JHS

SALMO 151

 ESTUDO SOBRE O SALMO 151

SALMO DOS JINAS (19/08/1980)

 

 No estudo sobre o Salmo 150, há um item com o título de “Linha Suplementar ou aquela com a qual abrimos as demais, por ser formada pelos Seres (MUNIS) Guardiões da Montanha Sagrada L∴ P∴ D∴. A seguir, há a referência: “1. Rabi-Muni – Mercúrio – criação de JHS (ex-Samael); 2. Tara-Muni – Vénus – criação de HJS; 3. Arani-Muni – Marte – criação Devakânica”. Na margem direita do livro original há uma Coroa, com os dizeres: “Reflexo do Pai, Mãe, Filho”, e assim por diante até ao número 10, Todes, etc. No final do item há uma anotação sugerindo a substituição da expressão “criação de…” por “ligado a…”.

Por volta de 28 de Setembro de 1930, data da criação da Confraria Jina da Montanha Sagrada para recolher as Almas redimidas pelos seus próprios esforços, Sua Majestade, o Rei-Sacerdote Melki-Tsedek, usou a expressão já citada, porque ainda não era a hora de oferecer aos Membros da sua Instituição, à Corte de Sua Majestade na Face da Terra, as revelações integrais relativas à função dos Excelsos Munis, e consequentemente de se criar Seres pelo processo de Kriya-Shakti, sim, pelo Poder da Mente Divina. Mas, graças ao processo da Mayavada, da Maiêutica Kumárica, ELE conseguiu estabelecer a perfeita ligação entre os Excelsos Munis da Montanha Sagrada e os Egrégios Membros da Instituição. Nessa fase de organização, o Excelso Senhor JHS escolheu os elementos mais proeminentes de Dhâranâ – na época – a fim de ligá-los aos Munis de Moreb, aliás, essa escolha recaiu nos mais categorizados para simbolizar ou representar os Kumaras ou Dhyanis-Kumaras, obedecendo sempre ao sublime Septenário. Os escolhidos eram os mais íntimos do APTA, pois quase sempre se encontravam na Régia Morada de JHS. Eram eles: JHS – o Chefe; HJS – a Sacerdotisa (como era chamada na época); Walter Orion; Carlos Gonçalves de Souza – o Sacerdote Vayu; TAG – Coluna B; CAF – Coluna J; Dr. Cícero Pimenta de Mello – genro dos Gémeos Espirituais; Dr. Eduardo Cícero de Faria – filho do Venerável RALPH MOORE; Teodoro Nunes – ligado ao Dr. Faria, por questões kármicas de vidas passadas.

Monte Verde

Na fase inicial da Missão dos Sete Raios de Luz não se possuíam conhecimentos secretos relativos aos mistérios das criações pelo processo de Kriya-Shakti, nem sobre Tulkuísmo, e muito menos ainda sobre os Mundos Paralelos ou Interiores.

Anos após essa fase inicial, começaram a aparecer ou a ser ministrados os aspectos da verdade sobre SAMAEL – que funcionou também com os nomes sagrados de JOHN KING, EL MORO e outros. Foi um Assistente muito eficaz de H.P.B. na América do Norte e na Índia, auxiliando-a a produzir fenómenos estranhos para atrair os americanos do Norte a fim de formarem a Instituição que trabalharia para a Sexta Sub-Raça, pois que a Sétima sairia do Brasil.

A adorável contraparte do valioso JOHN KING apresentava-se com o nome de KATIE KING… Passaram-se os anos, e veio a revelação de que o inesquecível SAMAEL é o terceiro Tulku do Senhor AKBEL, e consequentemente a Excelsa KATIE KING (Lilith) a era de Sua Majestade, a Rainha-Sacerdotisa de Melki-Tsedek. Como se vê, esses dois Seres são os Representantes dos Gémeos Espirituais, por isso tinham ao seu redor e às suas ordens os seus Sub-Aspectos, ou melhor, “Sub-Tulkus”. Os Jinas, as Forças Psicofísicas defensoras do Manu Primordial em forma-dual, e naturalmente da sua Obra na Face da Terra, eram em número de 9 em Moreb. Esses 9 SERES são portadores dos ígneos nomes de SAMAEL (John King), LILITH (Katie King), Jina-Sit, Jina-Bhutau, Jina-Maru, Jina-Sadu, Jina-Tamas, Jina-Rajas e Jina-Satva. Logo, esses 9 Jinas de Moreb representam as Forças imanentes do próprio ETERNO expressadas pelo Buda Rabi-Muni e, em determinados ciclos, pelo Deus Akbel. Bastava Este pensar ou desejar algo, que esses Jinas executavam os seus desejos de imediato. Eles constituem, por assim dizer, o Oitavo Tatva ou Força Universal. Por isso dominam os Reinos da Natureza.

Aplicando o método de ensino do Senhor AKBEL, estabelece-se a relação desses 9 Jinas com o que diz a Tradição: o Mundo foi criado em 7 Dias, e após o Criador descansou em 2, logo, houve a acção dos 7 Luzeiros e mais os Oitavos Pai e Mãe. Fala-se sempre em 7 Dhyanis e mais os Manus Masculino e Feminino. Segundo a Astrologia vulgarizada, há os 7 Planetas e mais Urano e Neptuno. Ora, o Arcano 9 é o representativo do Adepto Perfeito. A Suprema Tríade agindo nos Três Tronos, equivale ao Trabalho de nove Coisas.

Dando como exemplo acerca que foi escrito, cumpre relatar alguns acontecimentos na Obra para maior esclarecimento e cunho de veracidade sobre o tema em estudo. O Senhor JHS, certa feita, estava realizando determinado trabalho com a Coluna J no Rio de Janeiro e teve necessidade de um anel que se encontrava na Vila Helena, em São Lourenço. Bastou o Grande Senhor sentir essa necessidade e segundos após o anel era materializado por ELE, o que compreendemos como tendo sido um transporte em Quarta Dimensão. Num Ritual de Defesa da Obra, que estava sendo realizado no Rio de Janeiro, no Salão da S.T.B. à Rua Buenos Aires, JHS pensou no Excelso Samael, no seu auxílio; em frente à mesa da Directoria havia pendurado um quadro do Senhor Buda, e JHS pediu a um Irmão para verificar o que havia nesse quadro, e nele foi encontrada uma Mensagem do valoroso Guerreiro Samael com a sua assinatura com uma espada no final da rubrica, e ao lado, desenhados com tinta de cor alaranjada, sete globos, sendo o do centro maior do que os outros (oooOooo), e sobre este maior estava desenhada também uma cruz. Esses nobres Jinas, como Forças do ETERNO, quer na época de H.P.B. na América do Norte, quem em Dhâranâ, em Niterói, eram os encarregados das materializações e apresentações de fenómenos estranhos aos olhos dos homens profanos. Eram Forças, porém, conscientes do seu trabalho e agiam sempre no momento e na hora certos.

Para distrair as crianças da Morada do Senhor JHS, como brincadeira atiravam-lhes nas pernas, levemente, milho, arroz e feijão. Quando havia necessidade de certa realização e os Membros da Família de JHS não entendiam, vinha então uma mensagem materializada com instruções.

Vila Helena

Na luta contra os Nirmanakayas Negros, em Niterói, o adorável Jina-Sit foi de uma eficácia ultracósmica. A sua vigilância nesse acontecimento foi além do que se pode dizer com palavras humanas: estava sempre a par dos projectos, das estratégias, dos planos de ataque à Obra e ao Supremo Senhor. Graças à divinal cobertura dada pelo valoroso JINA-SIT, os seres negativos nunca conseguiram apanhar em emboscada os Membros da Obra e o Excelso Senhor. O sublime Guerreiro Jina-Sit deu cobertura completa à Obra. Avisava com antecedência de tudo que estava sendo planejado, do modo como seriam desferidas as investidas contra a Missão dos Sete Raios de Luz e os defensores desta, já prevenidos dos dias, horas e como iriam processar-se. Jina-Sit é, pois, as duas Colunas J e S defendendo o H central em todas as lutas, em todos os embates.

Não é demais lembrar que além dos 9 Jinas de Monte Moreb havia uma segunda categoria de Seres, de Jinas, mas já ligados à Serra do Roncador, Monte Ararat. Eles estavam ligados ao Padre José de Anchieta, como produto do seu Avatara entre os silvícolas (os mamelucos). Esse grupo de Jinas funcionou no Santuário de Dhâranâ, entrando em contacto com o Avatara de JHS a fim de se elevarem em categoria e, talvez, em Hierarquia. Identificavam-se de modo engraçado: “Ou o Treme-Terra”, “Sou o Junco Verde”, “Sou a Luz da Floresta”, “Sou o Temível dos Morros”, etc. Eles materializavam no Santuário, na Casa de JHS e no seu escritório cocos, frutos selvagens, colares confecionados com “lágrimas de Nossa-Senhora” (umas contas produzidas por uma planta aquática), rosários de coco, penas de aves, flores silvestres, etc. Diziam no Santuário através do Bijam dos Avataras: “Ainda vamos viver no meio de vocês, usando casaca, cartola, botina e fumar charuto e uma série de coisas alegres”, usando imagens lindas para definir as coisas. O Jina Treme-Terra já está encarnado no ser de nome Aníbal Martins da Silva; Junco Verde também está num ser que é hoje oficial de Aeronáutica. Os sete primeiros dirigentes dos mamelucos apresentaram-se no Santuário de Dhâranâ para lhes ser outorgado o direito, o poder, a liberdade de se encarnarem, a fim de irem procurar ou conquistar a individualidade. Por isso foi composto e cantado o Hino que tem o título de Hino de Mato Grosso, onde se diz: “Cada vez cavar mais fundo para servir ao Rei do Mundo”… Se acontecesse alguma coisa de grave com o Avatara de JHS, já existia a solução preparada por esses esplendorosos Jinas. Diziam naquela época: “Se o Chefe morrer, a Coluna J vos conduzirá para Mato Grosso, a um local próximo de São Luís de Cáceres, onde irão ser recebidos por uma Rainha de nome Zoraide, com as suas Colunas”. Esses Seres ficavam como sendo a retaguarda dos Chavantes, guardando até ao momento determinado por Lei os segredos da Serra do Roncador. JHS disse que eles estavam defendendo a Semente Inca-Tupi. Ora, Inca-Tupi, Índio Tupi, são nomes com as mesmas iniciais I e T… o que leva a pensar na expressão Irmãos Tributários. Raciocinando em termos de Badagas, e não baseados nos antropólogos da Face da Terra, pode-se estabelecer o relacionamento: Índios Tupis Jinas, cujas iniciais – I. T. J. – lembram a frase Infantes Tributários Jehovah ou Infantes Tributários de Jehovah.

