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Sintra, Setembro de 2005

R. A. 17771

Sim, eis chegada a Hora bendita do Avatara de Aquarius neste Novo Ciclo iniciado há poucos momentos atrás, precisamente às 15 horas do dia 28 de Setembro deste Ano de 2005, que é o do Novo Pramantha a Luzir, consequentemente, do Esplendor Divino na Terra, e também, segundo o Professor Henrique José de Souza secundado por Mário Roso de Luna, o Dia da Consciência Universal, com que se inicia um Novo Ciclo de Paz, Felicidade e Progresso para o Mundo.

Agora, começam efectivamente os 10.000 anos da Era de Maitreya, o Cristo de Aquarius, e com eles os novos valores aportados ao palco da evolução humana trazidos pelas sementes benditas desta Nova Era toda cheia de Promissão, ou sejam os infantes e adolescentes que serão os homens plenos do Amanhã que já é hoje!

Hoje, sim, já se vê por toda a parte modelos civilizacionais podres e gastos arrastados como folhas secas, mortas pela correnteza da mudança cíclica que certamente arrastar-se-á ainda por mais alguns anos. Isto é necessário, para gradualmente impor-se cada vez mais e em toda a parte a mundivivência da espiritualidade verdadeira sobre o materialismo insano porque apartado, desnorteado dela. Por certo, em conformidade à Lei da Harmonia Universal, o Espírito e a Matéria haverão de equilibrar-se finalmente no altar da Consciência integrada ao Eterno em quem tudo e todos são!

O Futuro que é o Hoje solidifica-se mais a cada segundo que passa e haverá, não duvido, de confirmar estas minhas palavras que nada têm de proféticas, muito pelo contrário, antes de lógica matemática infalível, conformada à Lei dos Ciclos da Vida. Ao longo dos últimos 27 anos a Comunidade Teúrgica Portuguesa esforçou-se – em boa parte conseguiu – por criar as condições condignas a este momento único da História da Humanidade, apelando a tudo quanto de melhor, mental e moralmente, a criatura humana possui, em particular aos Portugueses; para provocar a assunção da consciência colectiva a um patamar superior ou causal, foi paulatinamente, a partir do ano 2000, aplicando o raciocínio, a lógica e a linguagem do Novo Ciclo acompanhadas do desvelar de algumas parcelas das suas revelações internas (as mesmas de JHS ou Akbel), as quais, até esse momento, não eram dadas a público senão como sugestões muito esparsas, ou mesmo nem isso.

O propósito era e é um só: levar o Homem, o português, o brasileiro, o cidadão do Mundo a aperceber-se de que pode, desde que queira, aparte devaneios lúdicos e fantasias impúberes de um momento passageiro, integrar-se às fileiras de quantos(as) laboram real e efectivamente para a Parúsia Universal, o Advento de MAITREYA, o Paracleto que é Juiz, sim, mas também Salvador ou Consolador das Nações, ou seja, as duas Faces do mesmo CRISTO UNIVERSAL: MITRA-DEVA em AKDORGE, e APAVANA-DEVA em AKGORGE, estando para Aquele a “Alma do Mundo”, AKTALAYA. Por outras palavras, os BUDHAS divinos avatarizando os divinos BODHISATTVAS, Excelsos Seres de 8.ª Iniciação Maior privilegiando da Consciência do Plano Paranirvânico ou Monádico e que agem por seus “apêndices” de 7.ª Iniciação Maior, possuidores da Consciência do Plano Nirvânico ou Espiritual. É algo assim como o que o Cristianismo prefigura nas Chamas do Espírito Santo manifestando-se naqueles Eleitos, de maneira a consumarem o PENTECOSTES Universal como Avatarização do Mundo Inferior pelo Superior.

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Nesta CARTA ABERTA ao Mundo, devo agora falar do significado esotérico da data, “tim-tim por tim-tim”, e começo pelo do próprio mês, Setembro. Este, como o próprio nome indica, é o mês SETE do ano astrológico que começa em Março (21/22, equinócio da Primavera), e está sob a influência dos signos Virgem (Mercúrio) e Balança (Vénus), aquele assinalando o 1.º Trono ou Logos (o PAI) e este o 2.º Logos ou Trono (a MÃE), ou sejam os Mundos Divino e Celeste ou Intermediário, faltando o Terrestre do 3.º Logos equivalente ao FILHO, e este segue-se a Setembro, logo, ao Escorpião (Marte… MITRA-DEVA e AKDORGE) presente em Outubro, o mês OITO, algarismo inserto no Número Crístico: 608.

