Fevereiro de 2003

A Intuição é mais atrevida que a Inteligência.

 JHS

 

A vida oculta, psicomental e mesmo espiritual, para quem a vivência desvela-se uma realidade muitíssimo maior, em vastidão e abrangência, que a visível e tangível aos cinco sentidos comuns, constitui-se mundo maravilhoso de surpresas as mais gratas a todo o homem e mulher que se consagre de mente e coração ao seu próprio aprimoramento interior, espiritual, vivendo bem, eugenicamente consigo, com tudo quanto vive, logo, com toda a Natureza-Mãe, sendo assim, na pura acepção da palavra, Eubiótico(a), transformando o fenoménico em noménico, consequentemente se assumindo Ser Teúrgico pela Arte Magna do Bem, do Bom e do Belo.

Bem sei que este estudo (feito muito antes da data assinalada, recuando aos anos 80 da centúria passada e por várias vezes publicado, inclusive enviado para a revista “Dhâranâ” no Brasil) foi durante muito tempo aguardado por vasta plêiade de discípulos, estudantes e pupilos da OBRA DO ETERNO NA FACE DA TERRA que é esta mesma TEURGIA DE AKBEL, mas, Amigos e Veneráveis Irmãos de Ideal, é bem pouco quanto tenho a oferecer acerca da Vida Oculta de Sintra, tema tão vasto perpassando largamente a minha humilde pessoa… muito mais por não ser de maneira alguma um Adepto, Mahatma, Guru ou coisa que o valha. Tão-só me tenho por Munindra ou Discípulo de Bhante-Jaul, algures no Caminho da Iniciação, membro de uma Colectividade Espiritualista Luso-Brasileira com alguns milhares de afiliados da qual tenho sido eco nesta parte do Mundo, e, por estar aqui à dianteira da mesma, sou quem mais fica exposto à apreciação pública por via da comunicação social e outros meios de informação. Mas não sou nem ajo como um “caso isolado”, antes uma parcela activa integrada numa Instituição Cultural-Espiritualista de que tomei a dianteira em Portugal, e nesta função representativa a tenho propagado desde 1978, ciente de que tenho contribuído muitíssimo para o desenvolvimento e propagação do já chamado “Ocultismo Português”. Essa Instituição fonte de minha iniciação espiritual, é a antiga Sociedade Teosófica Brasileira, cujo programa de informação e formação actualmente é prosseguido pela Comunidade Teúrgica Portuguesa.

Quanto sei ao Pensamento Iluminado do Professor Henrique José de Souza (para Teúrgicos e Teósofos, o Mestre JHS) o devo, inclusive a eventual possibilidade de alguma vivência junto ao mundo encantado da decantada Maya, esse mesmo dos deuses Jinas… Mas já que o quereis, mesmo que estudo decantado, pois bem – avante!

Devo iniciar por dois princípios básicos que estão na constituição sinergética, psicomental, da velhinha KURAT-AVARAT, KALA-SHISTA ou SISHITA, hoje SINTRA: as influências planetárias do Raio Púrpura de Júpiter (como Luzeiro ou Princípio Celeste) e do Raio Azul de Vénus (como Planetário ou Princípio Terrestre, o Chakra – VISHUDA). Estas são as Linhas de Forças fundamentais do Quinto Posto Representativo Internacional, todo ele ligado ao Mistério dos Assuras e ao correspondente Arcano “A Casa de Deus”, assim também aos Mistérios do Quinto Bodhisattva JEPHER-SUS e da Mãe Divina MORIAH, o que me reverte à Carta da saudosa Grã-Mestrina D. Helena Jefferson de Souza (avatara da Princesa ADAMITA), endereçada aos Teósofos de Portugal em 28 de Janeiro de 1977.

Aí a Venerável Grã-Mestrina cita as Ordens de Avis e de Cristo como Colunas de apoio e guardas avançadas protectoras ou “Escudo de Resistência” da Quinta Rama da Excelsa Fraternidade Branca, a mesma Soberana Ordem de Mariz, o que, reportando-me ao Passado, leva-me a dispor o esquema seguinte:

Reportando-me ao Presente, em conformidade às prerrogativas do Venerável Mestre JHS para a Obra Divina dos Lusos:

Pelo Quinto Princípio Geovital que é a Embocadura de Sintra – vinculada à Fala, ao Verbo Criador como Âmbula de Evolução Universal escoando-se a todo o Mundo – no final de contas por ele se escoa o Vapor Ígneo ou Púrpura de Kundalini, cuja natureza interior ou feminina expressa a venusta Mãe Divina da Criação e a quem a fecundou, cosmogonicamente falando: o poderoso Thor, Zeus ou Júpiter, o que leva a rematar em modo de saudação: Ave Mariz Nostra!

