO…”

Mas a Escola de AKBEL, na sua parte didáctica, é garantia certa que não passa por «revelações» lúdicas, nem por misterinhos esotericistas ditos  de Cabala judaica, tampouco por gurus de fancaria sem missão nem mais-valia, aparte o carisma pessoal de que se servem para enganar e incitar ao erro os auditórios apaniguados mas não, com certeza, apaziguados com a sua própria consciência, e  assim mesmo também para mestrinhos de invenção polichinela, caldeirão babel com tudo muito ao gosto folclórico e garrido destes tempos sem távola nem grei. Se bem que a Escola de AKBEL descodifique a Cabala, assim como a Maçonaria, a Igreja e outras correntezas tradicionais do Passado, não é nessas que se detém e ajusta as Revelações do Novo Ciclo a elas, antes, elas é que são ajustadas às mesmas. Por isso, o Professor Henrique José de Souza não deixou de proferir judicioso, no seu aspecto KARUNA, pois que a sua vida terrena repartiu-se nas funções dos 4 BUDHAS PERFEITOS da Terra, os DEVAS PRATYEKAS, no estudo que baptizou Por motivo da “Barca de Lohengrin” (revista Dhâranâ, n.º 124, 1945):

“Em resumo, quão enganados se acham os interpretadores das obras cabalísticas de hoje, o Zohar, por exemplo, e o esquema grosseiro, sem alma, sem expressão alguma, do Talmud actual, tomados pela primitiva ou tradicional Sabedoria Cabalística da Antiguidade. Tudo quanto debaixo do nome Cabala circula pela Europa e a própria América, não representa mais do que ruínas, desfigurados fragmentos da Sabedoria Iniciática das Idades!”

Quem se envolve em práticas mais que ultrapassadas pela marcha avante da Evolução, quem dá ouvidos e créditos a confusões as mais grosseiras e desarmónicas, confundindo o irreal por real, é sinal certo da sua barca ir soçobrar no oceano das larvas astrais onde em lascivos movimentos lânguidos se agitam e agigantam mirrentos fantasmas do passado, almas quebradas em farrapos deleitadas tentadoras sem escrúpulos nem humanidade, por serem e só fantasmas aduladores do vício, inspiradores do suicídio de almas vivas…

Cruzes, cruzes por toda a parte vêm-se hoje na gigantesca quadra de cemitério que é toda a Terra envolta na mortalha funesta dum Ciclo passado mas cujos ecos ainda perduram, razão para no Prometeu Encadeado cantar o digníssimo e preclaro Membro da Ordem de Mariz que foi Guerra Junqueiro:

 

Cruzes, cruzes sem fim, de cedro ou de granito,

De topo em topo, e monte em monte, e serra em serra,

Como braços de angústia abraçando o infinito,

Como punhais de dor apunhalando a Terra.

 

Mesmo assim há quem já tenha a sua cruz rubificada pela rosa, quem tenha transformado o seu túmulo em templo, a sua morte em imortalidade, e esse é do escol daqueles dignos verdadeiramente engajados na Barca Divina que é a Obra do Eterno na Face da Terra, os raros eleitos dentre os muitos chamados, cujo capitão é o novo CABRAL, CAPRINO, CUMARA ou KUMARA, o mesmo QUINTO como ARDHA-NARISHA à bolina desta aghartina Barca ou Arca com mãos firmes e determinado manobrando certo a roda do leme, que é dizer, a Roda da Lei para que todos cheguem, sãos e salvos, ao final da rota ou do Caminho Real da Iniciação Verdadeira e possam, por fim, habitar a virgem ou mercuriana Terra do Andrógino Perfeito que é a das Almas Aladas envoltas no Esplendor de Arabel e na Gala de Akbel.

A guisa de desfecho desta presente, diz ainda o Venerável Mestre JHS no Livro da Pedra (Carta-Revelação de 22.10.1950):

As Cruzes de Cabral e Colombo estão nos respectivos estojos, no Museu do nosso Templo.Mas ali também tem uma dedicada ao Cristo… ao lado de duas imagens onde se acham os cabelos do 5.º Kumara, quando era pequenino… Como “Eterno Adolescente das 16 Primaveras” (nome tradicional dos Kumaras) foi Ele a Srinagar… como o Manu do presente Ciclo – LOURENÇO-PRABASHA-DHARMA, nome que tomou a nossa Montanha Sagrada.