Sim, falta o Avatara advir, concreta e objectivamente, sobre a Terra. Mas, será que já não veio? Disto falarei mais adiante. Por agora devo volver ao valor sete do mês de Setembro. A verdade é que todos os ciclos planetários maiores começam neste mês, enquanto os menores ou astrológicos atravessam cada mês respectivo. Assim, o valor do mês Sete(mbro) expressa a totalidade das ordens planetárias (Logos, Luzeiros) e cósmicas (Logoi, Elohim), a totalidade das mansões celestes expressas pelas mansardas terrestres (Stulas, “Planos”, e Lokas, “Embocaduras”), a totalidade da Sabedoria e da Moral e a totalidade das energias alentadoras do Universo, da mais espiritual à mais densa. De maneira que o mês Sete(embro), para os egípcios, era o período da celebração da Divindade imortalizadora e assim mesma da Vida Eterna levando de nome PTAH-KEB-DUAT, isto é, “o Deus da Terra na Morada dos Imortais”.

Matematicamente, os sete meses (de Março a Setembro) do ano astrológico e as quatro fases do período lunar (Luas Nova, Crescente, Cheia, Minguante), portanto 4×7, fecham e abrem o ciclo maior. A este respeito, Fílon observa que sete vezes a soma dos sete primeiros números chega ao mesmo total: 28. Consequentemente, o mês sétimo indica o sentido de uma mudança após um ciclo concluído de uma renovação positiva.

28 é o número de casas ou asterismos lunares marcando o período de dias que a Lua leva a percorrer na sua trajectória em volta da Terra. Como esta pode ser tomada como a expressão máxima da Matéria Universal, então o número 28 indica os sete quaternários (4×7) por que, simbolicamente, se expressa o Plano Físico Cósmico (Prakriti), composto de 7 Planos vindo do Espiritual ao Físico denso, inserto no Quaternário da Matéria Universal abrangendo cada um desses Planos. Por seu sentido de fortaleza e fixação, indica a dupla harmonia do Céu e da Terra.

Com esse significado vai bem o Arcano 28 do Tarot, “A Incerteza”, isto porque tudo é incerto enquanto essa harmonia do Espírito e da Matéria juntos não se estabelecer. É Arcano que simboliza a virtude humana da própria determinação, donde o seu axioma transcendente: “Não busques nos outros o que está em ti; nem busques em ti o que está nos outros”. Logo vem a resolução assinalada na redução teosófica de 2+8 = 10, Arcano de “A Retribuição” ou “A Roda da Fortuna”, sim, por ser a expressão do mistério da Lei de Compensação ou Karma, já hoje cada vez mais dissipando-se a nível planetário com o desaparecimento paulatino de todos os «valores» podres e gastos do Passado, pelo que representa o princípio do Verbo plasmado, a ordem e a necessidade da sua existência, o que se assinala na letra hebraica Yod correlacionada a Júpiter (expressivo da Autoridade Espiritual do PAI, o Logos Planetário no Centro da Terra, em Shamballah como o Sol Central purpúreo da mesma, donde o Avatara seu FILHO haverá de ser enviado à Face da Terra. Razão porque astrologicamente o atributo modelador do Arcano 10 é Plutão em Escorpião). De maneira que com o Advento do Avatara de Aquarius a frase lapidar da Montanha Sagrada de Sintra, “Quem nasce em Portugal é por Missão ou Castigo”, haverá de concretizar-se na novel de Quem nasce em Portugal é por Missão sem Castigo!

Sim, porque o Arcano 10 também é o da 10.ª Sephiroth da Árvore da Vida (Otz Chaim), ou seja, Malkuth, o “Reino”, este mesmo Mundo tornado Novo por meio do Venerável Decano dos Professores, HENRIQUE JOSÉ DE SOUZA (1883-1963), tendo mesmo lhe consagrado a 10.ª Sinfonia de Beethoven, criada no Mundo de Duat, com o título Ressurreição. Sim, Ressurreição desta Nova Era de Promissão!

Encontra-se, ainda, o valor 8 nas 3.ª e 5.ª linhas do Odissonai: a Sentença de Deus (Balança) que conduz à Realização de Deus (Sagitário), por acção directa dos que expressam directamente a Sua Obra na Face da Terra como Tributários e Templários, ou sejam aqueles em cuja sangue e alma discorre a quintessência da natureza Assura e Makara da 1.ª Manifestação Divina, os Munindras assim postados sob a égide respectiva de ARABEL e AKBEL. Essas linhas do Odissonai são exactamente as de SINTRA, ontem KALA hoje SATYA-SISHITA, sim, de “pedra negra faiscante” transformada em DHARA, a “pedra branca cintilante”, o que vale dizer: o Karma transformado em Dharma, a Missão sem Castigo.