Segundo Pitágoras, o número Três acha-se em toda a parte e o Um é o seu princípio. O trabalho dos Jinas do Brasil (Badagas) foi executado em três grupos. Já estudámos dois e cogitamos agora do terceiro, senão, dos Jinas que se acham sob a Espada e a Flecha de Ararigboia, o qual militou em Niterói. Esse era Índio e Jina, tanto mais que da sua Taba, em São Gonçalo, partia um subterrâneo através do qual se ia à Pedra da Gávea internamente. Estava ligado, naturalmente, ao Avatara que se verificou em Teresópolis, “Dedo de Deus”… Os seus comandados de outrora encontravam-se adormecidos, aguardando o momento de despertarem para a vida tomando corpos com outras possibilidades de entenderem os novos aspectos da Verdade Eterna. Esse momento chegou quando soou a hora da defesa da Lei, no âmbito geográfico do Grande Ararigboia. Com os Rituais no Santuário de Niterói, eles foram despertos. Mas despertaram com as mesmas nidhanas dos últimos momentos da vida que tiveram na Face da Terra, como guerreiros, para depois e aos poucos irem recuperando a consciência com os impactos recebidos pelas vibrações do Santuário e da presença dos Avataras. Nesses actos, era recomendada aos Membros de Dhâranâ e aos do APTA uma fase rigorosa, na qual não se podia manter ódio, rancor, discussões calorosas, briguinhas, enfim, deveria haver um isolamento completo das coisas da Face da Terra. Nesse período, apesar das recomendações houve uma discussão entre duas senhoras com responsabilidade em Dhâranâ. Resultado: os Jinas de Ararigboia, recebendo o impacto previsto, enfureceram-se, transpuseram o círculo defensivo do Santuário e projectaram-se no mundo profano, vibrando no psicomental do povo. Isto provocou em Niterói um quebra-quebra de bondes e um furioso ataque aos cobradores e motorneiros de nacionalidade portuguesa. Enfim, foi revivido o episódio da batalha dos índios de Ararigboia para expulsar os portugueses das suas redondezas. Com o facto da grande agitação Jina e popular, JHS regressou de imediato ao Santuário a fim de acalmar aquela situação provocada pela falta de vigilância dos sentidos dos Membros de Dhâranâ.

Para se provar a vigilância desses Jinas em conjunção com os Adeptos Independentes, ocorreu um facto digno de ser relatado: frequentava o Santuário de Dhâranâ um indivíduo de nome José Guilherme. Esse indivíduo usava na carteira de dinheiro, no bolso de dentro do paletó, um símbolo obsceno. Antes de ir para Dhâranâ deixava tal símbolo com o dono de um botequim próximo, e quando ia para casa voltava a recuperá-lo. Na sala de espera das barcas de Niterói haviam umas máquinas que, accionadas por moedas, gravavam as letras do alfabeto. Num domingo, antes de ele tomar a barca para Niterói, o Adepto Çvani-Cuni escreveu o seu nome numa chapinha de tais máquinas. No Santuário de Dhâranâ, em pleno Ritual, pediram ao tal José Guilherme que verificasse se havia algo estranho na sua carteira: ele verificou a primeira vez e nada encontrou, fez o mesmo na segunda e nada encontrou; insistiram que verificasse com mais cuidado, o que ele fez, e no fundo da carteira, num cantinho, encontrou a chapinha com o nome do Excelso Çvani-Cuni, como quem aconselhava: “Ao invés de usar o seu símbolo predilecto no bolso, use a chapinha com o meu Nome”.

Houve uma ordem para que a Coluna J fosse a uma certa Lagoa existente no Estado do Rio de Janeiro, bem longe de Niterói. Nessa Lagoa o Eng.º António Castaño Ferreira, a Coluna J, deveria banhar-se. Foi pela manhã e por volta do meio-dia já se encontrava de regresso à Régia Morada de JHS, prestando conta da sua missão. Essa Lagoa é de natureza Jina e nela há uma Deusa que se dispõe em determinado lugar, sendo que sete peixinhos de sete cores diferentes dão sete voltas em toda a Lagoa passando diante da Deusa, como que reverenciando-a. Ele foi conduzido a essa Lagoa pelos Jinas de Ararigboia. Ora, esse evento parece ter sido uma consagração ou uma limpeza áurica da Excelsa Coluna J.

Num Ritual de grande importância realizado no Santuário de Dhâranâ, a Excelsa D. Helena, a Sacerdotisa (como era conhecida na época), sentiu falta de perfume para colocar no Fogo Sagrado, ficando muito apreensiva com isso. Numa fracção de segundos, o Grande Senhor JHS materializou uma mão cheia de tal perfume.

Ararigboia é uma palavra ternária: ARA – RIG – BOIA. ARA é FOGO; RIG é REI, em Agharta; BOIA tem o B de BRASIL, Terra do Fogo, o OI ou IO, o ITINERÁRIO DE IÓ, e A de AGHARTA, consequentemente, o Rei do Fogo defendendo o Itinerário de IÓ para receber o Rei de Agharta. ARA equivale a BADEZIR e RIG a REI DE AGHARTA… que virão para o Brasil. BOIA, BELOI, lembra sempre algo de divino, de coisas que não são da Face da Terra.

Arariboia

Numa sessão de Samyama sob as vibrações do Sábio Patanjali, JHS levitou sobre uma grande mesa rodeada de pessoas. O senhor Estrela, pai de Margarida e Irene, assistiu ao acontecimento. Quem era Patanjali? Patan, , Ji, Jina, Ali, Allah, transmitindo a ideia de Penta-Jina de Allah ou Deus. Conclusão: com esse fenómeno ELE estava atraindo as pessoas para a Fundação de Dhâranâ, o sexto passo da sua Yoga (Samyama é o sétimo). Recorrendo à memória, lembro: Dhâranâ foi fundada como sendo a Quinta Rama das Confrarias Budistas do Norte da Índia e Oeste do Tibete. Foi fundada sob a direcção espiritual de Açvagosha – o 31.º Buda-Vivo da Mongólia – que na época encontrava-se no Templo da Pedra da Gávea. Em 1921 viera para esse Templo, prevendo a acção da Lei no Ocidente.

Há o termo ALADIM, ou seja, ALAH-DJIN, senão, o GÉNIO, o JINA DE ALLAH ou Deus. Reverenciando o Chefe dos Jinas da Montanha Moreb – SAMAEL ou JOHN KING – desde logo associa-se a isso uma série de conhecimentos, que em várias tradições exaltam o nobre Nome do Chefe-Jina da Montanha Sagrada Moreb: Johan, Johanes, Jean, Johan, Jing e também Dzyan, que nas várias línguas não é mais que o valoroso Nome de JINA, JÉNIO ou GÉNIO que serve de guia aos homens vulgares da Face da Terra. Jina, Jnana, Jnanata, tem o sentido de Sabedoria, de Essência Divina. Pois bem, em Dhâranâ todos os seus Membros eram praticamente seres comuns, ou pelo menos com mentalidade de seres comuns. Por isso, é que o ponto principal de interesse era a fenomenologia, pois a Sabedoria a poucos quiseram.

O nome Dhâranâ, além do que já se conhece a respeito, presta-se aos estudos filológicos da chave iniciática dessa natureza. DHÂRANÂ ou DHARA+ANA. Dhara é a Lei e Ana é a Água, Matéria, Energia condensada. Dhara+Ana é a Lei na Matéria, o que equivale a dizer: a Lei gravada na Matéria, na Pedra (a Pedra de Asgard?)… E a Lei, no Brasil, não estava sendo gravada nas mentes empedernidas das criaturas humanas?

No Templo de Baal-Bey no Monte Ararat, Roncador, acha-se a Pedra DHARA, a Pedra da Lei Física, mas também da Raiz da Matéria, e daí o nome de Mula-Dhara. Pelo que sabe, todos os Dhyanis Budas e Kumaras e outros foram obrigados a ir a esse Templo beijar a Pedra Dhara. Os Excelsos Gémeos Espirituais, em 1932, deveriam ir ao Roncador por Manchu ou Machu-Pichu, tal como fora anunciado, para beijar essa Pedra e com isso fazer funcionar o Mula-Dhara, a Raiz da Matéria Humana, dando nascimento aos Budas Avataras. Por essas e muitas outras razões, o Coronel Fawcett, com o Quinto Dhyani-Buda, foi a Mato Grosso à procura do Roncador. Para o mundo profano ele perdeu-se, mas para o dos Jinas ele se achou para toda a eternidade.

Quando começou o trabalho real e as exigências para os Membros de Dhâranâ, surgiram também muitas dificuldades, falta de recursos e uma série de outras coisas negativas, provocadas pelas nidhanas não superadas dos antigos Bhante-Jauls. Um Irmão fez ao Senhor JHS uma pergunta: por que a Obra, representada pela Instituição que ora se firmava na Face da Terra, portadora de tantos poderes, de tantas materializações, com tão bom sentido, não era auxiliada pelos Seres que a protegiam? Os Seres da Fraternidade Branca não a podiam auxiliar materialmente? O Supremo Senhor JHS, sendo o manejador da Pedra Dhara (Dhâranâ, Dharma, Dwija, etc.), respondeu-lhe usando as palavras nobres e divinas de Louis-Claude de Saint-Martin:

“Quando quiserdes reconhecer uma Missão de carácter Divino, não tendes mais do que procurar Aquela que, a par dos valores espirituais indiscutíveis, é no entanto pobre e perseguida.”

A Instituição com o nome de Dhâranâ – Sociedade Mental-Espiritualista foi fundada no Brasil em guisa de resgate kármico dos antigos Bhante-Jauls e outros Seres que fracassaram em outras Confrarias, em outros lugares por onde passou o Avatara, em suas diversas Manifestações na Face da Terra. A designação de Dhâranâ destinou-se a fazer despertar nos elementos ligados aos Avatara as skandhas, ou escandas, e os sidhis já adquiridos em outras eras. Logo, sendo uma Instituição com a finalidade de permitir aos indivíduos, já trabalhados pelos Adeptos, resgatarem as suas dívidas, como poderia ela ser rica materialmente? Tinha que ser pobre e perseguida. Quando esses fenómenos desaparecessem ela também deixaria de ser real; ademais, se Pedra Dhara estava no Brasil como poderia este Avatara dar-se em outro país?

Com a máxima reverência, exalta-se Dhâranâ ao reproduzir aqui o seu Hino:

HINO DE DHÂRANÂ

Para a Vida Divina seguimos

Sem que Maya nos turbe a razão.

Pelos Mestres guiados sentimos

A alma livre dos véus da ilusão.

*

Salve, salve “Dhâranâ”

Por doce resplendor,

Nós havemos de Dhyana

O Portal de Ouro transpor.