«Tudo quanto se passa na Obra, no Brasil, tem a ver com Portugal, e vice-versa», afirmou repetidas vezes o Professor Henrique José de Souza, palavras corroboradas naquelas outras em Carta datada de 1956 que endereçou aos Teósofos portugueses de então:

«A Obra, no Brasil e em Portugal, corresponde a duas Ramas da mesma Árvore, que devem desenvolver-se em harmónico equilíbrio, como os braços de uma Balança na qual, o Fiel é a Grande Fraternidade Branca, vibrando no peito do Monarca Universal, de cujo centro mesmo irradiam para as quatro direcções os quatro Animais da Esfinge, expressão ideoplástica da Suprema Hierarquia Assúrica. Eu estou em Verdade e Espírito nessas plagas (Portugal), origem da Obra, porque, aí, sou exaltado com fé e amor. Eu sempre estou onde Me amam e com aqueles que crêem em Mim…»

O Venerável Mestre HENRIQUE, EL RIKE ou MAHA-RISHI sempre teve o Grupo Teosófico Português na maior das considerações e nele apostou fortemente, sei-o de fonte segura e a mais próxima Dele. O que o futuro trouxe depois, já é outra história!… Acabado de se firmar nesse já afastado ano de 1956, logo no ano imediato, em 14 de Abril de 1957, o Quinto Senhor ARABEL inaugurou o Quinto Sistema de Evolução e após Ritual Nobre no Templo do MEKATULAM, desceu a Agharta e peregrinou por todas as suas Cidades, da 1.ª à 7.ª, volvendo depois à superfície (em BADAGAS, o Mundo semi-subterrâneo) pelo Templo de JARA-KAN-LHAGPA, no Oriente, passando a visitar os 7 Postos Representativos avatarizado em 7 Adeptos das 7 Linhas.

No 5.º Posto de Sintra esteve três dias, desde o dia 23 a 26 de Maio de 1957, na pessoa do Muito Venerável Thomas Vaughan (ARA-AMU-CABAYU), representante do Teshu-Lama, antes, de Takura-Bey, Supremo Dirigente da Maçonaria Universal dos Tachus-Marus. Ora o Excelso Deus do Pentalfa Flamejante, ARABEL, aqui deixou um Tode da Corte de SAMAEL ou LUZBEL: Jina-Maruth. Aqui deixou um Muni da Corte do Ishwara AKBEL representada em RABI-MUNI, “Senhor das Sete Montanhas Sagradas”: Apta-Muni, expressando a Quinta Veste Mental Superior ou Venusiana do Eterno – ASTAR-MUNI, de quem o mesmo RABI-MUNI é a Sétima Veste Nirvânica ou Jupiteriana. Apta-Muni é o Guardião da Obra Divina, Templária, em que se cria o Novo Presépio (APTA) em plagas lusas. Jina-Maruth é o Guardião da Embocadura Sagrada e da Instituição Maruta, Maçónica no sentido de “Construtiva” (e também “Destrutiva”, das formas velhas, podres e gastas do despreparo do passado ante o Presente projectando o Futuro), agindo com as forças elementares e elementais da Natureza, ou seja, com almas humanas e com “espíritos” naturais.

Mas também, como já disse, no sentido de “Destrutiva”, ao remeter para as Talas Sombrias ou regiões demoníacas e infernais do “Cone da Lua” todos quantos por Sintra, neste particular, ousam afrontar a Vontade de Deus querendo impor às Cidades ou Lokas Luminosas de Agharta a presença das suas Sombras ou astralinas cavernas tenebrosas sob elas, e por aí sobre o Mundo. É assim que a Loja Negra e os seus súbditos actuam nos alucinados psíquicos ou desvairadas vítimas envoltas no crepe mortal da Maya serrana. Por isso, entre 1998-2000, usando da Face do Rigor em Nome da Grande Loja Branca, me impus de espada tributária em punho, pronta a golpear em Nome da Lei, e hoje bem se vê as coisas estarem muitíssimo melhores na Montanha Sagrada de Sintra. Também muitos impúberes psíquicos se salvaram dessa maneira, quase boçal (e que quase me custou a vida…), a que fui obrigado a fazer recurso, cuja intenção última bem poucos compreenderam e menos ainda me ajudaram numa batalha declarada e decisiva aos olhos do Mundo, cuja Vox Populi já desde muito antes profetizava: “A 2000 chegarás, de 2000 não passarás”… Mas passámos, mesmo sem o apoio desses que se dizem «discípulos dos Mestres de Luz, quando não eles mesmos os próprios Mestres». Dizem-se? Deixe-se que digam…