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O dia 28 deste mês consagrado, este ano correspondeu a 4.ª feira, dia de Mercúrio, planeta assinalando ser o seu Luzeiro quem inaugura o Ciclo de Aquarius: AKBEL, assinalado na 4.ª linha equilibrante do Odissonai – a VONTADE DE DEUS. Isto vai bem com o Orago do dia segundo o santoral cristão: S. Venceslau, sim, o Santo Vencedor do Ciclo das Necessidades (Piscis), o próprio ARABEL nestas ocidentais plagas encaminhado por seu Irmão AKBEL à direcção do Novis Phalux a Luzir – Vitória do Tetragramaton ou o Pentalfa Luminoso, Flamejante, hoje mesmo chamado de Estrela do Natal e Estrela da Iniciação no escrínio da Igreja e da Maçonaria. Já o dia 29, segundo o mesmo santoral, é consagrado aos Arcanjos S. Miguel, S. Gabriel e S. Rafael e também a S. Auriel, o que vai bem com a confirmação posterior do valor quaternário do 28 assinalado nesses outros nomes tradicionais e iniciáticos dos 4 Augustos Devas-Lipikas, os “Senhores do Karma Planetário”: MANU – YAMA – KARUNA – ASTAROTH, expressando aos “Senhores do Karma Universal”, os Excelsos Maha-Rajas: DRITARASTHRA – VIRUDAKA – VIRUPAKSHA – VAISVARANA.

Essa 4.ª feira deste mês consagrado esteve sob o signo da Balança, cuja Lua-Cheia iniciou às 02.01 horas de domingo (dia do Sol) do dia 18 (Arcano da Lua), portanto, num período andrógino ou lunissolar em guisa de marcar o começo da Era do Androginismo Divino, na qual os sexos opostos (homem e mulher, Sol e Lua) haverão de ficar em perfeito equilíbrio em todos os sectores da vida humana e espiritual. Balança e Vénus em Mercúrio (4.ª feira) marcam bem o Par Celeste ALLAMIRAH E AKBEL, que de Shamballah projectam ao seu Excelso Filho MAITREYA à Face da Terra. Com tudo quanto significa e implica, enfim, Aquarius inicia sob a égide grandiosa de AKBEL E ALLAMIRAH, sim, a “Mira do Céu” ou “Olhar Celeste”, Mãe Divina desde a primeira hora caríssima aos Teúrgicos e Teósofos de KURAT-AVARAT (“A Tradição Secreta dos nossos Maiores”), a mesma SINTRA encantada toda Mulher, toda Céu… em que se integram os valores sacrossantos expressos na letra laudatória do Hino Ave-Maria, escrito e musicado em 1948 pelo mesmo Professor Henrique José de Souza, o Venerável Mestre JHS:

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Quanto às 15 horas da entrada do Sol no Ciclo de Aquarius, neste mesmo Setembro de 2005 (ano igualmente contendo o valor 7), segundo a ciência dos Tatvas ou “forças subtis da Natureza”, é a hora em que Saturno (planeta natal do mesmo Aquarius) actua na 4.ª feira com maior intensidade sobre a Terra pelo seu elemento natural Ar, ou Vayu-Tatva. Isto é muito interessante porque Saturno e o elemento Ar correspondem à 1.ª Hierarquia Divina dos Assuras (os Arqueus segundo o judaico-cristianismo) que foram a Humanidade da 1.ª Cadeia Planetária, aquando se deu o Sopro ou Levante dessa mesma 1.ª Manifestação Divina nos evos da aurora do Universo. Assuras, em boa verdade, são todos aqueles primitivos Lusos ou “Filhos da Luz” construtores das condições à manifestação futura da Obra de Deus na Face da Terra antes mesmo de Portugal existir como país, os quais chegaram até hoje formando “Círculo de Resistência” em volta de Sura-Loka, cujo “apêndice” exterior é a mesma Montanha Sagrada de Sintra.

Sendo Saturno o sétimo planeta afim ao sétimo dia, sábado, bafejado por esse mesmo 7.º Raio de Luz, tem-se este como o diapasão dos “Obreiros Silenciosos” do Seio da Terra, os divinos SERAPIS ou SERAPICOS, a ver com o “Sol Saturnino, Negro, Primordial ou da Meia-Noite”, sob o comando da 1.ª Linha ou Raio dos MAFOMAS, isto é, AB-ALLAH. O que está em baixo encontra-se com o que está em cima… particularmente em S. Saturnino da Peninha de Sintra, o 7.º Lugar Jina do Sistema Geográfico Sintriano, “ninho alcandorado de águias” por entre cujas fragas anacoretas, santões e alquimistas, desde os celtas aos árabes, moçárabes e cristãos, viveram em mística solidão e não poucos alcançaram a “Cabeça de Satan” (Sat+An ou Aum), isto é, a “Iluminação Hermética do Homem Integral”. A ver com as verdades ocultadas deste lugar, há alguns anos atrás o guardião do palácio-capela da Peninha soltou-me o flagrante no rosto: “Sabe, por debaixo destas pedras há vida”! Respondi-lhe somente: “Absolutamente de acordo”.

