A presença da Ordem dos Templários na Idade Média de Sintra e Colares deixou nestas o testemunho da sua passagem em monumentos, documentos, grutas e lendas que permaneceram até à actualidade quase esquecidas, cuja memória o Dr. Vitor Manuel Adrião, renomeado investigador da Tradição Mítica Portuguesa e particularmente de Sintra desde há quase 40 anos, traz a registo nesta conferência pública. Além da História Templária em Sintra e Colares, esta memória terá por pomo a espiritualidade dos Cavaleiros-Monges até hoje envoltos em cerrada neblina de mistério, e dentre outros tópicos abordar-se-ão: os Templários e os Sufis na Serra de Sintra, anacoretas e santões na Serra, grutas misteriosas, o enigma da carta de foral de Sintra, o mapa mítico de Sintra-Colares, Colares e os eremitas moçárabes, o castelo templário de Colares, Milides e Minerva, o Penedo, a Festa do Divino Espírito Santo e a ideia de V Império, D. Fernando II e a Pena, Carvalho Monteiro, a Regaleira e a demanda do Santo Graal, etc.

Pela rara oportunidade que oferece puder conhecer as origens sagradas de Sintra-Colares infundidas na Ordem dos Cavaleiros Pobres de Cristo e do Templo de Salomão que daqui as difundiu, esta é uma conferência a não perder.

A conferência é pública e irá ter lugar na Quinta da Sarrazola (Colares), com hora de recepção marcada para as 17 horas, e posterior a esta, haverá um jantar de confraternização para todos os interessados em continuar a partilhar o espírito da temática. Todas as inscrições terão direito a documentação de apoio, como complemento e material de estudo, à apresentação do conferencista Vitor Manuel Adrião.

 

Mandala Circunscrita

Realizou-se no passado sábado, 26 de Março de 2011, às 17 horas, na Escola Profissional de Colares, a conferência pública do Dr. Vitor Manuel Adrião subordinada ao tema Memória e Espiritualidade da Ordem dos Templários em Sintra e Colares. Estiveram presentes no evento mais de meia centena de pessoas, que acompanharam com o maior interesse o conferencista, que no final respondeu às perguntas colocadas pelo auditório. O evento foi considerado unanimemente um sucesso, tendo desfechado com um jantar onde os presentes puderam degustar-se com as iguarias de Colares servidas, com muito brio e profissionalismo, por alunos desta Escola Profissional.

SÚMULA DA CONFERÊNCIA

0 – Início com palavras de São Bernardo de Claraval, o “Doutor Melífluo”, dirigidas à Stella Maris, a “Estrela-do-Mar”, que é Vénus associada desde cedo associada à figura da Deusa Mãe Primordial cujos atributos cosmogónicos e humanos retiveram-se na pessoa de Maria, a Virgem Imaculada Mãe do Verbo: – In periculus, in angustiis, in rubis dubiis, Mariam maris Stella cogita, Mariam invoca (“Nos perigos, nas angústias ou dúvidas, recorre a Maria, Estrela do Mar, invoca Maria”).

1 – Antes do ano 713 d. C. = No Território Olisiponense entremesclava-se a cultura castreja, celto-lusitana e luso-romana, distinguindo-se a tribo Galéria, de que há vestígios líticos em São Miguel de Odrinhas, por exemplo, e a anacorética páleo-cristã que caracterizou a Igreja Visigótica ou Hispânica, de que há vestígios na parte sul da Serra de Sintra, já dentro do concelho de Cascais.

2 – Ano 713 = Tarik Ben Zaid, o conquistador mauritano, conquista Sintra e nela instala uma tebaida de paz onde os judeus e os cristãos coabitam em harmonia plena com o árabe ocupante. A alfama judaica estaria onde hoje é a Vila Velha de Sintra, e a caneça cristã no espaço da freguesia de São Pedro, distendendo-se até à de Santa Maria.