Mesmo assim, algo mais tenho a dizer: na Estremadura ou Portugal Central existe um triângulo de forças psicomentais composto por SINTRA – MAFRA – LISBOA. A primeira está para as LOKAS, a terceira para as TALAS, a segunda para o jogo EQUILIBRANTE entre elas, tal qual FOHAT e KUNDALINI no “diabolô” verde-vermelho entre AKBEL e ARABEL. Tanto que, se a hindustânica MAHARA, “Grande Altar”, é hoje MAFRA, este topónimo revela-se antítese de RAFAK, se se deitar ou prostrar o M, por extenso ARFAK, a sede mundial da Loja Negra, na Nova Guiné. Em Mafra, neste particular do triângulo de forças, tanto se pode encaminhar o Mental para o “Cone do Sol” (Evolução) quanto para o “Cone da Lua” (Involução), tão bem representado na lenda das “ratazanas nos subterrâneos do Convento”, o que ocultamente exprime as almas em extinção…

De maneira que foi graças a ARABEL que firmaram presença em SURA-LOKA um Muni e um Tode, expressando a Quinta Veste Divina, e firmando mais ainda, ante o Novo Ciclo que já despontou (em 2005), a ligação deste Quinto Posto ao Quinto Sub-Posto de TASSU (S. Tomé das Letras, Minas Gerais do Sul), por via de um CABAYU (Linha Morya) e de um GARÁ (Linha Kut-Humi) aí instalados montando guarda lateral ao Templo Sedote sob o PICO DO LEÃO (LEO…NEL), reflexo do de aqui, sob o PICO DO GRAAL.

De maneira que se tem a exposição seguinte das 7 Linhas do NOVO PRAMANTHA e dos 7 Postos Representativos assinalados nos respectivos Países por onde o Excelso ARABEL transitou, como que antecipando a abertura do Mundo Jina a esse mesmo NOVEL CICLO DE EVOLUÇÃO UNIVERSAL.

 

Nota: – Os Dhyanis-Kumaras estão para os Raios Planetários (provindos do Logos Solar ao Logos Planetário) e os Dhyanis-Jivas (Adeptos) para a adaptação dos mesmos Raios a Tatvas ou “estados de vibração subtil da matéria”, que irão determinar as vibrações particulares dos respectivos Chakras e estados de Consciência, tanto do Globo como do Homem.

 

Sabido é que nestes lugares serranos luxuriantes de flora, de água, vento e sol, os devas menores ou elementais, vulgo “espíritos da Natureza”, encontram neles ambiente perfeito para habitarem e se reproduzirem.

Os elementais da Terra, são os gnomos; da Água, as ondinas; do Fogo, as salamandras; do Ar, os silfos; do Éter ou Quinto Elemento (Quintessência), os Anjos. Os primeiros actuam no corpo físico do Homem; as segundas no corpo etérico; as terceiras no corpo astral; os quartos no corpo mental concreto; os quintos no corpo Mental Abstracto ou Causal, isto é, o encausador dos elementos à contextura do quaternário inferior Humano, como expressão ou reflexo microcósmico do processo idêntico ou macrocósmico com o quaternário inferior do Logos. Os elementais agregados aos veículos de manifestação do Jiva (Homem), chamam-se precisamente devas encadeados; os demais, subjacentes à Natureza, devas libertos.

Acerca da origem do Reino Elemental, não tenho senão que passar a palavra à consideração sábia do Coluna CAF do Venerável Mestre JHS, o Eng.º António Castaño Ferreira, em Aula de 1948 destinada à Série D da Sociedade Teosófica Brasileira:

«Antes da Vida manifestar-se na Forma e expressar o estado de Consciência que chamamos Mineral, ela atravessou um outro que poderemos chamar de Elemental. O próprio tipo de Evolução do nosso Sistema conduz a que, no seu desenvolvimento, apenas possam existir consciências do tipo Elemental nos três últimos Planos (Mental, Astral e Físico). Isso força a consciência elemental a surgir apenas nesses mesmos Planos. No entanto, vimos que existem sete tipos de Consciência, sendo a Mineral a menos evoluída. Como compreender, então, a existência de um estágio paralelo? A resposta poderá ser dada nos seguintes termos: as consciências elementais não são consciências individualizadas como as outras, mas antes forças vivas da Natureza, plenamente cegas e inconscientes, orientadas pelas Consciências mais elevadas que para tal possuem aptidões. Elas são, no fundo, o resultado da animação da actividade dos três Planos inferiores pelas Energias Cósmicas que dimanam dos Três Logos ou Tronos

Pela regularidade dos exercícios espirituais prescritos para o Munindra pelo Mestre JHS, ele vai, grau a grau num processo de Iniciação Verdadeira, subtilizando os seus devas encadeados, influindo nos soltos ou libertos – e assim cada vez mais a Natureza lhe obedecendo… – de maneira a alcançar, por seus próprios esforços permanentes na transformação da vida-energia em vida-consciência, esse estado de Superação a que alguns chamam de Reino Angélico, outros de Quinto Reino Espiritual, mas sempre representado na Terra pelo próprio Reino de AGHARTA.