Eis a razão de ter sido realizado em S. Saturnino da Serra de Sintra o Ritual de Aclamação de Abertura do Novo Ciclo de Aquarius, em seguimento ao Odissonai (“Ode ao Som” como Psalmo dos Psalmos, Cântico dos Cânticos) realizado no Santuário Akdorge de Portugal. Estando tudo assombrosamente relacionado entre si numa sucessão de factos matematicamente infalíveis onde a ingerência humana apenas serve de eco e efeito a Desígnio ou Causa transcendente, a explicação só se encontra na Lei de Causalidade que assiste à Mecânica Universal: é a Mão de Deus quem, mais uma vez, está por detrás de tudo, pois nenhum homem tem o poder de fazer com que o Céu e a Terra se identifiquem em tantas e extraordinárias correlações lógicas que o momento único apresenta, posto não ser o homem que escreve estas linhas quem as inventou para a ocasião, antes, elas apresentaram-se por si mesmas e ele limita-se a registá-las.

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Ritual de Aclamação do Novo Ciclo de Aquarius em São Saturnino de Sintra (28.09.2005)

Tanto quanto as 15 horas relacionarem-se simbolicamente com o igual número cabalístico de Astaroth, a ver com a presente 4.ª Ronda da Terra e o Reino Humano por Ele dirigido desde a ocidental coordenada (Oeste), assim fixando o Ex Occidens Lux, sendo a Triflama ou Três Chamas irrompendo da cabeça deste Buda de Realização a projecção flogística dos Três Logos (Theotrim) nele mesmo, o que é simbolizado por essas mesmas 3 horas da tarde, sim, a do crepúsculo dos deuses Assuras!…

O próprio Matra-Akasha, datando o Renascimento de AKBEL, marca neste dia 17.771, que reduzido teosoficamente dá o valor 32 dos Raios do Sol Oculto ou Central do Sistema de Evolução Universal projectado no Seio da Terra como Shamballah, sendo que 3+2 = 5 indicador do Quinto Sistema Planetário e Geográfico, neste caso sendo Sintra assinalada no Pentalfa Flamejante, o Tetragramaton. Contando só o valor 17 este é o do Arcano de Portugal, “A Estrela dos Magos”, “As Estrelas” que cronometram o seu biorritmo. Deste Arcano 17, “A IMORTALIDADE” conforme o Tarot Aghartino, falou o nosso Venerável Mestre JHS:

“A IMORTALIDADE. Lindo quadro se apresentava. Eu via o 6.º Sistema: um Sol Central tinha por embrião enorme Borboleta, saindo de um Ser de aspecto feminino. E eu tive a impressão de que chocava enorme Ovo que, em verdade, era aquele mesmo Sol. Contei-lhe os Raios e em vez de 32 eram 48. Eu compreendi: 8×4 = 32, o 4.º Sistema; 8×5 = 40, o 5.º Sistema; 8×6 = 48, o 6.º Sistema. Neste momento senti que o meu ovo áurico abrangia todo o Globo Terrestre, do Pólo Norte ao Pólo Sul e que algumas crianças me viam (coisa estranha) na Ilha de Itaparica (…).”

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Esse trecho de AKBEL na sua forma humana teve o seguinte comentário de um seu discípulo, o ilustre Teósofo Sebastião Vieira Vidal (sendo os comentários entre parênteses da minha autoria):

“No dia 28 de Fevereiro de 1949, os Excelsos Munis, em guisa de Matra-Devas (Anjos Celestes ou do 2.º Mundo) em corpos físicos (isto é, estes avatarizando aqueles em seus corpos etéricos), trouxeram ao Templo os Avataras recém-nascidos (Mitra-Deva e Apavana-Deva), estabelecendo a ligação entre o Templo de São Lourenço (Minas Gerais, Brasil), Secção Externa, e o 8.º Templo (do Caijah, no Mundo de Duat), Secção Interna. Eis porque o consideramos como Casa da Suprema Beatitude, a Loka da Harmonia Universal. A nossa reverência máxima aos caríssimos Adeptos de Compensação, firmando nessa época o Trabalho que começou em Niterói (em 10 de Agosto de 1924).