3 – Ano 1109 = O Conde D. Henrique de Borgonha conquista Sintra e logo a perde, mas ganha a Tradição Espiritual do Vaso Djin caríssimo ao Islão cerrado ou esotérico, a qual se converteria depois no Mistério do Saint Vaisel ou Santo Graal, o do Santo Vaso que os trovadores e jograis celebrizariam e os templários celebrariam no seu culto heterodoxo contrastando com a catequese ortodoxa imposta pela política religiosa oficial da Igreja.

4 – Ano 1147 = D. Afonso Henriques e D. Gualdim Pais, 6.º Mestre Geral da Província Templária de Portugal, após a conquista de Lisboa tomam os mouros os redutos avançados da mesma (Odivelas, Loures, Mafra, Cascais, Colares e Sintra), que se rendem sem oposição. É assim que 19 anos ou arcanos (“O Sol”, correspondendo a Solércia ou Terra do Sol, isto é, “Sintra espiritualmente iluminada”, de quem fala João de Barros na sua Crónica do Imperador Clarimundo, ou seja, a “Luz do Mundo”, apodo dado a Cristo como Sacerdote do Imperador Universal, Melkitsedek, o “Rei do Mundo”) após a fundação da Ordem dos Cavaleiros Pobres de Cristo e do Templo de Salomão, em 1128, oficializada por bula do Papa Honório II, os templários instalam-se em Sintra ou Al-Shantara, já então consignada Serra Sagrada.

5 – Al-Shantara rende-se sem oposição militar porque, sobretudo, em Terra Santa não deve correr sangue humano, sendo que a própria Medina sintriana era uma espécie de Feudo d´Amor onde o Islão sufi e o Judaísmo cabalístico cultuavam o Amor Culto, conceito caríssimo aos templários cujo Amor a Deus abraçavam desde a primeira hora tendo descoberto aqui o Jardim do Éden ideal para a sua celebração, espécie de Terra Primordial imaculada ou isenta dos vícios terrenos.

6 – A guarda militar islâmica de Sintra não ia além de 30 cavaleiros ou refiks no castelo que também era templo por anexar a mesquita de Fátima (depois convertida em capela de São Pedro de Penaferrim; Pena, Cana ou Báculo (Autoridade Espiritual – Monasticum), e Ferrim, Ferro ou Espada (Poder Temporal – Milites), portanto, sendo um “templo-fortaleza” (râbita).

7 – Os templários permitiram que os mouros reclusos do castelo, os mulâs maridjs, abandonassem esse por saída subterrânea, entrando pela tulha junto à torre de menagem e saindo junto a Rio de Mouro, no Algueirão ou Al-Gueirum, a “caverna”.

oito – Os templários fundaram em Sintra um bailio, bailia ou comenda, com jurisdição temporal (dízimas) e espiritual (paroquial) sobre várias granjas ou fazendas dispersas em volta da vila, no almosquer, que quer dizer “arrabalde”, segundo a Inquirição aos bens das Ordens e Mosteiros no reinado de D. Afonso II (1220), ou então em pleno reinado de D. Afonso III (1258), pois a data documental não é precisa.

9 – A estrutura dos imóveis templários organizava-se em priorados (preceptorias) que tinham sob seu domínio uma série de bailios (comendas), e estes mandavam sobre um número mais ou menos grande de granjas (fazendas), o que mantinha a coesão político-social e paroquial nos espaços ocupados pelo Templo.

10 – Na Carta de Doação (1152) do rei D. Afonso Henriques e da sua esposa, a rainha D. Mafalda, de Sintra ao Mestre Gualdim Pais (representando toda a Ordem), está escrito: prefatas domus, “casas já feitas”, “boas casas”, referindo-se tanto a habitações como a terrenos cultos, bons para semeaduras e colheitas.