Sintra, consagrada “Montanha da Lua” elevada a Vénus, é uma lomba distendendo-se do Algueirão / Rio de Mouro até ao Cabum Lunarum ou Serpens, hoje da Roca (Rocha), o ponto mais ocidental da Europa, como é do conhecimento geral.

Posso assemelhar esta lomba a uma cordilheira (semelhante à que cerca a cidade de S. Lourenço de Minas Gerais do Sul, Brasil, conforme confirmei no lugar, como sendo a extensão da Serra da Mantiqueira, mas aí como Montanha Sagrada MOREB), cujo ápice é o pico da “Cruz Alta”, o Pico do Graal ou Pico dos Kurats, onde em tempos remotos aí se levantava grandioso Templo Matriarcal, ou de Sacerdotisas atlantes, consagrado ao Astro nocturno, do qual hoje mesmo sobeja a memória e resta o testemunho solto ou esparso pictórico e arquitectónico.

Pois bem, quando um pico é parte de uma cordilheira toda esta, por sua vez, é presidida por um Ser de bem maior evolução, da mesma ordem que a dos Deuses dos picos isolados, só que mais evoluído ainda. É o Anjo da Montanha, o Deva Regente de todos os elementos que nela vivem como corpúsculos celulares de Seu corpo de expressão que é a mesma Montanha

Forma aproximada de um Anjo de Montanha

Ele influi em toda a sua natureza: terra, água, etc., etc., e mesmo nos humanos que junto ou dentro da Aura de Sintra (que é o seu Ovo Áurico) habitam, assim influenciando com o seu carácter e particularidades os dos sintrenses, estes de comportamento semelhante ao dos Todes e Badagas da Nilguiria e Ceilão, ou seja, pessoas pouco ou nada nocturnas, caseiras e um tanto taciturnas, no sentido de pouco faladoras, como se estivesse permanentemente uma parte sua recolhida sobre si mesma.

Ora isso são particularidades lunares ou de alma, de expressão interiorizante tal qual a Lua que só surge, timidamente, quando tudo se recolhe ao descanso do Senhor Sol.

A própria Montanha se encerra em si mesma e é necessário muito de feminino, de intuitivo, para aperceber a sua natureza real. Tudo nela é mistério, sortilégio, magia… Os sussurros do vento nas copas das árvores, o borbulhar dos riachos, os templos perdidos entre as sombras fantásticas das folhagens, as mansões principescas ocultas ou coroadas pelas penhas verdejantes, enfim, tudo, mas tudo possui um quê de sibilino e fugitivo, como se os deuses se escondessem na esquina de qualquer fraga ou árvore à aproximação do homem ignaro…

O Deva da Montanha Sagrada de Sintra possui uma deslumbrante Aura púrpura rósea e, onde se situa a sua cabeça, parece rodear a fronte um hausto de luz clara azul marinha, salpicada de pontos estrelados dourados, estes os seus “devas” ou formas-pensamento quais “abelhas” douradas projectando-se na Montanha.

Como criação do Segundo Logos e em evolução Dévica paralela à Humana, é um Ser enorme com cerca de 17 metros de altura, esbelto e, se bem que pareça masculino a sua contextura interior é bem mais feminina, denotando-se pelos movimentos esguios, lânguidos e centrípetos.

Os serranos o têm como aquela cultuada na parte oriental da Serra, St.ª Eufêmia (isto é, Eu+Fêmea = a Boa Fêmea, a Boa Mulher, a Boa Mãe), e eu o intuo como AB-SIN – “Luz da Lua”… alimentada por Vénus… fecundada por Júpiter. O que vale dizer: Energia do Centro da Terra e Energia do Segundo Logos ou Seio do Céu ao Centro da Terra, formando a Cruzeta Flogística sobre a Face da mesma.

Possui às suas ordens uma corte de Anjos púrpuras e de Anjos azuis, os quais dirigem as obras dos elementais de Sintra (“os obreiros silenciosos do Templo de Salomão”…). Os Anjos púrpuras são mais perceptíveis nas zonas do Castelo dos Mouros, Cruz Alta e Capuchos. Os Anjos azuis na Torre do Lago dos Passarinhos, Lagoa Azul e já nas proximidades do mar oceano.

Silfos e ondinas estão às ordens dos Anjos azuis; salamandras e gnomos dos Anjos púrpuras.

Estes maravilhosos Anjos possuem de três a cinco metros de altura e os seus aspectos, embora graves e profundos (mais nos purpurados), igualmente demonstram alegria e felicidade (mais nos azuláceos).

Forma aproximada de um Anjo

São eles que intuem o viandante solitário pelos trilhos incógnitos da Serra, verdadeiro Peregrino da Vida se Iniciado for, o protegem e o conduzem ao maravilhoso MUNDO DE ALADINO, ALLAH-DJIN ou dos JINAS, pelo desabrochar de suas virtualidades em potência.