*

Nas agruras da vida terrena

Quando tudo ameaça ruir,

Sobre nós te levantas serena

Qual estrela bendita a luzir.

*

Sobre nós fulge o Sol-Liberdade,

Pois sabemos nas lutas vencer,

Por amor à Suprema Verdade,

Pouco importa sofrer ou morrer…

SALMO 152

SALMO DO PODER DO PENSAMENTO

PODER DA CRIAÇÃO POR KRIYA-SHAKTI

PODER DE CRIAR A SHAKTI

O que caracteriza o verdadeiro HOMEM da Quarta Hierarquia Criadora, a dos JIVAS, é o facto de ser portador da Força, do Poder do Quarto Plano Cósmico, o Plano de MAHAT, a Mente Universal. Enquanto o SER desta Quarta Hierarquia Criadora não atingir o estágio de Mahat, senão, o Poder de Criar com a Força do Cérebro, logo, com a Força do Pensamento, não poderá ser chamado de Homem. Compreende-se, portanto, o HOMEM como sendo realmente aquele que se fez súbdito do Rei, ou seja, insigne Membro da Corte do Quarto Rei, isto é, Aquele que traz no peito o Tetragramaton Sagrado aceso. É Aquele em cujo peito esse Emblema se acendeu várias vezes com a luz vermelha, vinda de Agharta, e com a luz verde, provinda do Céu, do Segundo Trono como Hexágono. Em Revelação de 30 de Dezembro de 1953, ofereceu aos Membros da Sua Corte na Face da Terra, para que se tornassem HOMENS da Quarta Hierarquia Criadora, as divinais palavras avatáricas:

Gramática é a Ciência da Linguagem, disse Carneiro Ribeiro, o grande mestre de Rui Barbosa. Mas o que é a Linguagem? Saberia ele mesmo dizer ou saber, se ainda vivo o fosse? Não… Linguagem é a expressão da Ideia. E que vem a ser a Ideia? É a formação de algo pela Inteligência ou Pensamento. Aquilo que antes de ser “já era”, como dizem os Advaitas, e que aqui se entende: o que antes de ser já era é a Mente Universal que vibra em todas as criaturas, muito mais num Makara… Pela Mente e Poder da Vontade sobrevém a Ideia. Ideia esta que sou EU quem a todos dá (disse JHS). Dessa ideia ou Vontade sobrevém a Sabedoria, e logo a Actividade. Forma Mental que se move, que se agita pelo Poder do seu Criador… e, portanto, realiza tudo quanto deseja o seu referido CRIADOR.

AT NIAT NIATAT

(a) J.H.S.

Os incrédulos, os desconfiados de si mesmos, os vazios de Essência Divina, poderão perguntar: o que fez JHS para tornar o ser humano um HOMEM ou MULHER da Quarta Hierarquia Criadora e não um animal racional, como é classificado pela ciência materialista? A resposta não foi dada com palavras e sim com acção, com o Poder Realizador do Maior de todos os Senhores.

Remember. Lembrar, muitas vezes, é viver, é realizar, principalmente as coisas de origem divina, a base informativa para os estudos no sentido de ampliar a Cultura, o aprimoramento mental, e daí a preciosa dica: “Evolução através do Carácter e da Cultura”. Essa dica equivale a dizer: iluminação da Mente pelo Conhecimento, cultivando as ciências filosóficas como desenvolvimento da potência latente no cérebro – Doutrina do Olho; e aprimoramento da Sensibilidade através da arte, da beleza, da força do Coração, ou seja, da Doutrina dessa natureza, o que equivale ao aprimoramento do Carácter.

Como realização e ensinamento, faz-se um estudo remissivo ao Trabalho da Missão dos 7 Raios de Luz Logoidal. Ora, quando se dava ingresso na Instituição com o nome de Dhâranâ, a primeira oferta positiva que se recebia era a indicação para a prática da “mentalização do Globo Azul” com a palavra PAX, cujas letras possuíam a cor amarelo-ouro, sim, o ouro sobre o azul. Em primeiro lugar, mentalizava-se o Globo Azul com a palavra PAX em linha horizontal, e numa segunda etapa, o Globo Azul com a palavra PAX em forma triangular.

PAX

O pesquisador, ao activar a inteligência com essa prática, poderia perguntar: qual seria a intenção do Excelso JHS oferecendo essa mentalização aos Dharanianos, naquela fase construtiva da Obra e que depois ficou sendo parte integrante do programa de ensino da Instituição?

1) Educar os Dharanianos a pensar com firmeza e ordem num determinado ponto, abstraindo-se dos demais que o rodeavam; pensar firmemente no ideal que estavam esposando no momento. Ora, isto era a prática de Dhâranâ, ou o firmar do pensamento num determinado ponto com abstracção dos demais, que é o sexto passo da Yoga de Patanjali. Com essa firmação o pensamento dos Dharanianos não ficaria vagando sem rumo, algo semelhante à primeira página dos jornais com vários títulos de assuntos inacabados, porque os textos estão nas páginas seguintes.

2) Tratava-se de uma preparação mental dos discípulos, com o intuito de desenvolver-lhes o Poder da Mente e ordenar os seus pensamentos para que mais tarde pudessem praticar a Yoga de Kriya-Shakti, sim, para criar as suas Shaktis perfeitas.

3) Era uma oportunidade para que os discípulos, os Dharanianos, se mantivessem perenemente ligados aos seus Mestres, os augustos Membros da Grande Fraternidade Branca.

4) Com isso, o Grande Senhor JHS, embora em tempo bastante longínquo, poderia via a ensinar aos Membros da Instituição a Yoga Universal, o que aliás foi realizado.

5) A firmação dessa mentalização propiciaria aos discípulos, com o auxílio dos Adeptos, o desenvolvimento do cérebro, como órgão do pensamento, para poderem criar um Ser Vivo. Criar pelo Poder do Pensamento um Ser Vivo, um Deva, um Anjo, equivalia à criação da Shakti. Shakti significa “Força”, sim, a Força plasmadora.

6) O Globo Azul sendo a cabeça, é alegoria do útero materno sendo, portanto, o “Útero Cerebral”.

7) PAX, de cor amarela, no Globo Azul é símbolo do Embrião.

8) O Santuário ou local purificado para tal prática seria a placenta, e as Músicas próprias e os Mantrans, as águas do parto.

Pois bem, o Globo Azul com a palavra PAX tem um aspecto estático, mas mentalizando-o o pensamento dá-lhe movimento, um sentido dinâmico.

A respeito da palavra PAX, observa-se: a) o P num embrião, forma a cabeça e a espinha dorsal; b) o A as asas, que no corpo humano poderão ser os pulmões; c) o X, a formação das pernas e braços.

Após longo tempo de práticas, com o auxílio dos rituais, da vivência, do trabalho, da evolução interior, o Dharaniano tornar-se-ia um ADEPTO. Por quê? Porque teria adquirido o poder de criar, teria alcançado o estágio de realizar a Kriya-Shakti, a capacidade de criar a sua Shakti, isto é, de poder manipular as Forças Universais. Se todos os Membros da Instituição criassem as suas Shaktis e como elas expressam Forças, estas Forças seriam defensoras da Obra. Com o passar do tempo e ao terminar o ciclo de preparação do Advento do Avatara, ou usando outras palavras, quando adviesse o Avatara imediato, o do Futuro, as Shaktis, os Devas, as Criações teriam o direito de encarnar, de tomar corpos físicos. Qual será a utilidade dessas Criações, desses Devas, Shaktis, etc.? No caso dos Adeptos, são os seus mensageiros, auxiliares. São os veículos através dos quais os Adeptos podem agir num Plano mais abaixo do que já alcançaram por evolução. Por exemplo, poderá haver no interior do Brasil, no interior da África, alguém portador da Centelha Divina mas que, por uma questão kármica, por estar num desses lugares sem meios e sem processo para praticar a evolução espiritual, num impulso íntimo roga a Deus, à Divindade, pouco importa o nome e a época, no sentido de lhe indicar o caminho da Verdade, do que está certo, de esclarecer a sua mente. O Adepto não poderá ir fisicamente ao local do rogante, porque se lá fosse o mínimo que poderia acontecer era não ser compreendido. Ora, se O ROGANTE PEDE PROTECÇÃO à Divindade e lhe aparece um Homem, isso dará motivo para dúvidas a quem está num Plano condicionado. Nesse caso, então, o Adepto projecta o seu Deva, a sua Shakti, a sua Kriya-Shakti, e em determinada noite de grande angústia, em que o rogo do ser suplicante torna-se mais forte, aparece-lhe em sonho um Ser que, se for o caso, indicar-lhe-á o Templo da Vila Canaan dizendo “vá a este local”, mostrando-lhe a imagem etérea do Templo, além de se apresentar com uma fisionomia semelhante a quem o poderá atender no Templo indicado. Se o indivíduo for ao Templo numa visita, lá encontrará a pessoa com a fisionomia apresentada no sonho, e com isso haverá uma identificação íntima não dando margem ao raciocínio humano, logo, o encontro não gerará dúvidas. Noutros casos, é aconselhado a escrever para tal ou qual lugar, solicitando informações. No caso de um indivíduo mais adiantado, é aconselhado a escrever para uma Instituição, etc., já dando a ideia da resposta, a fim de haver confronto do suplicante com a resposta solicitada em sua carta… pelo que essas Kriya-Shaktis propiciam muitas coincidências. Aconteceu o caso de um certo indivíduo que passando pela Rua Buenos Aires, no Rio de Janeiro, parou à espera de alguém, e enquanto esperava apanhou um pedaço de jornal que se encontrava no lixo, no qual havia o anúncio de uma conferência que ia realizar-se naquele dia no 2.º andar do prédio em cuja porta encontrara o tal pedaço de jornal. Esse indivíduo conseguiu chegar até à Série Interna, e depois sumiu… No Rio Amazonas houve um naufrágio, e o único que se salvou estava com um livro: O Verdadeiro Caminho da Iniciação. Devido a isso, foi sócio no Curso por Correspondência durante algum tempo.

A exemplo do que se está escrevendo, compreende-se a razão de muitos católicos sinceros sonharem com António de Pádua carregando o Menino Jesus, com o próprio Cristo, além de outros que viram Nossa-Senhora de Fátima e muitas outras santas. Concluiu-se, portanto, existirem vários modos de se trabalhar a Alma Humana, como aquele na vida de um Iniciado, o Índio ou Jina de nome AGARÚ, Filho da Deusa ou Mãe Lua, que vivendo na floresta nas proximidades do Roncador curou o Yokanan ORION, senão, o que foi trocado por Walter Orion de Souza.