11 – Foral de Sintra (1154) = D. Afonso Henriques funda o Município de Sintra pondo a todos os munícipes em pé de igualdade, fossem cristãos, judeus ou mouros, ficando a jurisdição política, económica, militar e religiosa do mesmo a cargo da Ordem dos Templários, que era Milícia Eclesial mas também Real, pois o Mestre prestava contas ao Papa mas igualmente ao Rei do País onde a Província estivesse. No Foral que é a Carta de Fundação, assume-se Sintra Templária, pois no mesmo é fechado com três selos redondos com a Cruz Templária e as assinaturas do rei D. Afonso Henriques, da rainha D. Mafalda e de mestre Alberto, cancelário real. O cancelário ou chanceler era uma espécie de primeiro-ministro encarregue de selar ou despachar documentos importantes relacionados a determinações com a força legislativa de decretos emitidos pela Coroa.

12 – O Paço árabe de Sintra, no Monte de São Martinho, foi convertido em Palácio Real da Vila pelos templários, que para isso contrataram mouros e judeus alforriados, junto com mestres-de-obras possivelmente monges-construtores, conforme consta na Carta Régia de 1281 (Chancelaria de D. Dinis).

13 – Os Templários estiveram instalados no centro da vila, na zona actual do Café Central, Café Paris, Calçada da Pendoa (Pendão) e indo até à Quinta das Murtas, segundo a planta da 1850 que assinala a presença de casas do Templo aí mas que foram demolidas em 1910 quando fizeram-se obras de remodelação urbanística alterando e até apagando o que restava da primitiva feição medieval de Sintra.

14 – Os templários em Sintra celebraram culto a São Miguel e a Santa Maria, numa espécie de rito andrógino ou lunisolar, respectivamente, nos lugares alto e baixo da Serra, o que se denota na igreja de São Miguel (Sol) estar sobre a de Santa Maria (Lua). O culto de São Miguel recua ao período visigótico sintrense de que subsistem vestígios em São Miguel de Odrinhas, e o de Santa Maria, expressão heterodoxa da Mãe Primordial representada pela própria Serra Sagrada, recuará aos cultos matriciais pré e proto-históricos realizados pelos diversos povos que habitaram esta parte da Estremadura portuguesa.

15 – A Sintra Templária era assumida Terra de Promissão e Demanda, ideia graalística que no século XIX e nas primeiras décadas do XX foi assumida e filosofada pela arquitectura iluminada do rei D. Fernando II de Saxe Coburgo-Gotha no seu Jardim e Palácio da Pena (que Richard Strauss chamou de “Palácio do Santo Graal”), e pelo dr. António Augusto Carvalho Monteiro para a sua Quinta e Palácio da Regaleira (hoje espaço museológico que é Mostruário Mudo da Portugalidade Iniciática).

16 – Sendo Terra de Promissão e Demanda, Sintra conteve e contém um itinerário geográfico demarcando um caminho santo cujos passos de realização individual e colectiva, na transformação da vida-energia em vida-consciência que é a Iniciação Verdadeira, desfecham na Cruz Alta, no topo da Serra, a quem o Professor Henrique José de Souza chamou significativamente de Pico do Graal. O Aro Iniciático de Sintra, configurando a sua geografia sagrada, está assinalado por sete lugares distintos e mais um oitavo síntese: Castelo dos Mouros (Sol – Igreja de São Miguel); Santa Eufêmia da Serra (Lua – Capela da Senhora do Ó e Santa Eufêmia); Paço Real (Marte – Igreja de São Martinho); Seteais (Mercúrio – Capela e Palácio da Regaleira); Jardim da Pena (Júpiter – Capela e Palácio da Pena); Lagoa Azul (Vénus – Palácio e Capela da Penha Longa); São Saturnino da Peninha (Saturno – Capelas de São Saturnino e Nossa Senhora da Peninha); Quinta da Trindade (Síntese – Igreja da Santíssima Trindade).