Os silfos têm a seu cargo a direcção dos ventos, das correntes aéreas, distribuindo pelo éter-ambiente as partículas douradas do Prana vitalizador que torna os “bons ares” da Serra os melhores do País e da Europa.

Por sua vez as ondinas captam, por afinidade simpática, grande parte dessas partículas para seu alimento, vitalizando de tal modo as águas de riachos e fontes que as tornam quase (ou mesmo) medicinais.

Os silfos de Sintra são de cor branca leitosa de 5 a 6 centímetros de altura, e geralmente manifestam-se através do sussurro da ramagem, até então quieta, ao viandante que passa. Ou então como fugazes flashs de luz adiante dos olhos. São criaturas simpatizando com os sábios e repelindo os ignorantes e cruéis dos seus territórios. Esses últimos ficam sujeitos aos caprichos das súbitas variações súbitas climáticas: à ramagem que se agita furiosa, às lufadas violentas de vento no rosto, aos assobios arrepiantes, enfim, é ver tais indesejáveis escapulirem-se nem sabem por e para onde…

Forma aproximada de um Silfo

As ondinas serranas são deveras graciosas, de azul claro com laivos marinhos, emanam uma coloração cristalina e é vê-las deslizarem dolentes nos riachos e nascentes onde nascem, vivem e morrem, sintoma este reflectindo-se no apodrecimento, enlameamento e secagem desses mesmos riachos e nascentes… Inspiram melodia, melancolia, saudade, romance, amor e paixão. De 2 a 3 centímetros de altura, movimentam-se em grupo e tendem a acercar-se dos de firme carácter e forte vontade em bem fazer, dos que respeitam e amam a Natureza-Mãe. Fogem aterrorizadas ao impacto com a aura dos que vibram em emoções violentas e passionais. Ou então, se com estes se afinizam, vampirizam as suas energias psíquicas e desenvolvem-lhes a mediunidade com todas as suas mayas-vadas e consequentes prejuízos psico-orgânicos, pura e simplesmente.

As salamandras movimentam-se em cascatas turbilhonantes pelo éter-ambiente da Serra, principalmente nas zonas altas e ensolaradas durante os meses de Verão. São criaturinhas ígneas de cor vermelha purpurada, por vezes com laivos dourados, medindo entre 9 a 10 centímetros de altura. Se provocadas e agitadas, desencadeiam incêndios que rapidamente se descontrolam, ainda assim, na finalidade última, indo purificar essas zonas da Serra onde foram provocadas e afrontadas. Já diz o povo: “Quem brinca com fósforos, acaba… queimando-se”! Vezes imensas reparei haver um intercâmbio íntimo entre elas e os silfos, originando correntes de ar frias e quentes destinadas a vitalizar e purificar determinados pontos da floresta. Quando as salamandras e os silfos, através da atracção magnética dos ventos, atraem as ondinas dos lagos e riachos, formam-se vapores, nevoeiros que são verdadeiras cortinas dimensionais por que se manifestam os misteriosos Traixus-Marutas (cujas iniciais, T. M., também as podem ser de Tributários de Mariz), os etéreos Guardiões dos Templos Sagrados pertencentes à AGHARTA, e sendo de natureza masculina e feminina, Arcangélica e Angélica, ou melhor, para usar a linguagem da nossa Escola Iniciática, Agnisvatta e Barishad, ficam os Arqueus ou Assuras permeio, demonstrando assim a natureza andrógina desta Hierarquia Jupiteriana!… Ainda que raras as salamandras são a projecção do chákrico SOL INTERIOR de Sintra, agindo como fiéis servidoras dos Anjos púrpuras. Ocorrem à ordem divina dos QUATRO E UM MAHARAJAS pronunciados no Ritual Teúrgico, e são elas quem purificam com a sua radiação o ambiente serrano.

Forma aproximada de uma Salamandra

Aquando em Rituais, Yogas e Meditações comunicam com o praticante pelo seu chakra frontal permitindo-lhe, assim, penetrar clarividentemente na luz astro-mental, se a vibração entre ambos for simpática e o considerar de nobre e ousada intenção, em sintonia com os ritmos naturais da Natureza-Mãe.

Se, pelo contrário e contrariando esses mesmos ritmos ou pulsares naturais, for um feiticeiro de alguma das muitas seitas mais que tenebrosas que faziam da Serra (ainda há pouco haviam casos esporádicos no cruzamento para o Convento dos Capuchos e em S. Saturnino da Peninha… mas que a breve trecho acabarão, seja à espada, seja com outra arma de que a Lei faça uso com as forças da ordem à sua Ordem) palco das suas mixórdias macumbeiras, aí as salamandras unem-se às ondinas que, por sua natureza linfática, são verdadeiras imitadoras de tudo quanto vêem nos humanos, seja bom ou mau, e provocam nele estados febris de ansiedade e neurastenia, e até mesmo a cegueira e o cancro, como soube ter acontecido a alguns… Por outras palavras, vampirizam-no até ao esgotamento sanguíneo e nervoso, linfático e bilioso.