O Supremo Criador JHS outorgou aos Dharanianos e aos Membros da Instituição o poder de criar Devas, ou o poder de criar as suas Shaktis, com a finalidade dos Membros da Instituição, os Irmãos Maiores, terem o direito de colocar no Círculo de Resistência três gerações: pais, irmãos e filhos. Se os parentes não vierem ter à Obra, realizar-se-á o trabalho:

a) As almas dos parentes fundir-se-ão em uma ou em sete almas trabalhadas no Mundo de Badagas, nos seus Globos Sombrios ou não manifestados fisicamente, depois de deixarem a Face da Terra;

b) Do Deva ou Shakti criado saem mais seis, os quais serão as partes espirituais, as vestes dharmakaycas dos parentes. E o criador, o Membro da Instituição ou o Membro da Série Interna, será o Mestre à semelhança de um ADEPTO.

Na impossibilidade dos Devas criados pelos Membros da Instituição alcançarem determinado valor nas necessidades de defesa da Obra no mundo profano, embora sendo uma defesa psíquica, o Grande Senhor JHS utilizou outra Alquimia Cósmica. Lançando mão de uma linguagem esclarecedora:

1) A parte devakânica, ou seja, os Devas criados pelos Excelsos Gémeos Espirituais nos Rituais de Dhâranâ e nos demais posteriores àquela fase construtiva da Obra, como Shaktis foram ligadas às Irmãs (Génios das Baguetas), e os Jinas ou Índios dos Avataras anteriores (mamelucos, dos de Ararigboia, etc.) às Espadas dos Tributários. Eis o Arcano 20 do Tarot Aghartino, o Munindra, ou o casal de Munindras no centro com a Espada e a Bagueta ou Tesoura apontando para o Céu, tendo do lado direito um Anjo com veste verde, e do lado esquerdo outro Anjo com veste vermelha.

a 20

2) As Espadas com essas Forças, com essas Shaktis, fariam a defesa do Brasil. Por isso era a parte secreta, ritualística, como defesa psíquica. Com efeito, protegiam os que estavam funcionando, embora inconscientemente, no trabalho interno como políticos, filósofos, cientistas, sacerdotes, militares, juízes, deputados, senadores, etc.

3) Com isso haveriam três Círculos Defensivos do Mundo:

a) O Círculo Regional, constituído pelos componentes do Sistema Geográfico Sul-Mineiro, os Munindras;

b) O Círculo Interestadual, formado pelos Tributários;

c) O Círculo constituído pelos componentes dos Postos Representativos, o Círculo Internacional. Munindras e Tributários, de iniciais M. T., indicam a Chefia Suprema: Melki-Tsedek.

Tudo isso foi um sonho que aos poucos vai se tornando um pesadelo com a acção do Ciclo do Destruens

O imenso Poder do Pensamento dos preclaros Membros da Grande Fraternidade Branca, agindo sobre determinados seres na Face da Terra, produz heróis: Tibiriçá, Bartira, Ararigboia, Marcílio Dias e muitos outros que há muito defenderam a Pátria do Avatara… Ora, defender a Pátria do Avatara, o Brasil, tem um sentido, e defender os erros humanos, os brasileiros fora da Lei Divina, tem outro bem diferente.

Para ilustrar os valores do Pensamento Humano, inserimos aqui o trecho de um sábio que se encontra numa monografia já publicada:

“Quem não se deixa triturar no seu afectivo-emocional pelos que o têm afectado com ódio, por sentirem o cérebro vazio, não há como pensar nestas palavras que alegorizam o Mistério do Santo Graal:

“À Montanha íngreme e pedregosa com coragem eu subia,

com os pés sangrando mas de cabeça fria,

pensando no que lá no cume encontraria,

surpreendido fui com a presença da Santa Sibila.

Ao fitar-me exausto, ela, piedosa, proferiu:

– Chegaste afinal! Salvou-te a tua régia e notável alegria!”

“Um pensamento é um acto de criação. É para isto que estamos aqui: para criar, para gerarmos através do pensamento. O modo como um pensamento pode ser observado e medido por uma simples forma viva – uma planta – mostra uma relação maravilhosa entre os vegetais e o homem. Quando amamos, libertamos a nossa energia mental e a transportamos para o receptáculo do nosso amor. Amar é a nossa responsabilidade básica.” – Marcel Vogel.

O Interespaço infinito e finito,

Preenchido com a imensa Luz dos Devas,

Que encarnados nos seres da Terra

Formam a gloriosa Religação,

A Religião do Espírito na sublimada Matéria!

 Salve a Vontade de Deus! Viva o Pensamento dos Deuses de Agharta!

Ladak! Ladak! Ladak! Akdorge!!!

SALMO 153

SALMO EM HONRA E GLÓRIA À CRIAÇÃO PELO PODER DO PENSAMENTO

(25 de Agosto de 1980)

A Fala de um Dragão no Santuário de Dhâranâ, em Niterói, ensinou aos Dharanianos: “O Poder da Divindade desde o cai do Céu em linha vertical, e desenvolve-se na Terra em linha horizontal”. A descida do Segundo Trono para a Terra pode-se representar pelo algarismo 8, mas este mesmo algarismo em horizontal é o símbolo do Infinito; unindo os dois, reproduz-se a assinatura de São Germano. Sim, Seiva e Germe de Deus na Terra.

Atribuem ao grande Heródoto as palavras: “As Pirâmides foram construídas do vértice para a base”. Ora Heródoto não é senão o Heros douto da História Universal, como admirável filósofo da sua época. Sim, o Heros dotado da Suprema Inteligência. Se de facto o insigne historiador grego proferiu essas palavras há cerca de 425 anos a. C., já definia primorosamente o Poder do Pensamento. E… os Ensinamentos de JHS vieram completar a afirmativa do sábio grego.

O Revelador dos futuros Ciclos, dos Conhecimentos do Livro da Grande Maya, houve por bem tomar como base, para a Criação pelo Poder do Pensamento Divino na Mente e no Coração dos Makaras, Munindras, o BIJAM do Pensamento em forma de “Globo Azul com a palavra PAX em letras amarelo-ouro”. Ouro sobre azul, símbolo da riqueza de pensamento. E por que o fez? Essa mentalização expressa a “Comunhão de Pensamento” entre criaturas humanas, embora distante do local do praticante dessa mentalização. Logo que o discípulo começa a realizar semelhante mentalização, estabelece uma corrente mental com a Obra, o que equivale a dizer, a ser um dos seus Filhos, a ser um militante autêntico… Mas como se trata de uma individualização, ou seja, de uma mentalização individual que acaba por tomar forma colectiva, em vista da prática ser realizada por todos, o Globo não tem a forma de ave, isto é, não constrói as suas asas. E nem poderia construir, porque essas exigem mobilidade, esta que é a força de vontade do seu emissor para um determinado ponto ou pessoa, etc. O emissor funciona como pólo positivo e o receptor como pólo negativo.

NOTA – Ora, se a mentalização em estudo é individual mas torna-se colectiva por ser feita por todos os Membros da Instituição para ter maior pujança, pergunta-se: por que motivo houve a proibição de se realizar a Yoga de Akbel – que é pessoal – praticada por todos num local digno como é o Templo, que pelos seus efeitos fortíssimos poderá ser considerada colectivamente como uma produção muito mais potente para a defesa da Obra e, consequentemente, do Templo? Coisas próprias de fim de Ciclo, quando a Terra se torna viúva dos Deuses!!!

Qualquer pensamento a favor desta ou daquela pessoa, ipso facto, toma uma forma alada pelo impulso da Vontade do emissor ou emitente para um ponto determinado. Daí os verdadeiros milagres produzidos por um ADEPTO a favor de alguém a quem deseje proteger. E até, devido às skandhas do passado, atraí-lo para ser seu discípulo. Muito mais o Makara, por pertencer a uma Hierarquia muito mais elevada.

ATENÇÃO: Eis a razão pela qual o Venerável RABI-MUNI aconselhou, em uma das suas Falas, aos Membros da Instituição que ao invés de rivalizarem-se entre si, disputando posição e poder, que ao invés de lutarem pelo poder lutassem, ao menos, para salvar sete criaturas do mundo. Isso antes do Grande Julgamento realizado em 21 de Março de 1956.

O pensamento imóvel, ou que deve ficar sobre o emissor, tem a forma circular.

figura 1

Figura 1

Se é projectado a favor de alguém ou de algo, de alguma pessoa ou de alguma coisa, passa a ser móvel, e consequentemente essa projecção para o seu respectivo equilíbrio, como o avião, como o pássaro, como o Deva, recebe automaticamente duas asas.

figura 2

Figura 2

Ora, essa forma de um pensamento vitalizado pela Vontade do emissor, e consequentemente pela sua Sabedoria ou Força consciente, adquirida por sua superior Hierarquia, entra em ACTIVIDADE na formação da Tríplice manifestação Divina que, a bem dizer, representa os 3 Logos.

Por isso se observa que todos os conhecedores da Filosofia de JHS que seguem os seus ensinamentos criam, mesmo sem sentir, esse poder de curar. Eis, portanto, o porque das palavras conselheiras do nosso Excelso Deus Akbel, falando em referência aos Membros da Instituição, os Irmãos Maiores: “Os Membros da Linha Serapis precisam ser Teurgos, curar sem receitar remédios, e sim pelo magnetismo pessoal. Não desejo que os Membros da Minha Corte pensem como os homens do mundo profano. Por isso é que não Me curam, etc. Como poderiam curar um Ser Divino com os pensamentos, com as vibrações, com a ambiência da Face da Terra”?

Sim, a cura física do Senhor JHS só poderia ser feita com a transformação das nidhanas dos Membros da Sua Corte.

Vejamos agora o que acontece com um pensamento para determinado fim (dizia JHS), e que naturalmente tem o valor propulsor na sua própria origem realizadora. Tal pensamento que começa idêntico à figura 1 passa a ter o valor, na sua expressão ideoplástica, da figura 2, na razão dos 2 Logos e não apenas 1, ou seja, a Mente e a Cabeça que lhe serve de escrínio, com outras palavras, a IDEIA e a sua EMISSORA: Vontade e Sabedoria. Com o tempo, esse mesmo pensamento volante passa a ter uma forma tríplice ou a dos 3 Logos, na razão de Vontade, Sabedoria e Actividade: a Mente, a Cabeça, ou escrínio que o criou e conservou, e o Mundo objectivo onde o mesmo se plasmou. Com outras palavras, os 3 Mundos ou Gunas, “qualidades subtis de matéria”, etc.

figura 3

Figura 3

Logo que se depreender que a mesma figura ou criação automaticamente também se reveste dos veículos físicos da Terra, obedecendo à Polaridade Superior ou do Mundo Divino, expresso na Cabeça ou Primeiro Logos, e à Polaridade Inferior ou do Mundo Terreno ou Terceiro Logos, dos quais o Segundo Logos ou Mundo Celeste é o equilibrante que tanto une como desune um do outro. E assim para tomar a forma seguinte na figura 4, onde vemos aí um Deva Perfeito (porque está completo).

figura 4

Figura 4

Disse JHS: “Chamo a atenção dos Munindras ou Makaras para a FALA DO ETERNO e do que ELE dizia a respeito da Sua Manifestação na Terra, “das pontas electrizantes das suas Barbas que chegam aos confins (entranhas) da Terra”. Eis aí uma forma criada, que a bem dizer é uma forma devakânica agindo na Terra, pela Vontade e Sabedoria do seu Criador em plena Actividade… ou realizando aquilo que ELE deseja.