Lorenzo-Lorenza em Henrique-Helena, ou antes, estes naqueles, na QUINTA ESSÊNCIA DIVINA… em São Lourenço de Goa, pois que em Portugal também há até hoje o “São Lourenço dos Ansiães”, com duas velhas Fontes chamadas: Henrique e Helena. Origem da Ordem de Mariz, donde surgiram as de Avis e de Cristo, hoje na Flâmula, mais que Iniciática, da Terra de Cabral, mas também do Infante D. Henrique, do Condestável, de Isabel, a Rainha Santa…

CABRAL, Capris, Cumara, etc. Outro não é o seu escudo, sem que ninguém até hoje soubesse a razão, pois que fomos nós os Reveladores da Santa Verdade, qual acontece com OUTRAS. AKBEL, o SENHOR DO LIVRO, mas também, DA BALANÇA… No Mundo Terreno essa se transforma em ÂNCORA, para fazer jus ao Equilíbrio dos Ciclos, mas também aos Excelsos Navegadores que descobriram o Privilegiado Continente. Cabral, o Kumara Lusitano. Colombo, o Cristo Castelhano, a saudar, na sua “sigla”, o Divino Espírito Santo, o próprio Avatara Aktalaya. Aves Marinhas, mas também, AVE-MARIA, a quem Ele também saudava, sob a égide do CRISTO, mas também de AVIS, por esses MARES ou Marizes afora. Maria, o Mar, as Águas ou Aquarius.

 

Ave-Maria!

Hora de Paz e de HARMONIA,

Hora de Santa Eucaristia,

Hora de Esplendor e de Gala,

Hora de Agharta e SHAMBALLAH!

 

Por fim, observa-se quem de facto está presente de “pedra e cal”, de corpo e alma, por dentro e por fora verdadeiramente integrado na Instituição e na Obra do Eterno, através dos seus interesses e motivações, sejam emocionais, sejam mentais, nunca passionais e dispersas em confusões e atracções nada condizentes com o que se espera de um e todos: postura autenticamente iniciática, verdadeiramente vocacionada ao estudo e à prática do Ensinamento de JHS, e assim não regredir procurando no mundo a taça do fel da amargura, pois que isso só vem provar que se esteve presente fisicamente mas sempre ausente espiritualmente, sem vontade de transformar a sua personalidade, em franco conflito interior e às vezes até exterior, com o meio espiritual a que vem mas não entende, por lhe ser difícil, aparentemente impossível, largar o lastro da  funesta memória e vivência do passado físico, psíquico e mental – donde o axioma evangélico do “vinho novo em odre velho nem sempre resulta bem”… – e volver-se de vez ser equilibrado, consentâneo com as para si novidades do Presente que são as do Futuro, dessa maneira na hora presente já sendo ser futuro, com mais amplas e dignificantes motivações mentais e emocionais, consequentemente, igualmente físicas como efeito exterior de causas interiores, o que se revela nas apetências e actos. O meu conselho é que se deixe ao mundo o que ao mundo pertence, não se confunda vivência espiritual com regressão mundana – pois que redundará sempre mal no futuro, muito mais para quem já tenha recebido a Graça da Iniciação – e sobretudo saiba-se “separar o trigo do joio”, valendo isto também também para certas literaturas e ideias absolutamente estranhas às da Escola de AKBEL, para que não tenha efeito desastroso as preciosas e sentidas palavras na Fala do ESPÍRITO DE VERDADE proferida em 1956:

– Se Me tomas por outro e não por EU MESMO, perdidos se farão os meus próprios esforços de todas as épocas. E com isso dificultas a MINHA VOLTA ao mundo, conforme as minhas várias PROMESSAS. De que vale subdividir a Divina Essência, se ELA é uma só, mas para ser compreendida é forçada a tomar diversos aspectos, nomes e funções?

A Evolução Humana jamais se faria se o Verbo se manifestasse proferindo sempre as mesmas Palavras. No entanto, outros homens, mulheres e crianças já vieram à Minha frente para preparar a NOVA ERA. Não para fundar nenhuma religião, pois que todas elas jamais foram por Mim criadas, e sim pela ganância mercantil dos seus falsos sacerdotes.

Eu virei mais uma vez, porém, desta, conduzindo o Vaso Sagrado contendo, no seu interior, as ÁGUAS REDENTORAS DE UMA NOVA HUMANIDADE. Venho, sim, para impulsionar a tónica da Verdade, da qual os homens se afastaram e, caindo em degradação, passam fome e miséria. Eu mesmo o disse: “Os verdadeiros adoradores de Deus são aqueles que vêm a Mim sem o interesse mortal das coisas terrenas. Aqueles que adoram os falsos ídolos, jamais poderão alcançar o DEUS ÚNICO E VERDADEIRO. E, assim, jamais também voltarão ao Lugar donde um dia vieram”. Meditem sobre estas palavras, aqueles que quiserem, de facto, acompanhar os Meus Passos. E não os que preferem reviver as cinzas do passado, mesmo que fazendo uso de meus vários Nomes. Confia em ti mesmo. E confiando, caminha para a frente sem olhar para trás, e divisarás, na penumbra de um ciclo decadente, a NOVA LUZ que guiará teus passos.

O Espírito de Verdade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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