Como ilustração e exemplo de triste memória, para que doravante se aprenda com os erros do próximo no passado próximo a não os cometer, passo a narrar dois casos de que tive conhecimento directo. Certa vez, um desses grupelhos feiticeiros impregnado da mais pura e anímica fantasia, misturando práticas de Escolas diversas sem serem de nenhuma pois que as apreenderam em literatura pública, foi surpreendido em pleno acto ritual por um grupo de escoteiros que passeava na Serra. Estes acharam tanta piada, em sua santa ingenuidade, ao que viram que, dias depois, foram eles os surpreendidos, dessa vez por mim. Que estavam fazendo? Simplesmente a dar a iniciação da praxe escutista a um novato (“lobito”), dentro de uma gruta e seguindo os preceitos de um ritual… franco-maçónico!!!

O outro caso é o daquele impúbere psíquico que, acompanhado do amigo ou familiar, pegou nuns quaisquer grimórios de magia invocatória, dirigiram-se à Serra, acenderam umas velas e, ele de espadalhão em riste que dava “um vistão”, não a fez por menos: apontou-o ao céu e ordenou a aparição submissa dum… Arcanjo. A resposta não se fez tardar: em plena noite fria, estrelada, súbito um raio trovejante irrompeu das Alturas e arremessou-o pelo ar, velas, grimório e espadalhão juntos, contra uma árvore, donde foi recolhido inconsciente pelo amigo de índole igual à sua. Conclusão: durante mais de um mês sofreu de absoluta insanidade mental – de que nunca se curou inteiramente, mantendo-se a obesidade mórbida que o arrasta na penúria d´corpo e alma – e não sei se acaso terá aprendido que, ainda que se consiga enganar pessoas de boa-fé, o mesmo já não acontece com… um Arcanjo!

Os gnomos são seres bem pequenos e hostis a quase todos os humanos. São eles quem originam os estados de tensão e mais que medo terror, em determinados pontos e épocas na Serra, podendo, no curioso e profano, descambar em crise nervosa, histeria e até num eventual colapso cardíaco.

Só o Iniciado pode captar a sua simpatia e mesmo amizade, o que não é fácil. Várias vezes os vi, de contorno facial semelhante ao humano, actuarem através de uma penha gigante ou de uma simples pedra musgada. De cor castanha terrosa, possuem de 4 a 6 centímetros de altura, aspecto atarracado e envelhecido. Têm uma propensão natural para os fenómenos psíquicos, para eles estados naturais de ser, originando as alterações climáticas e os bem famosos estados de tensão ou quebra da mesma na criatura humana.

Habitam nas cavernas, poços, minas e demais lugares subterrâneos, havendo uma grande movimentação de gnomos junto a esses lugares quase sempre de natureza hidrotelúrica. Tenazes e perigosos guardiões de Embocaduras, não raro recorrendo a “ilusões dos sentidos” (as ditas mayas-vadas ou mayas budistas) e a outras formas de manifestação incluindo até répteis venenosos para as defender, protegem as suas entradas ferreamente sendo, dessa maneira, a guarda elemental (sob a direcção de Jina-Maruth) da Fraternidade Oculta de Sintra. Muitos curiosos e magos de índole mais que duvidosa têm sido vítimas dos gnomos ou POVO GOB(I) que os faz cair nas mais variadas armadilhas, algumas delas resultando fatais, ou, quando com sorte, apenas ridículas, como aconteceu com aquele exótico personagem que à dianteira dos seus próximos, todos juntos, entraram numa gruta que era “caminho directo para Agharta”. As suas lanternas tremulando nas mãos nervosas apontaram brilho ao fundo e, felizes, três vezes felizes, apressaram o passo para caírem, todos juntos, os infelizes… num imenso lodaçal subterrâneo.

Mas AGHARTA, fixe-se bem, NÃO É FÍSICA… nem tampouco o DUAT! Os pormenores… os Iniciados da Obra do Eterno os conhecem.

Os gnomos simpatizam com os fortes de carácter decidido, franco e honesto, atentos e sinceros buscadores dos espirituais tesouros da Mãe-Terra. Dos que sabem ouvir mais e calar muito, porque o Silêncio é d´Ouro…

Durante a Primavera os silfos acasalam com as ondinas e nascem as fadas. É vê-las esvoaçar em bando multicolorido e airoso pelas faldas da Montanha Sagrada como lusco-fuscos graciosos. As fadas sintrianas são muito belas, de matiz azul céu parecendo revestidas de uma capa branca rósea.