“Pois bem, se as divinas BARBAS DO ETERNO possuem (ou possuíssem) 777 Fios (ora a BARBA tem fios cabelos) teriam sido criados 777 Devas, Deuses, Filhos do Mental, de Mahat, do ETERNO.”

Essa admirável Revelação de JHS conduz o Discípulo à conclusão: todas essas Criações veiculares, desde as luminosas até às físicas de natureza densa, tiveram e têm uma finalidade que é a de condensar as Energias Logoidais, para a manutenção da ESSÊNCIA DO ETERNO nos Mundos Formais. Neste caso, o ETERNO será o Pólo Positivo como Emissor, e as Criações o Pólo Negativo ou Plasmador do Poder emitido pelo ETERNO. Quando se usa a expressão “preparar o Advento do AVATARA”, equivale a dizer: criar a parte veicular para plasmar a IDEIA, ou seja, o Poder de Criação do ETERNO. Daí a definição de Ideia Plasmada, Ideoplástica. Sim, a Ideia Plasmada é a Criação do ETERNO, para colocar a Sua Vontade e Sabedoria em Actividade. Ora, a exaltação “o Tetragramaton Sagrado é a expressão ideoplástica do Homem Cósmico que é JEHOVAH”, equivale a dizer que o Luzeiro TETRA-THEO é a IDEIA DO ETERNO plasmada numa forma humanizada, a fim de pôr em Actividade a Sua Vontade e a Sua Sabedoria, a Sua Lei, etc. Conclui-se: a palavra IDEIA é um JIBAM, uma SEMENTE, o GÉRMEN do Pensamento Divino, da Criação Celestial, pelo Poder do Senhor das Eternidades.

FALA DO ETERNO: “Das pontas electrizantes das suas BARBAS que chegam aos confins (entranhas) da Terra”

e

Por que razão foram usadas as palavras “pontas electrizantes dos fios de cabelos das Barbas do ETERNO”? Com efeito, “electrizante” é sinónimo de força, e fios de cabelos são algo condutor de força; “pontas” já está dizendo que esses fios electrizantes acham-se ligados, presos a alguma coisa, a algo material, e que se traduz em poder. Com isso, conclui-se:

a) O Emissor é o ETERNO, a Cabeça;

b) As BARBAS as Duas Faces, o Pai-Mãe Cósmico;

c) Os FIOS ELECTRIZANTES os divinais Matra-Devas, cujas PONTAS se ligam, se prendem aos Manasaputras, os Corpos Físicos Imperecíveis, os Vasos Insignes de Eleição, onde é conservada a Suprema ESSÊNCIA DIVINA. Ora, se os Manasaputras representam a IDEIA, a VONTADE DO ETERNO, eles despertam ciclicamente quando soa o SOM ETERNO e INEFÁVEL proferido pela Boca da VERDADE do Intérprete do SOM, a fim de pôr em ACTIVIDADE a Vontade, a Sabedoria e o Poder do ETERNO, do Supremo CRIADOR. É algo semelhante à acção de um médico praticando a transfusão de sangue num paciente para despertar-lhe a vida, estimular-lhe a força, a saúde, equilibrar as suas funções orgânicas. Sim, o Eterno é a Vida, o Emissor, a Cabeça; o Pai-Mãe Cósmico as Barbas; os Fios de cabelos electrizantes das barbas do ETENO, o Sistema Nervoso, os Matra-Devas e tudo nos Corpos Eucarísticos da Terra, Corpos também do Eterno na Sua acção múltipla nos Mundos Formais, densos.

Do ponto de vista cósmico, o que se verificou no dia 9 de Maio de 1948 foi uma das múltiplas Criações espontâneas e momentâneas do ETERNO, na Sua eterna Presença na Terra. Por isso, o Buda disse: “Se EU morrer, o meu Espírito pairará sobre a Terra”. Esse transcendental evento concebe-se no sentido de uma LINHA VERTICAL, mas quando entra em actividade na Terra fá-lo no sentido de uma LINHA HORIZONTAL. O mistério da Actividade da linha horizontal é no sentido das realizações materiais. Baseando-se nessa IDEIA, conclui-se:

1) Há as expressões físicas do ETERNO em Agharta, linha horizontal, os TODES;

2) Há nas Embocaduras Sagradas os MUNIS, sob a Chefia do Excelso Rabi-Muni;

3) E há a Corte do Avatara Máximo, funcionando o mais próximo possível da Humanidade, os Makaras, Munindras, etc.

O ETERNO – Representado pelo 1.º Logos;

MUNIS, TODES, MAKARAS e MATRA-DEVAS – Representados pelo 2.º Logos;

MANASAPUTRAS – Representados pelo 3.º Logos.

Os Todes em Agharta, os Munis em Duat e Badagas e os Makaras na Face da Terra ou onde se encontra o AVATARA. Sim, Makara, Merkara, Mercúrio e está dito tudo… Compreende-se: a responsabilidade dos Makaras é imensa, porque estão sob a jurisprudência da Lei do Karma. Eis o porque desta Hierarquia, pela menos neste Avatara de JHS (de 1883 a 1963), ter-se sujeitado a muitos e enormes sofrimentos. E o êxito, a recuperação dela só poderá ser conquistada na periferia da Terra, seja pela aquisição da Sabedoria do AVATARA Cíclico ou pelo sofrimento, o que equivale a dizer, pelo desenvolvimento do Mental Superior, da Força do Pensamento ou então pela Dor, o que representa a acção do Emocional, da sensibilidade, senão, por ambos… Isso faz lembrar a Justiça Hermética (de Hermes, Mercúrio) Sujeitando-se aos Sofrimentos ou Sublimando as nidhanas pela Sabedoria do Avatara.

Compreende-se agora o sentido das palavras do Hino Ladak Sherim:

LADAK SHERIM (Louvado seja Ladak)!

EL-RIKE SURYAJ ONIM (El-Rei SURYA – o SOL Omnipotente)…

GOB YUL ETA GROSS ADONAI (Exaltada seja a Dupla Face de BARBAS do Ancião das Idades, o Eterno, Adonai… o que equivale a dizer: Exaltado seja o Pai-Mãe Divino, tendo como Filho o representante do Ancião das Idades, que é o MITRA-MANAVA-MERU)!

O esplendoroso acontecimento presenciado por vultuoso número de membros da Instituição várias vezes, inclusive no dia 7 de Março de 1949, quando o Eterno atirou por cima da Cabeça de Mahimã a Seta Jupiteriana acendendo no Peito do Divino Senhor o Tetragramaton Sagrado, é um fenómeno de Kriya-Shakti, é algo realizado pelo Poder do Pensamento do Senhor Akbel.

Compreende-se agora o evento de 3 de Maio de 1953, quando foi proferida, com 80 palavras, a Mensagem de Sua Majestade o Quinto Rei, o Quinto-Theo. Esse Ritual foi levado a efeito na Rua Buenos Aires, 81, 2.º andar, no Rio de Janeiro. Eis a mensagem:

Do Sopro incessante que vibra na Cidade Eterna, surgiu a minha Criação (Eterna, feminino de Eterno). EU sou a Imagem de Deus esculpida por ELE próprio. Por isso abençoo os da minha própria Hierarquia e os demais que me auxiliaram num Trabalho que em má HORA soneguei. Minha Estrela rutilando na Fronte de um Outro, coloca-me na posição em que me encontrarei um dia, diante de Deus.

PAZ PARA A TERRA, PAZ!

Uma pequena análise sobre certas palavras dessa Mensagem:

H – De HORA, constitui a Tríade Superior anunciando a recuperação da civilização que deveria desenvolver-se na Quinta Raça-Mãe, começando no Oitavo Ramo Racial da Quarta Raça (o que se firmou em Posseidon). Esta letra é ainda a inicial do termo Hálito, VIDA UNA, cujo Emissor é o Eterno. É a quarta letra da palavra sagrada O E A H A O O.

T – Pelo seu formato é uma Balança, a do Segundo Trono, tendo como pratos esses dois ss.

S – Inicial dos termos Sopro e Soneguei. Os dois ss como pratos da Balança (ou sTs) pesam, medem e contam as palavras como elementos de redenção, sublimação. A Balança, T, Trabalho, tendo como pratos o s, sofrimentos, e s, sublimação, superação… sopro…

ANJO MALIAK – A apresentação do Anjo Maliak ao ARQUE-ANGELUS em 15 de Dezembro de 1951, constitui outro mistério digno de ser estudado. Esse acontecimento é uma óptima informação para os estudos dos Makaras, naturalmente próximos nos novos Deuses. Quando o divino Anjo Maliak se dirigiu ao divinal ARQUE-ANGELUS, anunciou-se com estas palavras: “EU sou o Anjo Maliak, Chefe dos 608.000 Devas de Shamballah”. Só lhe faltou construir a frase de outra maneira: “EU sou o Anjo Maliak, a Sua majestosa Criação, chefiando aquelas outras Criações que também foram esculpidas pelo Vosso Pensamento e pelo Pensamento dinâmico do ETERNO, em Actividade Cósmica”! Glória ao Trabalho do Eterno, em Actividade no Terceiro Trono, expresso na legenda: “Evolução através do Carácter e da Cultura”.

O Excelso Senhor JHS ensinou aos Jovens de Campinas: “Carácter é Alma. Espírito é outra coisa… de outro Plano… do Pensamento Universal”.

Usando o processo de aprofundar-se o sentido das palavras ensinado pelo inesquecível Akadir (Cagliostro), jogando com as letras que formam os nomes, lança-se mão do exemplo: Carretar. Esta palavra pode ser dividida em duas, CARA e TER, sem estender-se muito no assunto. Invertendo-as, tem-se TER CARA. Ora, TER CARA é ter uma que possa espelhar o Pensamento do ETERNO (dois olhos, dois ouvidos, duas narinas e uma boca, logo, um septenário, como se fossem os 7 Luzeiros e a Cabeça, o Maha-Rishi). TER CARA equivale a dizer: ter coragem para enfrentar as humilhações, as provas, tendo como escopo a iluminação da Mente e a pureza do Coração. Com tudo isso no ser humano, as letras sTs, símbolo da Balança pesando com fidelidade as coisas, transforma o sentido das palavras Sofrimento e Sopro nas de Sabedoria – Trabalho – Santidade.