“O Arcano 17 faz-nos lembrar o dia 17 de Fevereiro de 1960, quando os 4 Maharajas desceram do 2.º Trono para a Agharta (isto é, projectaram directamente a sua Consciência aí, todavia permanecendo a sua Presença nas respectivas coordenadas do Universo), aumentando o valor dos 4 Kumaras e demais quaternários. Foi um dia grandioso, que estimulou a dinâmica do Pramantha (ou Ciclo de Evolução Universal, simbolizado tanto pela Swástika como pela Rosa+Cruz), e os 4 Kumaras (ou Devas-Lipikas, M.Y.K.A.) passaram a espelhar os 4 Deuses ou Sóis da Constelação de Ziat (Cruzeiro do Sul). Nesse dia, a Excelsa Lorenza (no escrínio de Monte Airu, em Itaparica) foi elevada à Hierarquia de Ishwara Feminino, como reflexo do 5.º Maharaja de cima.

“O Arcano 17 também nos lembra o supremo nascimento dos Dhyanis, que vieram do Céu para brilhar na Terra em torno dos 4 Maharajas, vibrando em São Lourenço.

“Muito esplendor aos que trabalham para acender no seu peito a Luz de Agharta e na cabeça as 3 Chamas benditas (de Astaroth), elevando a mente aos cabelos electrizantes das Barbas do Eterno!

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“Falando sobre o Arcano 17, não podemos esquecer as Estrelas: Ziat-Balashim, constelação das Plêiades, dos Rishis e dos componentes da Hierarquia dos Jivas (homens), que têm como Espírito as Estrelas do Céu. E 777 Estrelas se apagaram, para rebrilhar nos vasos sagrados que deixaram de ser físicos para imortalizar-se nos corpos celestes, as Estrelas. Por isso, os Jivas estão nos Céus proclamando a Vitória de Deus.

“Glória ao Arcano 17, expressão do 8.º Sistema Geográfico: um Sol com 7 em seu redor. Se houvesse alguém com a visão do excelso Ezequiel poderia ver, pelo menos, 4 Sóis.

“Glória às Estrelas no Céu e Pax Perennis Dei a todos os Seres da Terra!”

Eis porque PORTUGAL só podia ser o berço privilegiado da Obra do Eterno na Face da Terra, sobretudo a partir de 1899 (para não recuar a 1800… com Jesus e Maria no Pico da Serra Sagrada de Sintra, em seu Avatara Momentâneo), o que levava JHS a proferir constantemente: “Portugal, Lisboa, SINTRA, berço abençoado de nossa Obra que aí fez a sua espiritual eclosão! PICO DO GRAAL, sim, pino do futuro Império Espiritual do Mundo, entendido como a criação do 5.º Sistema Universal projectado pelo 6.º”. E isto diz tudo… como tudo (quase…) digo agora: ARABEL coadjuvado directamente por AKBEL, o Rigor da Lei temperado pelo Amor de Deus, expressando a acção conjunta dos 5.º e 6.º Raios de Luz do Novo Pramantha a Luzir em íntima correlação com o CRUZEIRO MÁGICO DE MARIZ, nas palavras do mesmo Mestre JHS.

Esses 5.º e 6.º projectam o 7.º Raio de Luz do Logos Único e que é canalizado e distribuído na Terra pela 7.ª Linha Serapis, a qual irá nortear o período avatárico dos 10.000 anos do Reinado de Maitreya, e aos poucos os 5.º e 6.º Raios das Linhas Morya e Kut-Humi dissolvendo-se nele como projecção do 8.º Raio Síntese, onde termina a condição de Dhyani-Jiva ou Choan e começa a de Dhyani-Buda ou Mahachoan, correspondendo à passagem da 6.ª Iniciação Real para a 7.ª. Sendo o 7.º Raio de cor laranja dourada a ver com o Sol no solo da Terra, vai bem com a cor de tez da futura Raça Dourada que já hoje urge, apesar de timidamente, um pouco por toda a parte, sim, essa a Humanidade Cristina, Crística ou de Maitreya.

As condições para a implantação do Reinado de Maitreya, o Cristo Universal, vêm sendo preparadas desde o ano 1000 d. C. no Brasil (com a passagem dos valores monádicos de Teresópolis (RJ) a Aiuruoca (MG), ou seja, do final da Raça Atlante ao começo da Raça Ária), e sobretudo em Portugal, altura em que começou a história da formação do Condado Portucalense no Norte da Península Ibérica. Segundo JHS, o esquema hierárquico para o Novo Ciclo hoje fazendo a sua espiritual eclosão é o seguinte, em traços gerais:

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Os 7 Raios de Luz do Logos Solar projectados no Logos Planetário estão representados nos sete principais Adeptos (Dwijas e Choans) da Hierarquia Planetária estrategicamente dispostos nos sete principais Postos Representativos mundiais afins aos Centros Vitais ou Sóis de Vida (Chakras) aí vibrando com maior intensidade como sendo os próprios do Logos da Terra. Tem-se:

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A Terra recebe dos 7 Luzeiros que o Céu tem os 7 Raios de Luz por eles recebidos e filtrados do Logos Solar (motivo de também os chamarem de Sete Espíritos diante do Trono, representados no candelabro de sete chamas), e é por isso que cada dia da semana relaciona-se a um desses Planetas e respectivo Raio, como sejam:

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Observa-se que a disposição das cores e Adeptos representativos dos respectivos Raios aparta-se completamente dessas outras de Charles Leadbeater e Alice Bailey, profusamente copiados e plagiados pelos hodiernos movimentos “new age”, pois que essa é a nossa de JHS; ademais, o Conde de São Germano não se relaciona directamente ao 7.º Raio tal como este não é de maneira alguma violeta, cor lunar, o que entraria em contradição flagrante com o esplendor do ciclo solar ou espiritual que ora inicia. Quanto muito púrpura, mas isto a ver com Ab-Allah e Júpiter (planeta agora em exaltação no signo de Aquário, enquanto Plutão está em “queda” no mesmo, expressando assim os Mundos Subterrâneos em vibração intensa nesta hora e sendo quem une o Céu com o Inferno, Infera ou Lugar Inferior ou Interior, na Face da Terra), como também com a 5.ª Loka de Sintra assinalada por essa cor que é a do primeiro elemento natural, o atómico ou Adi-Tatva, de que se reveste o Princípio Espiritual (Atmã) assinalado nesse 5.º Planeta da semana.

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Nesse sentido, devo salientar que o planeta afim a Aquarius é Saturno, cujo “aspecto superior” está em Urano e o “inferior” em Plutão, estando nesta hora, como disse, Júpiter em “exaltação” neste signo e Plutão em “queda”. Pois bem, a conjunção ou metástase de Saturno com Júpiter, da Matéria com o Espírito, chama-se em aghartino Asga-Laxa e é aquela que impulsiona a abertura de um Novo Ciclo e o advento de um Novo Avatara. Já Urano designa o Uraniano Perfeito ou Andrógino Alado – o Adepto Real – cuja Idade começa nesta Hora, enquanto Plutão assinala o “domicílio” actual dos que alcançaram essa condição de Uranianos Perfeitos, ou seja, o mundo ctónico, subterrâneo, a Agharta mesma!…

Sobre isso, devo informar que desde a preciosa data de 22 de Março de 1963 os Dhyanis Kumaras e Budhas revezam-se de sete em sete anos nos Postos e respectivos Sub-Postos Internacionais e Sul-Mineiros, tendo cabido neste ano de 2005 a Eduardo ficar em Tassu (São Tomé das Letras) e a Sakiel permanecer até 2012 em Sura-Loka (Sintra). De maneira análoga, os demais Dhyanis para os seus respectivos Lugares Jinas ou Montes Santos, assim mantendo a dinâmica universal deste Novo Pramantha ou Ciclo de Evolução auspiciado pelos 7 Raios de Luz Divina promanada do Logos Solar ao Logos Planetário, recebida directamente pelos Excelsos Dhyanis no pico da insigne Fraternidade Branca dos Bhante-Jauls, sim, os “Irmãos de Pureza” como “a esperança viva do Traixu-Lama”, no dizer de H. P. Blavatsky, esse cujos dotes iniciáticos, segundo René Guénon, “mais que mágicos são teúrgicos”.

Com efeito, o projecto avatárico para a Nova Era de JHS chama-se Missão Y ou dos Sete Raios de Luz, aportando os valores imperecíveis do Passado no Presente projectado no Futuro. Isto é Pramantha! Pramantha, como já disse, é termo sânscrito retirado da tradição litúrgica védica que significa, em termos cosmogónicos, “acção cíclica”, ou por outra: Ciclo de Evolução Universal. Emblematicamente, ainda segundo a tradição védica, o Pramantha é representado pela Cruz Jaina (a Swástika), e ainda pela própria Rosa+Cruz, esta que se vê na abóbada do Templo português consagrado ao Cavaleiro das Idades, Akdorge. Está aí porque assinala o próprio Cruzeiro Celeste (a quem Fernando Pessoa, em A Mensagem, chama de Sul Sidéreo) que é quem determina os momentos de nascimento, desenvolvimento e fenecimento de cada um dos Ciclos de Evolução em que se reparte a Vida Universal.