São elas quem vão trabalhar as sementes a fim da Natureza germinar e brotar a sua vegetação prodigiosa, policrómica e multivariada. Não medem mais que 3 a 3,5 centímetros de altura. Quando o Verão atinge o pino as fadas começam a fenecer e a desvanecer-se nos ares, isto é, integram-se na natureza dos silfos.

Quando caem as primeiras chuvas é deveras fascinante observar o bailado mais grácil das ondinas em doce sinfonia caindo como “lágrimas” policrómicas do regaço dos Anjos azuis, indo fecundar as fontes, regatos e solos, alimentando aos gnomos e aos devas das árvores, portando consigo o éter líquido necessário à vida da Natureza.

Como cada região possui o seu tipo particular de “espíritos da natureza” que é próprio ao clima e características da mesma, no século XIX o Rei Iluminado D. Fernando II de Saxe Coburgo-Gotha pretendeu acasalar elementais de todos os géneros do Mundo com os “sui-generis” sintrãos, e para tanto mandou plantar no parque florestal do Palácio da Penha exemplares da flora de todas as regiões do Globo. Resultou daí uma simbiose alquímica-natural que originou tipos bem singulares de elementais, inéditos em todo o planeta, fazendo do Mundo Oculto Sintrão o alter-ego do Mundo Elemental Planetário.

Não se deve esquecer que D. Fernando II era um Iniciado e Preclaro Membro da Fraternidade Oculta de Sintra, juntamente com a sua esposa morganática, D. Elise Hensler, a Condessa de Edla.

Também no sentido de simbiose vegetal mandou, na sua Quinta da Torre da Regaleira, o Dr. António Augusto de Carvalho Monteiro, o último reminiscente Lusignan de tronco português e igualmente Grande Iniciado nos Mistérios de Mariz, nos inícios do século XX plantar uma exótica “Árvore-Serpente” escandinava à entrada do seu Palácio. As folhas em ponta dessa árvore só caem quando outras novas ocupam o seu lugar, algo semelhante à muda de pele da serpente… neste particular iniciático, a “Serpente Irisiforme” – KINEMELAROTOZUS!… Essa árvore é um reservatório natural, e também catalisador, da Energia KUNDALINI, como Fogo Terrestre, da qual Carvalho Monteiro se servia para as suas operações espagíricas e alquímicas. Aliás, ele era um profundo conhecedor da flora, sabendo de botânica aos mais ínfimos pormenores, conforme atestam os testemunhos de seus netos, António Potiers e Maria Nazaré de Carvalho Monteiro Van Daun Lusignan, Marquesa de Pombal, com quem cheguei a conviver.

Sintra é hoje algo parecida com S. Tomé das Letras, no tocante a instalar-se no “roteiro turístico esoterológico”, com muitíssima bizarria exótica característica hippie dos movimentos “new age”. Assim, observa-se o fenómeno psicossocial de muitos grupos de índole animista e devocionalista impúbere – lembro-me dum encontro com uma dessas pessoas que forçou a entrevista comigo na Serra e após eu lhe ter perguntado o que fazia na vida, respondeu-me com a maior das ingenuidades que “tinha a honrosa profissão de… falar com os mortos”!!! – concorrerem para pontos diversos da Serra, e, imitando os seus líderes medianímicos ou clarividentes involuntários manobrados a bel-prazer pelos silfos, inventarem teorias as mais extravagantes, desconexas e fantásticas, do tipo haver em dado sítio uma «base de óvnis», um «templo de espíritos superiores», o «túmulo encantado dum mago atlante», de que «em dada data e hora ali e acolá vai acontecer um evento mundial, que até pode redundar no fim do mundo», etc., etc. Mesmo que acaso haja algum fundo de verdade em parte disso, já é descaso ser a aparência verdade… porque tudo isso deve-se à influência psico-anímica dos elementais dispondo as receptivas mentes agitadas num estado febril propenso à invenção das mais variadas fantasias, por isto mesmo sendo a realidade e a consciência psicofísica imediata afogada pelos turbilhões psicomentais ou kama-manásicos infundidos do exterior ao seu interior.

Tais pessoas são simples escravas das forças primárias da Natureza. Confundem-se e confundem tudo, e o eventual bem-estar que possam sentir acaso se deverá tanto à catarse do fenómeno de grupo como sobretudo à evasão mental pelo preenchimento fenoménico, algo assim a “ver o mundo cor-de-rosa” sob alcoolemia ou quaisquer outros entorpecentes dos sentidos, estropiando a realidade.

A atracção que sentem pela Montanha, deve-se a dois factores básicos:

1.º –  Sendo médiuns ou sensitivos de escasso mental e muito emocional, dirigindo-se mais por imagens do que por ideias, por curtas frases poéticas sem outro significado profundo senão o básico colorido das imagens que transmitem, dizia, vivendo perto da Serra o seu mundo elemental atrai-os para aí, a fim de se satisfazer com as energias kama-manásicas que o psíquico ou sensitivo pode facultar por via dos seus chakras inferiores (abaixo do cardíaco), anormalmente desenvolvidos mercê de alguma doença no passado, de algum acidente que lhe aconteceu ou, então, por patologia congénita do seu próprio karma, que o terá feito nascer com tais anomalias psíquicas, para todos os efeitos, um doente. Essas energias são muito apreciadas pelos elementais, podendo-se compará-las a um chocolate que se oferece a uma criança gulosa.