Equacionando o número 608.000, aliás, admirável chave numérica dos conhecimentos iniciáticos, observa-se que ele constitui-se dos algarismos 6, 0, 8 e 000, estes alegóricos dos 3 Logos. 608 é representado pelo esquema de um Sol Central com os seus 7 Raios e mais os 3 Logos.

1) O 8 dentro de um 0 (de um círculo) corresponde ao ETERNO, ao TODO manifestado, avatarizado no Oitavo do Segundo Trono, e Este acha-se noutro círculo, isto é, dentro do Globo Terrestre como Rei do Mundo, o Quarto Senhor (no Quarto Sistema). Entra em actividade na Face da Terra, no meio da Humanidade, como sendo o seu Sexto Filho, o seu Sexto Raio. Este Sexto Filho pode funcionar nas 3 Esferas: em Agharta, como Rei-Sacerdote ou Melki-Tsedek; em Duat, como Filho de Deus, do ETERNO; na Face da Terra, como REVELADOR dos Conhecimentos dos novos Ciclos.

2) Os 3 zeros ou 3 círculos alegorizam os 3 Logos e, noutra chave, as 3 Esferas: Agharta, Duat e Face da Terra (Badagas é a parte superior da Face da Terra).

De modo que, pelo enunciado, esses 608.000 Devas pertencem ao Sexto Universo e não ao Quinto. Ora, foi revelado 608.000 e não 508.000. Observa-se que a diferença entre 666 – número padrão do Sexto Sistema – e 608 é de 58 números simples, ou 58.000 no sentido mais amplo. Conclui-se: o Quinto-Theo e o Oitavo agindo nas três Esferas, para salvar dos prejuízos causados na Atlântida. E de 1.800.000 anos, desde a Atlântida até ao Avatara de JHS, os Valores, as Criações do ETERNO não se perderam.

Considerando o número do Cristo Universal (888), ou seja, os três Oitavos dos Ciclos futuros já trabalhando no presente Sistema, vê-se:

a) As Mónadas que abreviarem a sua evolução durante o período das Raças ou das Sub-Raças (conforme a escala que se adoptar) ganharão 91 encarnações ou pontos evolucionais. Então, em vez de encarnarem 777 vezes ou conquistarem esse potencial por esse número de encarnações, o farão apenas em 686 vezes (777 menos 91 = 686);

b) Consoante a suprema e admirável Cabeça que é Fra-Diávolo, ele classifica a Alma Humana, o Ser Humano, dizendo que “a constituição do Homem é tríplice em sua Essência, porém, sétupla em sua Evolução”. Ora, essas palavras da classificação de Fra-Diávolo levam o Discípulo a pensar no ternário e no septenário, os quais traduzidos e somados juntos em números dão 10 (7+3 = 10);

c) Considerando o número 686 (abreviação evolucional da Mónada) mais os poderes do ternário e do septenário da classificação de Fra-Diávolo, há para cada grupo de 686.000 mais 10.000, igual a 696.000. Este valor, numa conta de subtracção com o número padrão 888.000, é igual a 192.000. Conclui-se, portanto, que há na Face da Terra o número de 192.000 Almas que podem ser salvas;

d) Sim, há 686.000 mais 10.000, igual a 696.000. Ora, ainda faltam 10.000 anos para se consumar o término do Quarto Sistema ou Ronda, e esses valores são contados por serem 10.000 de Esperança… e a Esperança da Colheita está na Semente. A Esperança do Deus Akbel está na Semente do Trigo que se acha germinando na Face da Terra.

Eis, portanto, o Trabalho da Semente do Deus Akbel: aprimorar o Poder do Pensamento firmando-o nas coisas da Obra, porque são verdadeiras. E isso, no momento exacto, será aproveitado pelos adoráveis Membros da Grande Fraternidade Branca para salvar 192.000 Almas que se acham espalhadas pelas Face da Terra, as quais embora retardadas ainda têm a Centelha Divina vibrando nos seus corações, como pequena Criação de Deus. Costuma dizer-se “salvar com o pensamento”, porque pela propaganda, pela insinuação servindo-se do entusiasmo, promete-se algo como prémio para que o indivíduo cuide da sua própria evolução, mas isto não vale para o Novo Ciclo: tem-se que pensar nos seres humanos de maneira que a vontade de evoluir venha de dentro deles mesmos, como uma necessidade. Por exemplo, não se obriga os indivíduos a beberem água se têm sede, a comer se têm fome… logo, o trabalho interior deve processar-se de modo idêntico. Sim, fazer crescer o potencial do Pensamento Criador, tal como disse JHS, projectando o Deva, a Criação Mental, o Globo Azul, a Força da Yoga, para que, conforme as suas nidhanas, sejam atraídos como discípulos. Pois bem, a divulgação em manchetes temerosas dizendo que o Mundo vai acabar, que o Rio de Janeiro vai afundar, já passou da sua época. Sim, quem pensa cria, e quem quer pensar criar, desenvolver o pensamento, que o faça com entusiasmo, confiante na verdade da realização dos factos. Salvem os de Centelha Divina vibrando no coração, porque a Ideia é o BIJAM do Pensamento Aghartino. Não pensem que vão ter uma IDEIA, porque esta acha-se dentro de cada um, pois caso contrário não é Criação do ETERNO, do DEUS AKBEL. O ruflar das asas dos Devas da Obra é o CANTO NOVO, NOVÍSSIMO…

Glória ao L∴ P∴ D∴ – LUZ, PENSAMENTO EM DEUS!

SALMO 154

SALMO EM HOMENAGEM ÀS REALIZAÇÕES SOB A PROTECÇÃO DA QUINTA ESSÊNCIA DIVINA

(4 de Setembro de 1980)

Com o pensamento constante nos Ensinamentos, na História, na Filosofia implantada nos Mundos Superiores pelo Supremo Revelador e Deus AKBEL, torna-se necessário exteriorizar o que vai desabrochando dentro de cada um. Ora, quando o leite é demais e não é usado pode inflamar os seios da mãe, no período da amamentação, e assim acontece com quem possui o pensamento dirigido para as coisas divinas: se não as transpõe para o papel, se não as usa para o trabalho de evolução, auxiliando a Lei Justa e Perfeita, poderá ter também a sua alma inflamada, provocando uma série de conflitos íntimos.

O Supremo Revelador, o Deus AKBEL, ofereceu aos Munindras na Face da Terra os bijans, as sementes, do conhecimento relativo à Sabedoria Eterna, os ensinamentos das coisas divinas. Numa tomada de dados, observa-se:

1) “Os Planetários possuem a parte divina e a parte material. Logo, possuem dupla Personalidade. Uma funciona como BEM e outra como MAL”;

2) “O Planetário é sempre o “Vigilante Silencioso” de um Sistema para outro, ou a sua representação de uma Cadeia para outra”;

3) “O papel dos Quarto e Quinto Senhores é muito importante… e misterioso. Ambos vêm funcionando com dupla Personalidade, uma como Bem e outra como Mal”;

4) “O Oitavo, o ETERNO, identifica-se e sempre identificou-se falando da Espada de dois gumes, senão, portador desse tipo de Espada”.

Pensando sobre o sentido desses dois gumes, compreende-se: alegorizam os Poderes Espiritual e Temporal, logo, o Portador da Espada de dois gumes é naturalmente Senhor dos Poderes Espiritual e Temporal, funcionando em simultâneo. Encampa também as funções de Manu e Yama, por isso lhe é outorgado o poder de dar Vida e decretar a Morte dos seres humanos, quer na Face da Terra, quer em outros Planos mais elevados… Por essa razão, diz o ZOHAR: “Somente a Melki-Tsedek é dado o direito de conhecer o problema do Bem e do Mal, portanto, ELE é quem poderá aprimorar o BEM e promover os meios de sublimar o Mal. Bem e mal são os dois pratos da Balança manejada pelo ETERNO em MELKI-TSEDEK”

Melkitsedek

Tomando-se como base de raciocínio o estudo dos Sistemas de Evolução Planetária (Monografia VI, 31), pode-se concluir: o Bem, a Luz, está expresso pelos Globos luminosos de cada Sistema; o Mal, a Oposição, pelos Globos sombrios. Pelo que se depreende, os Senhores dos Globos luminosos constituem o que se denomina de Individualidade, a Mónada, e os dos Globos sombrios formam a Personalidade. Logo, ao invés de dizer-se “os Planetários têm dupla Personalidade”, poder-se-á dizer: são portadores de uma Face Superior, Luminosa, Divina, a Individualidade (que é indivisível, não se divide por ser da natureza da Unidade, da Vida Eterna), e de uma Face Inferior, a que age na Face da Terra e é divisível, mortal, a Personalidade. Por isso compreende-se o motivo das dualidades: Deus e Diabo, Ahura-Mazda e Angra-Maniu, Brahmã e Abrahmã (Abrahão), Krishna e Krishnaya, Buda e Budai, Cristo e Crivatza, Luzbel e Lúcifer, Akbel e Arabel, Henrique e Honorato, Mahimã e Mahinga, Mercúrio e Vénus, e muitas outras duplicidades…

Pensando bem acerca da ideia enunciada pelos esquemas esclarecedores da evolução dos seres através dos Sistemas, conclui-se:

No Primeiro Sistema de Evolução o Poder máximo do ETERNO repousa sobre o Primeiro Luzeiro e, consequentemente, sobre o Primeiro Planetário, pois este está sujeito à oposição de 6 Globos sombrios; no Segundo Sistema há 5 Globos sombrios; no Terceiro Sistema há 4 Globos sombrios; no Quarto Sistema há 3 Globos sombrios; no Quinto Sistema há 2 Globos sombrios; no Sexto Sistema há 1 Globo sombrio e no Sétimo não pode haver mais oposição, posto que todos os 49 Planetários estarão Luminosos com as suas Personalidades equilibradas com as Individualidades. Sim, haverá a Neutralidade sempiterna, a Luminosidade será integral, integralíssima. Tudo voltará ao Seio da Divindade. Enquanto isso não se processar, haverá lutas, sofrimentos, sacrifícios, desajustes entre a Individualidade e a Personalidade. Eis o porque da voz do povo sentenciar: “Não há parto sem dor e nem iluminação sem atrito”. As lutas são levadas a efeito por desajuste da Personalidade desligada da Individualidade. Quando ambas se harmonizam, se equilibram, é quando as duas Bocas bebem pela mesma TAÇA a Suprema Essência Divina. Daí o termo bebem ou be-bem conduzir o raciocínio para a expressão BEM-BEM. Se há BEM-BEM, logo não há oposição, não há Globos sombrios…

Sua Majestade Akbel dizia sempre: “A Agharta é luminosa, é onde funciona perenemente a Luz eterna. Shamballah é escura…” Por que será, qual o motivo desse mistério? Se em Shamballah tudo é escuro, logicamente ela é um Globo sombrio, do ponto de vista cósmico. Se a Evolução está no estágio do Quarto Sistema, os Deuses do Pantheon do Quinto Sistema acham-se nesse Globo sem luminosidade, sem luz, como Individualidades eternas aguardando a Divinização das Personalidades que se acham peregrinando pelas Esferas densas, condicionadas. Quando as Almas, as Personalidades, Personas ou Pessoas atingirem o estágio idêntico ao dos Deuses de Shamballah, os Manasaputras, a Luz terá inundado a Oitava Cidade, logo, os Deuses terão despertado. Eis, talvez, a razão pela qual – quando se formam os Pramanthas com 777 Seres (Personalidades Divinas) – abrem-se os Portais de Shamballah, para que contemplem os Manasaputras e assim se processe a fusão das Personalidades com as Individualidades. Compreende-se, pois, que os Manasaputras despertam nos ciclos de transição dos elementos que estão conduzindo-se do Quarto para o Quinto Universo. Com efeito, se Shamballah é eternamente escura, como disse JHS, equivale portanto ao Primeiro Globo sombrio transitando do Quarto para o Quinto Sistema, logo, mantém a sua parte luminosa nos Devas de Maliak e os Deuses, em guisa de compensação, equilíbrio, etc. Neste caso, precisa-se fugir do falso conceito na Face da Terra de bem e mal, luz e sombra, etc.