17 – Circundando pela retaguarda o castelo de Colares, os templários conquistam-no sem resistência dos mouros no mesmo ano de 1147. Ainda restam fragmentos de muralhas da primitiva fortaleza nesta povoação cuja origem está envolta em lenda, que João de Barros (Crónica do Imperador Clarimundo, Coimbra, 1522) e Gil Vicente (Auto da Lusitânia, Lisboa, 1531) escreveriam servindo de eco de tradições antiquíssimas que dispõem a Sintra como Lugar de Eleição da Lusitânia e mesmo de toda a Europa. Segundo a lenda descrita por João de Barros, o nome Colares provém de Colir, que era o castelo de senhora Compa (diminutivo de Companhia), pressupostamente alemã (talvez como sugestão velada aos laços consanguíneos do Conde D. Henrique de Borgonha com a Hungria), que o comprara a Zeilão (alteração do termo Ceilão, onde os portugueses também procuraram o Preste João – o Pai João, identificado à própria pessoa do Rei do Mundo, ou seja, Melkitsedek, Chakravarti ou Rotan, cujos promulgadores iniciais do mesmo foram os templários –, ainda João de Barros era vivo), o mouro que mandava em Lisboa, pagando-lhe três colares de ouro, sendo que o colar simbolizará o compromisso da palavra de honra em manter a vassalagem a Lisboa, sede política do território. A evolução toponímica do lugar dar-se-ia da seguinte forma: Cella – Colir – Colar – Colares.

18 – Os conquistadores cristãos de Colares (cerca de 10 kms distante de Sintra) teriam sido comandados por Pedro ou Pêro Pais, alferes-mor e signífero ou “porta-bandeira” de D. Afonso Henriques, que abraçou a vivência eremítica na Serra instalando-se em São Saturnino (lugar onde também Carvalho Monteiro viveu, tendo Júlio da Fonseca esquissado o seu palácio daí em 1918) onde criou uma cella ou ermida onde viveu largo tempo, que no final do século XV foi ampliada para capela e hoje é o templo cristão mais antigo de toda a Sintra e arrabaldes. Pêro Pais acabou deixando essa sua ermida e desceu para Colares onde fundou outra cella, que veio a dar na ermida de Nossa Senhora de Milides, termo significando “olhos de mocho”, a ave da prudência e da sabedoria, o que relaciona Milides a Minerva, a deusa grega do saber. A prova do antigo guerreiro Pêro Pais ser eremita famoso, está na doação que D. Sancho I lhe faz de Cellas ou Colares em 1192: “Petro heremite de Sintria”.

19 – Muito possivelmente, Pêro Pais seria afiliado às doutrinas sufis da heterodoxia corânica ministradas na carvoaria, espécie de mosteiro de recoletos do Islão, da Azóia ou az-zawiya, vizinha de Almoçageme (al-mesjide, “a mesquita”), junto ao Cabo da Roca ou da Serpente (serpens ou cola, donde também colir, o colar serpentário indicativo dum eventual culto subterrâneo ou telúrico neste lugar), onde a par do estudo e entendimento das escrituras sagradas se preparavam as milícias da Crescentada para a jihad, igual na Cruzada à guerra justa, temas desenvolvidos tanto por Becre David Al-Xintari como por São Bernardo de Claraval, Patrono do Templo e Pai Espiritual da Nação Portuguesa, dando prosseguimento ao que enunciara Santo Agostinho de Antióquia, um dos Doutores da Igreja sem deixar de ser neo-platónico.