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Quem anima e locomove o Pramantha, o Ciclo de Evolução, como disse, são os Sete Raios da Luz do Logos Planetário recebidos directamente do Segundo Aspecto Amor-Sabedoria do Logos Solar, identificado como Cristo Cósmico ou Universal assinalado no Y (a “letra d´ouro” dos antigos pitagóricos), este igualmente demarcando tanto os Deva-Pís ou Gémeos Espirituais Akbel-Allamirah, hierarquicamente imediatamente “abaixo” do mesmo Logos ou Cristo Cósmico, como ainda, em termos geográficos, os dois hemisférios do Globo Terrestre, Oriente (Amor, Iluminação) e Ocidente (Sabedoria, Iniciação). Consequentemente, a Missão Y é universal, e por intervenção directa dos mais excelsos paradigmas do Género Humano, os divinos Choans (“Cisnes”, em páli, usufruindo do estado de Consciência do Absoluto correspondendo à 6.ª Iniciação Real, equivalendo no simbolismo cristão à “Assunção de Jesus e Maria”) “encabeçando” os Sete Raios de Luz, é criado o Novo Pramantha tendo por base as experiências realizadas no Antigo Pramantha, por outras palavras, os valores reais do signo ou ciclo de Peixes vêm sendo transferidos gradualmente para o de Aquário, não menosprezando aquele mas escoando tudo quanto possui de positivo e imperecível, em termos de valores humanos e espirituais, neste e agora, no Presente assim marcando o fim do Passado onde ao Ex Oriens Umbra impõe-se o Ex Occidens Lux!

Observe-se o esquema seguinte que deixo à meditação do respeitável leitor e sobretudo dos Veneráveis Munindras que cultivam a noção de responsabilidade e de integração ao Espírito da Obra Divina sem misturas nem confusões místicas onde por norma se atropelam as noções mais desavindas e soltas na descontinuidade e desconexidade próprias do pensamento emocional, já agora desassombrados ou assombrados (quiçá?…) quanto a estes Mistérios Sagrados, mesmo que oferecidos de maneira incompleta mas perfeitamente de acordo com as Revelações do Novo Ciclo acabado de nascer, sendo de dever ignorar por completo as “vaidades e presunções” de certos “budas de aviário” conspirando contra tudo e todos que não os reconheçam, à sua vã e pueril fantasia, nos quais o psiquismo campeia em triunfo desgraçado sobre a pura Espiritualidade como a ensinou e ministrou o nosso Venerável Mestre JHS:

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Considero que com esse esquema muita coisa fica clarificada, e também demonstrada que o Brasil será plenamente o que lhe está determinado pela Lei Suprema na medida em que a Excelsa Fraternidade Branca concorrer, com a sua Consciência e Energia, para aí de todas as partes do Globo, muito particularmente de Portugal, actualizado como está ao assessorar o 3.º Raio (subsidiariamente o 5.º) da Actividade Criadora do Terceiro Logos, este mesmo do ESPÍRITO SANTO cujo Ciclo já iniciou antes, no Plano Causal ou Mental Superior, em 24.02.1954. É para isto, no final de contas, que todos os Lusos desta Obra Divina trabalham: a plasmação do IMPÉRIO DO DIVINO ESPÍRITO SANTO À FACE DA TERRA, o REINADO DE MAITREYA ou o mesmo IMPÉRIO ANDRÓGINO DE MELKITSEDEK. Enquanto isso, o Matra-Akasha aparelha no Altar com a Divina Pomba marcando o Tempo da sua manifestação final. No mais, Ave Mariz Nostra!

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Tudo em conformidade à letra e regra do Salmo de Cobertura ao Sol do Novo Mundo, pela primeira vez entoado em Portugal, em Sintra dentro da velhinha capela de S. Saturnino da Serra na supradita data de 28.9.2005:

1 – Glória à primorosa Ética Universal presente nos Sete Princípios de Vida, Energia e Consciência engastados nos Sete Tronos da Terra como gemas preciosas da Coroa que orna a Mente do Rei do Mundo. Com a dinâmica impulsionadora da Evolução avante os Excelsos Arautos do Mundo Jina noite e dia tecem o Casulo Áurico, entre os nobres Cortesãos, Príncipes e Reis da Agharta inspirando os Governadores das Nações da Face da Terra, desta forma dando guarida ao Reinado de Suryaj ou Helius, o Sol Espiritual do Divino Espírito Santo.

2 – Glória à Ética Tributária e ao Carácter Templário, espelho da Autoridade Celeste na Justiça Terrestre.

3 – Júbilo ao Eterno, Deus Único e Verdadeiro, através dos Sete Raios do Novo Pramantha a Luzir manipulados pelo Excelso Rabi-Muni, Supremo Dirigente dos Munis das Confrarias Jinas esparsas estrategicamente nos Montes Santos da Terra. Glória ao excelso trabalho desse honrado Filho da Cabeça de Brahma, representando o Peito do Mundo em que se acolhe o Filho no Pai, na dinâmica Kumárica da Obra da Evolução.

4 – Que o nosso pensamento alado pelas asas da sublime abstracção divina, e o poderoso sentimento de santidade e devoção mística pela Obra de Maitreya, o Cristo Universal, faça eclodir de nosso interior as formas reais do Bem, que são escudo inquebrantável protegendo e envolvendo em Realeza os divinos Protagonistas do Tim-Tim por Tim-Tim da Obra de Deus na Face da Terra.