O Divino Senhor Akbel usou as seguintes expressões que constituem tema de meditação:

a) Jivatmã Sideral – AKBEL (Individualidade), Face Luminosa, Senhor do Segundo Trono.

b) Jiva Sideral, Imortal – ARABEL, Face Sombria, Senhor do Terceiro Trono. Sim, a Personalidade do Quinto Senhor, que se fundiu na Individualidade quando deu entrada em Shamballah… Compreende-se: os Senhores Akbel e Arabel opunham-se por uma questão estratégica, em guisa de aguilhão para estimular a evolução dos seres humanos da Hierarquia Jiva. Era uma estratégia com o escopo de permitir aos Taurinos alcançarem – como esse estímulo – o Esplendor Celeste, o Plano da Luz do Logos.

Poderá surgir a pergunta: quem é o Vigilante Silencioso? Sim, o Vigilante Silencioso na forma flogística de Akbel – JHS – desceu à frente dos 777 Manasaputras, nos meados da Terceira Raça-Mãe Lemuriana. Foi o Guia dos Senhores que desceram de Vénus, os quais trouxerem três Dádivas: Licor ou Mel, Trigo e Formiga. É o Senhor das Faces… É o único que não dorme em Shamballah… Ora, o Vigilante Silencioso tem cinco funções em relação aos Ciclos evolucionais. As cinco funções do Vigilante Silencioso são: Mineral, Vegetal, Animal, Hominal e Endócrina ou a do futuro Andrógino.

Observa-se que desde a Raça Atlante, talvez desde o seu Oitavo Ramo Racial, o Vigilante Silencioso passou a agir do ponto de visto criativo. Ora, na Lemúria a forma dos seres humanos era tangenciada pela forma animal (a Esfinge), e na Atlântida passou a ser a do Pentalfa, a Estrela de cinco pontas. Sim, o ser humano de pernas e braços abertos, com a cabeça erguida, é uma perfeita Estrela de cinco pontas. As pontas da Estrela humana constituem os elementos condutores dos 5 Tatvas.

Numa das suas últimas Revelações neste Avatara, no Hospital São Lucas, em São Paulo, JHS conceituou a expressão DEUS:

DEUS é doce, dulcíssimo, é Éter; tanto assim é que quando se fala em coisas do Céu, fala-se em termos doces. Quando Deus desce (as Águas Akáshicas) vai tornando-se azul, e… azul é frio, mas quando chega a vermelho dá ou produz um grande estouro, devido ao choque entre o frio e o quente (Vayu e Tejas). É a Inércia Activa e a Inércia Passiva.

Deus é expresso pelas Águas (as Águas azuis do Akasha). A Água é muito mais vida do que o Fogo, porque é trepidante. Se é trepidante tem vibração, e tudo que tem vibração tem movimento, tem vida. Água é movimento e, portanto, é mecânica, é vida…

Assim começou a Obra dos Gémeos, quando fenícios… Na Agharta tudo é água… O seu elevador é hidráulico… Há uma rampa que sobe e outra que desce. Logo, pode-se descer subindo e… subir descendo. Há um rio que corre a grande velocidade por uma dessas rampas…

Deus é frio, é trepidante; se é trepidante, tem movimento… se tem movimento… aquece-se, e aquecendo-se dilata-se sobre Si mesmo. É, portanto, Vida. Tudo é vibração. A dor é trepidante… tem vida… tendo vida… move-se. Portanto, há razões para isso.

Deus é frio, é Éter… Manifestando-se vai-se tornando azul; tornando-se mais denso, chega a vermelho. Há então um grande choque.

Conforme esse trecho, aqui inserido, acerco do que é Deus, do que é o Movimento eterno, que se traduz por Trepidação, Vibração, Vida, etc., tem-se sempre Vayu e Tejas, senão, Fohat e Kundalini estimulando a Actividade Universal.

Como aspecto histórico da Vida Universal em eterno movimento, apresenta-se com a expressão usada pelos homens:

LUTA. Com efeito, LUTA é movimento, dinamismo, acção, e quando pára o seu movimento transforma-se em LUTO, símbolo da ausência de movimento, de trepidação, de vida.

SALMO 155

Este é o Salmo 155 que vem inaugurar a nova fase de Meditação, a nova Filosofia do Ciclo de Maitreya.

Ó meu Deus e Senhor, que estais no meu interior, permiti que todos aqueles que foram julgados salvos na último Julgamento, se identifiquem com o meu Deus e Senhor, identificando-se ao mesmo tempo com o Deus Único e Verdadeiro, a fim de que possam seguir a Marcha Triunfal dos dois Avataras, Maitreya e Mitra-Deva, no presente Ciclo de Evolução Humana.

Glória a Deus, aos seus Anjos e às Hierarquias Criadoras!

Glória a Rabi-Muni na Montanha Moreb, e a Arabel no Monte Ararat!

Do mesmo modo, seja glorificada a Agharta, como o Centro de Irradiações Espirituais para todo o Orbe Terrestre!

O que há de mais sigiloso entre os próprios Luminares da Evolução Humana é a Ciência dos Números, ou melhor, a Filosofia dos Números inteiros e fraccionados. Por isso, toda a Filosofia Pitagórica repousa no sentido transcendental dos Números.

O Salmo 155 faz vibrar na mente humana a ideia do sentido do número 1, expressão da Unidade Suprema, do Deus Único e Verdadeiro, e do número 55, que é o do peso (quilos) da Taça do Santo Graal, ou seja, do Trabalho do Quinto-Theo em seu duplo aspecto, pois os Quinto Rei e Rainha deveriam ser os Manus, os Pais dos que são portadores da Tónica do Quinto Universo… 55 é o peso da Taça do Santo Graal, em ouro maciço, que se acha no Templo do Caijah, no primeiro Altar; 55 é o peso da Taça Tulku que se acha na Vila Canaan, no Templo de Mercúrio. Pois bem, 55+55+1 (a Unidade Eterna) = 111, que é a Chave Numérica da Oitava Linha ou da Corte de Sua Majestade o Rei-Sacerdote de Melki-Tsedek, isto é, o valor unitário sem se transformar em formas duais, para acompanhar os Excelsos Gémeos Espirituais (111+111 = 222). Esse Trabalho está muito bem assinalado nas palavras do Hino dos Serapis, quando fala nas formas duais e “ao Mundo apresentamo-las, Valquírias sem iguais”…

G. Espirituais

Se o Carro da Evolução, a Mercavah, está penetrando nos Portais do Quinto Universo, vem à mente outra Chave Numérica. Pois bem, 155, número do Salmo, vezes o valor de 5 Pramanthas tem como produto o número 775 mais os Manus Primordiais, chegando-se ao número padrão 777. Isto promove a associação de ideias estimulando a memória para que se lembre dos 777 SERES (ADEPTOS JIVAS) que foram conduzidos para a Agharta, no dia 24 de Setembro de 1949. Esses privilegiados ADEPTOS defrontaram-se com os Divinos Manasaputras no Templo do Caijah, no dia 22 de Março de 1963, quando se processou a abertura do Livro Sagrado – o KAMAPA.

Por volta de 19 de Janeiro de 1957, JHS, apreensivo com o despovoamento do Sistema Geográfico Sul-Mineiro pelos Munindras, resolveu, para equilibrá-lo, determinar a subida, a vinda dos 777 ADEPTOS JIVAS para ocuparem os lugares vazios, sim, 111 para cada Cidade ou Embocadura. Esses 777 Adeptos Jivas que em Assuras se transformaram, graças ao EVENTO de 22 de Março de 1963, receberam a consagração do Poder de Shamballah pelo sacrifício de terem renunciado ao Esplendor de Agharta para virem auxiliar Suas Majestades, o Rei-Sacerdote e a Rainha-Sacerdotisa de Melki-Tsedek. Consoante o calendário da Face da Terra, viveram em Agharta apenas 8 anos, na razão cabalística de um ano para cada Cidade das 7 e 1 ano em relação a Shamballah. Mas, ELES virem viver nas Embocaduras do Sistema Geográfico Sul-Mineiro com o AVATARA na Face da Terra, representou o mesmo que se estivessem em Agharta ou Shamballah. Na realidade, ainda que isso representasse um sacrifício por terem de viver com o centro de Consciência no Corpo Emocional, esse Trabalho constituiu para ELES, ADEPTOS INDEPENDENTES, uma Consagração, um Esplendor. Os que possuem permanentemente a cabeça transbordante de LUZ DO LOGOS e o coração pleno de Alegria, de Luz do Plano Celeste, têm Glória e não sofrimento, porque esse é um ofício sagrado a bem de qualquer coisa ou elemento.