2.º – Foram em vidas anteriores residentes em Sintra, amantes da sua terra mas ignorantes da sua Vida Oculta. Ou então simples entidades que viveram nos dias atlantes de Sintra comparticipando do seu dia-a-dia. Mercê das suas samskaras ou “impressões mentais”, resíduos kármicos do Passado gravados no seu átomo-semente búdhico ou intuicional, a que não têm acesso por sua parca evolução interior, instintivamente são psiquicamente atraídas para aí e misturam tudo numa algaraviada sem ordem nem regra, vendo-se claramente o recurso a bizarrias de psicologia e metodologia infantil no utilizo de métodos mais que incorrectos sem sentido algum, e na ausência total do mínimo resquício de disciplina iniciática capaz de ordenar “cada coisa no seu devido lugar”.

Os elementais comunicam com os humanos por sons naturais: sopros para os silfos; borbulhar para as ondinas; crepitar para as salamandras; batuques ou toques para os gnomos; zumbidos para os Anjos. A todos une uma fórmula única de comunicação com os homens: a Música, de preferência exclusiva a de conteúdo erudito, espiritual.

Os Anjos comunicam, ainda, por ideias e imagens como símbolos coloridos projectados na mente humana.

Há uma linguagem própria da Natureza que os homens desconhecem, e pode-se mesmo dizer que poucos deles realmente sabem falar. Os sons emitidos por um indivíduo palrador projectam-se no Astral numa catadupa de formas desconexas e absurdas, o que faz lembrar as vibrações emitidas pelo canário.

Os Anjos irradiam uma Paz profunda e um Amor constante, juntamente com aquela Sabedoria que só de Deus pode advir directamente, e um Poder inexcedível próprio dos que Nele vivem.

Certa vez, numa «conversa» entre um Munindra e um Barishad púrpura, este assim falou:

A Montanha sempre foi o símbolo da elevação do Homem a Deus. Os Mestres vivem em seu topo, longe dos olhares perniciosos dos humanos conspurcados por si mesmos, usufruindo das energias suaves e puras do Deus da Montanha que lhes fornece os elementos necessários à sua vida e obra.

É bom que todos venham à Montanha, melhor seria que todos vivessem a Montanha. Todos recebem as nossas Bênçãos, Graças do Divino, e ai daqueles que ousam as macular. O Raio de Deus os fustigará.

Nós somos os conservadores da Glória da Mãe Divina. Queremos comungar com a Humanidade mas sabemos que tal só é possível quando ela comungar de inteiro com a Mente de Deus.

Do Pico do Graal estamos prontos a levar a gema divina ao pico mental de cada homem. Rogamos, destas etéreas plagas, à Abundância Suprema Paz, Amor e Fraternidade para todos quanto se encadeiam nos quatros princípios: os homens, nossos irmãos, diferentes, mas nossos irmãos.

Já deve se ter percebido que as palavras deste estudo são válidas não só para Sintra mas também para S. Lourenço e quantas mais Montanhas Sagradas brilham sobre a Terra, como Jóias iridescentes da Coroa ou Cabeça Coroada do Logos Planetário.

Volvendo a Sintra – Portugal e aos seus três misteriosos Arcanjos ou Arcanos XIII, XIV, XV (“A Grande Mãe”, “O Equilíbrio”, “A Grande Luz”), dos quais o Dhyani Bey Al Bordi (MIKAEL) fazia sentir que “estavam no Seio da Terra, por debaixo do Fogo Sagrado em nosso Santuário”, logo em correspondência com a Quinta Cidade Universal do Mundo de Badagas com os seus dois Templos laterais para um terceiro central, na razão de um Coordenador, um Governador e um Sacerdotal, isso mesmo é sibilinamente apontado pelo nosso Venerável Mestre JHS numa sua Carta-Revelação datada de 28.01.1953, escrita em S. Paulo com o título sugestivo: Sintra e seus Mistérios (para ser lido com os Olhos do Espírito), texto inserido no Livro Chuva de Estrelas – A. É com um precioso trecho dessa Carta que dou o arremate final a este estudo, oferecendo-o humildemente ao respeitável leitor e, especialmente, a todos os Irmãos da Obra Divina no Mundo, e se acaso pequei ou omiti algo, peço desculpa, mas, como disse ao início, grande é a Obra e pequeno é o obreiro.

 

AD MAJOREM DEI GLORIAM!

ADVENIAT REGNUM TUUM!

BIJAM!

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