5 – Nós vos exaltamos divino Akdorge, como espelho da Vontade Suprema. Glória às Espadas Tulkus forjadas no braseiro do Sol Central da Mãe-Terra. Nós vos exaltamos divino Akgorge, Profeta de Deus, espelho do Supremo Amor e Sabedoria. Glória aos Báculos Tulkus talhados no éter profundo que envolve a Divina Mãe. Homens e Mulheres privilegiados, Velsungos e Valquírias do Paraíso Terreal, o Reino encantado de Agharta. Cantemos louvores aos digníssimos Santos e Guerreiros que mantêm a Ordem, a Ética, a Estética das Verdades eternas na Terra.

6 – Que a nossa Força Mental e Energia Coracional seja só dirigida à Augusta Obra, ao Apta em Akbel, Allamirah e Maitreya. Possa o nosso Poder Interior acender e ascender em Línguas de Fogo e fazer crepitar nas cabeças de todos os Filhos e Filhas do Novo Pramantha a Luzir as Três Chamas Pentecostais do Glorioso AL DJABAL, Arabel como Rigor, Inteligência e Justiça, ao lado do Amor, Devoção e Rectidão, inaugurando a Idade de Maitreya, o Quinto Império Universal.

7 – Glória, Luz e Esplendor aos 49 Adeptos Independentes encobertos nos Montes Santos do Mundo, sobretudo na Confraria Jina de Kurat-Avarat, a nossa Montanha Sagrada de Sintra.

8 – Honra ao Dever das Espadas e dos Báculos que defendem e mantêm ao Fogo e à Luz do Sol Central nesta sua 4.ª Jornada cíclica, no Plano da Vontade manifestada como Actividade Universal, incutindo a Integração e a Responsabilidade de um e todos.

9 – Olhos e Ouvidos Alerta! Vigilância dos Sentidos, nobres Cavaleiros e excelsas Damas do Pai, da Mãe e do Filho. Erguei as vossas flamígeras Forças e ígneas Energias tributárias da Lei que a tudo e todos envolve, em defesa do Apta na Mansão do Amanhecer, Shamballah, em Defesa da Instituição e da Obra como Origem e Padrão das nossas Realizações, realizando a REALIZAÇÃO DE DEUS.

10 – ALERTA! E FIRMES NOS SEUS POSTOS, UM E TODOS, DIGNÍSSIMOS MUNINDRAS DO ETERNO!

A Hora exige a Realização do CARÁCTER SACERDOTAL e da CULTURA TRIBUTÁRIA como Revelação dos Mistérios do Céu nos Arcanos da Terra.

LUTA            PELO            DEVER

  AT                 NIAT            NIATAT

BIJAM

Para fechar esta já longa mas acredito que preciosa CARTA ABERTA ao Novo Ciclo, repito mais uma vez: para se puder reconhecer o Cristo externamente é necessário primeiro despertá-lo internamente! Por isso, “a Humanidade só será feliz quando reconhecer o Avatara”, afirmou JHS em 1963 na cidade de São Paulo, já às portas do seu regresso definitivo a Agharta em corpo imortal, e a sua Excelsa Companheira de Missão, D. Helena Jefferson de Souza, rematou posteriormente em 26 de Fevereiro de 1977, às 20 horas, no Rio de Janeiro: “É necessário que cada discípulo ache dentro de si mesmo o seu Mestre, para que quando Maitreya chegar nós estejamos aptos a reconhecê-lo, a senti-lo e a venerá-lo”.

Com tudo, apresento o penhor da minha eterna gratidão a todos, presentes e ausentes, vivos e idos, que acompanharam até esta Hora Magna os passos avatáricos da Obra do Eterno na Face da Terra, a todos que me incentivaram a prosseguir, a todos que me defenderam e permitiram viver até ao momento. E todos somos, no final de contas, filhos e filhas de Sintra, de Portugal, partículas vivas do Novo Avatara de Aquarius a irromper sobre a Terra, pela mente, pelo coração, pela vontade determinada em criar um Novo Ciclo cheio de Felicidade e Progresso humano e espiritual para o Mundo!

A minha inteira fidelidade à Suprema Tríade: Akdorge, Akgorge e Aktalaya, o Pai do Fogo Sagrado envolto pela Alma do Mundo!

 Salve, AQUARIUS – 2005!

Salve, CRISTO UNIVERSAL!

ADVENIAT REGNUM TUUM

BIJAM

CRÉDITOS FOTOGRÁFICOS: Arquivo Comunidade Teúrgica Portuguesa e Emigus Photography.

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