20 – O primeiro historiador de Colares foi o árabe Abu Ibne Mahmud Al-Qazwini (1203-1283), na sua geografia Ajâ´ib al-Buldân (“Maravilhas dos Países”), tecendo as maiores loas a Colares equiparando-a a um “paraíso maravilhoso”, certamente não só pelas suas fartas riquezas naturais mas também por ser lugar de paz e onde em paz podia-se aprofundar a praxis litúrgica no respectivo mosteiro ou azóia, junto ao cabo-mar na extensão da Serra Sagrada reconhecida e assumida pelos Iluminados Maridjs a Qut-Xvarnah, o Pólo do Espírito Santo algo idêntico ao Chakra Vishuda dos hindus, correspondendo ao lugar da Laríngeo por onde escoa o Verbo inflamado pelo Fogo Criador do Espírito de Santidade (chamado Kundalini e que é representada pela mesma serpente, cola ou colir, que nesta parte de colarense, em São Saturnino – Cabo da Roca, está representada na víbora cornuda de cor verde).

21 – O Culto do Império Popular do Divino Espírito Santo celebra-se na aldeia próxima do Penedo, nos primeiros dias de Junho, Festa instituída no País, em Alenquer, pela Rainha Santa Isabel apoiada pelos Franciscanos cerca de 1321, exportada directamente para aqui como o lugar mais propício à realização do tema Translatio Imperii (“Trasladação Imperial”), cuja origem bíblica está no sonho de Nabucodonosor interpretado pelo profeta Daniel: o rei havia sonhado com uma estátua gigante com cabeça de ouro, peito de prata, braços e bronze e pernas de ferro, tendo Daniel interpretado os vários metais como alusivos dos períodos sucessivos do mundo. O assunto seria retomado por Santo Agostinho e São Bernardo, a seguir pelo monge cisterciense calabrês Joaquim de Flora, e finalmente pelo Padre António Vieira, inspirado pelo seu amigo rabi-mor da Sinagoga de Amesterdão, o madeirense Manuel Dias Soeiro, só para citar os mais famosos.

22 – Os 5 Tempos, Períodos ou Impérios do Mundo, são: 1.º) Assírio; 2.º) Persa; 3.º) Grego; 4.º) Romano; 5.º) Português. Os quais correspondem às Idades tradicionais do Ouro – Prata – Bronze – Ferro e novamente do Ouro (apurado do estado “bruto” em “refinado”, ou seja, de omnipresente em omnipotente), em correspondência com os respectivos estados de Consciência Humana: Física – Vital – Emocional – Mental – Espiritual. Donde se conclui que o Império Português é sobretudo Império de Cultura e Espiritualidade, cuja viabilidade mantêm-se crível e possível nesta paulatina Conquista Espiritual do Mundo que é, afinal, a meta última da intenção quinhentista da Gesta Dei per Portucalensis, já encetada pela Sinarquia Sintriana Templária, em pleno século XII, transformando, efectivamente, Sintra num Jardim do Paraíso Terreal.

0 – Terminou-se com palavras respigadas às ilustres de Elísio Gala (As Linhas Míticas do Pensamento Português, Lisboa, 1995), as quais serviram de encerramento a quanto se disse e sugeriu, não raro entrelinhas: – Portugal sempre foi um país católico, isto é, ecuménico. Um dos nossos paradigmas, o V Império supõe que haverá lugar para todos os homens pelos quais cada homem e cada povo invoca o nome de Deus. O convívio experienciado das três tradições filosóficas e religiosas – Judaísmo, Cristianismo e Islamismo -, serve de testemunho aos construtores do V Império. Com o vindouro Infante de Sagres, o Espírito passará.

Em jubilosa esperança fica-se aguardando por entre as três colunas do Templo do Espírito Santo: a Saudade, o V Império, o Messias. Como preconiza Pinharanda Gomes: «Nesse dia celebraremos a missa sobre o mundo. No altar do mundo, a missa de louvor de toda a humanidade. A liturgia já não celebrará os mistérios da paixão e da morte. A literatura litúrgica arquivará as orações de súplica. Tudo será liturgia de louvor. Cantaremos e adoraremos, ter-nos-emos associado para amar e, desse modo, já desnecessário será pedir, suplicar. Só louvaremos, pela liturgia do louvor, como anjos reboando, pombas brancas, no azul celeste, entoando glórias à Vida».

 

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