Esquema

Para os que vivem com o pensamento nos mistérios da Missão dos Sete Raios de Luz, há uma série de coincidências alertando para o comportamento no mundo profano.

a) O dia 19 de Janeiro de 1957 corresponde, justamente, a 22 dias antes de Suas Majestades AKDORGE e AKGORGE completarem 22 anos de idade (calendário da Face da Terra. E, antes mais tarde do que nunca, após quase 5 lustros da realização desse primoroso EVENTO compreendeu-se alguma coisa do que foi levado a efeito nos Mundos Paralelos;

b) Naquela ocasião os Deuses, os Dhyanis-Budas, encontravam-se no Sistema Geográfico Sul-Mineiro em baixo, no Mundo de Duat. Ora, é natural e compreensível que isso acontecendo os Membros das Cortes de Suas Altezas, os Arhats de Fogo, viessem auxiliar os seus Príncipes, os seus Planetários-Chefes… Esses Excelsos e Divinos Príncipes, com as Cortes de Suas Altezas, na época estavam dando cobertura aos Pais de Suas Altezas, auxiliando ESTES que se encontravam em Círculo de Resistência na Face da Terra. Se isso não se processasse, o Rei-Sacerdote e a Rainha-Sacerdotisa de Melki-Tsedek não permaneceriam na Face da Terra, talvez, até ao ano de 1963. Ora, os Avataras Pai-Mãe, para os que se acham integrados na Vida Una, constituem o ponto de interesse. Com efeito, para os que se encontram no estágio evolucional do Plano elevado alcançado por esses “neo-Manasaputras”, o que para a face da Terra representa sacrifício é recebido por ELES como Glória, Esplendor, Suprema Felicidade pelo facto de permanecerem juntos ou o mais próximo possível das Maiores Majestades, Rei e Rainha de Melki-Tsedek. Esses nobres Adeptos poderão ser relacionados com os 777 Fios de cabelos da dupla Barba do Eterno – Gob Yul Eta Gross Adonai.

Quem vivenciar tudo isso como Verdade, pois com certeza tudo isso existe realmente como Vida, Força, Poder de Realização, poderá considerar-se aghartino, sem vaidade e sem pretensão…

Todos esses acontecimentos, rumo ao ápice da Evolução Humana, aumentam consideravelmente a responsabilidade dos Discípulos do Senhor AKBEL, que é o Deus e Senhor que está no interior dos seres humanos. Pois bem, tudo isso glorificando a Mente e o Coração dos Seres Viventes no Mundo da Luz, exalta com respeito, veneração e profunda admiração as sábias e divinas palavras do Excelso e Inesquecível TAG: Enquanto Deus viver, o Homem não morre.

Para maior conscientização deste estudo do Salmo 155 da Quinta Hierarquia em construção na Quinta Cidade Aghartina e no Quinto Sistema Geográfico (5 e 5), insere-se aqui o seguinte trecho das Revelações de JHS, aliás, óptimo tema de meditação para se mudar de Plano:

DHYANIS-JIVAS

(Os Deuses ou Planetários do Quinto Sistema)

A Hierarquia dos Dhyanis-Jivas (nome na época) deveria aparecer depois de empossado o Quinto Senhor, isto é, no ano 3005. ELE fez de propósito… No período de dez mil anos tomará forma definitiva a primeira categoria de Yokanans, como se dissesse que é a que acompanha, além dos Makaras e Assuras, o Dirigente do Sexto Sistema: o Sexto Senhor.

Em carta de 9 de Agosto de 1959, há o trecho que deu esta admirável informação aos Munindras:

… O caso principal está nos Dhyanis, um deles foi visto, em baixo, fazendo pendant com o Excelso Artésius, o Sétimo Rishi ou Rei de EDOM. Isso é muito importante. Do mesmo modo, a mudança dos nomes dos Dhyanis-Jivas, de 2005 em diante, para os dos TATWAS seguidos dos de BEL ou Deus, além do mais, por serem Filhos da carne de São Germano e do Espírito de AKBEL. No mais, AKBEL-ASHIM-BELOI para AKBEL-CRIVATZA-SÃO GERMANO… como já foi dada a devida revelação.

Com o estímulo dos estudos dos Salmos, a manifestação da Mente Divina vai-se aninhando aos poucos nas cabeças dos Discípulos, e a força do cérebro passa a florescer com o Sopro incessante dos Adeptos Independentes, senão, dos eternos Vigilantes da Missão dos Sete Raios de Luz. Diz a ciência humana: “Quem pensa, cria”; mas na área dos estudos dos Salmos, poder-se-á dizer: “Quem pensa na Agharta a ELA se liga, logo, está pensando no Deus Interior”.

Pelo que se conclui: este Salmo 155 é uma apoteose às realizações da Obra do ETERNO, levada a bom termo pelo Deus e Senhor AKBEL e demais Hierarquias Criadoras. Como Sangue vitalizador da Árvore de KUMA-MARA, enriquecendo o Solo Brasileiro e outros, e estando dentro da área da Nova Filosofia do Ciclo de Maitreya e Mitra-Deva, transcrevem-se aqui as divinas categorias de YOKANANS, em guisa de balanço do Trabalho que fertilizou as raízes da Árvore de Kuma-Mara:

1) Os YOKANANS que trabalharam com os Adeptos da Linha dos 666 Makaras. Sim, há três categorias de Yokanans:

a) Os Anunciadores do Avatara, a manifestar-se a partir do ano 2005, tendo à frente o Excelso Kafarnaum;

b) Os Yokanans dos Sacrifícios, os que se deram e dão em holocausto pelos Gémeos Espirituais e pelo Mundo;

c) Os Peregrinos da Vida, os que estão fazendo a propaganda da Obra fora do Brasil e salvando as pessoas que foram julgadas boas no Julgamento cíclico. ELES são em número de 49 Seres.

2) Além dessas categorias citadas, há ainda os Dhyanis-Budas, os quais sofreram muito na Face da Terra. Ora, quando se falou ou se fala em Hierarquia dos JIVAS, menciona-se quatro categorias que são:

a) Os Dhyanis-Jivas (Dhyanis-Budas), os que a partir de 2005 vão possuir os nomes dos Tatvas. Estiveram nos Postos Representativos dirigindo espiritualmente a Humanidade.

b) Os Dharanis. Estes admiráveis Dharanis servem de Colunas ou Ministros aos Dhyanis Budas e Kumaras, ou os que funcionam da direcção dos Postos Representativos, nas Embocaduras dos Sistemas Geográfico. Desta categoria, há 22 localizados em pontos Jinas do Brasil…

c) Os Dwijas ou “duas vezes nascidos”. Exercem funções na Política, na Ciência, na Arte, enfim, na Cultura, preparando o terreno para a vinda do Avatara de Maitreya. No Brasil houveram vários…

d) Os Druvas ou Yokanans (Yogandes), em número de 49 Seres. Dois deles viveram muito tempo na Índia juntamente com o Excelso Doris Jana. Viviam em Madras, e costumavam aparecer junto à porta da Sociedade Teosófica de Adyar sentados num banco de pedra, tentando salvar os que tinham possibilidades de salvação. Outro, esteve em Moçambique, e outros ainda estiveram nas colónias portuguesas de outrora, tanto em África como em outros países.

Complemento desta Revelação de JHS sobre os YOKANANS:

Observação – Os 49 Yokanans ou Yogandes estão espalhados pelos sete pontos do Mundo: Índia, Tibete, Egipto, Europa, Austrália, etc. Também há Yokanans próximo de Adyar, Madras (Índia), em Changai (China), em Lourenço Marques (Moçambique, África), etc. Com a Vitória da Obra sobre o Anticristo, foi permitida a vinda dos Yokanans para a Face da Terra a fim de salvarem as pessoas julgadas boas… Os Yokanans pretendem insinuar (tratando-se do período anterior a 1963) aos Peregrinos do Mundo inteiro que devem vir ao Brasil, a fim de verem o Buda Branco do Ocidente. Sim, os Yokanans estão preparando a vida dos Três Reis do Oriente…

O Supremo YOKANAN, a GRANDE VÍTIMA, fez a pergunta aos Munindras: “Que se deve dizer os Peregrinos do Oriente quando vierem ao Templo?” E ELE mesmo responde:

“Este Templo é o do Senhor de ERMEDI ou o BUDA BRANCO, que não podendo suportar as vicissitudes da vida foi obrigado a deixar o mundo, o mesmo acontecendo a Ramakrishna que morreu clamando por “Kundalini”… o que equivale a “chamando por Agharta”…

“Sim, os Yokanans (Arautos) estão sob a Chefia de Sua Santidade Daniel – Akgorge… o Sumo Pontífice Real.”

Akbel - JHS

As primeiras palavras deste Salmo 155, são: “Ó meu Deus e Senhor que estais no meu interior, permiti que…” até “no presente Ciclo da Evolução Humana…”, ajustam-se muito bem à Chave Geométrica dos Ensinamentos Iniciáticos. Referem-se ao círculo com uma cruz dentro, dividindo-o em quatro partes, expressando o Quaternário da Terra. Consoante os Ensinamentos Iniciáticos, o “Grande Mundo é denominado Macrocosmos, e o “Pequeno Mundo”, o ser humano, de Microcosmos, sendo que a diferença existente entre ambos é apenas no aspecto proporcional. O infinitamente grande é dotado de proporções enormes (o Macrocosmos), e o infinitamente pequeno de proporções menores (o Microcosmos). Fazendo uma comparação para satisfazer o Mental Concreto, compara-se o primeiro à luz do Sol e o segundo à chama de um pau de fósforo. Ambas são luz, apenas variam no potencial luminoso. Para o caso deste estudo, poder-se-á dizer: o Macrocosmos será o Globo Terrestre, e o Microcosmos o ser humano. Ora, o que acontece com o Globo Terrestre, conforme está expresso no símbolo do Terceiro Logos? Tem como Deus e Senhor o Espírito da Terra, BAAL-BEY, que no interior deste Globo está vivendo no grande estágio do Quarto Sistema. Sim, BAAL-BEY como Unidade, mas que para se manifestar transforma-se na multiplicidade de veículos, de formas, de corpos. A multiplicidade desta imensa UNIDADE é representada pelas 4 Hierarquias já realizadas fisicamente, e também por outras que ainda não tiveram contacto com a Face da Terra. A cruz dentro do círculo expressa também os 4 Mundos Superiores: Shamballah, Agharta, Duat e Badagas ou Mundo dos Jinas. Poderá também ser as Hierarquias referidas:

1) Assuras, Manasaputras – Shamballah;

2) Agnisvattas – Agharta;

3) Barishads – Duat;

4) Jivatmãs ou Atabimânicos – Badagas ou Mundo dos Jinas.

Quando a Terra for superada haverá a modificação do seu símbolo, isto é, a sua representação será outra, a do globo encimado por uma cruz. Na passagem do Quarto para o Quinto Universo, logo, na metade do Ciclo, há o símbolo de Marte; no final da Evolução, senão, da Rotação Universal, será Vénus. Após tudo isso coroado, surge o símbolo de Mercúrio. No estágio actual da Evolução Universal, o Senhor, o Deus Único e Verdadeiro está no interior do Corpo do Eterno que é a Terra, com todos os seus mistérios.

Quando se canta no Mantram Búdhico “SENZAR vive no meu coração”, estas palavras estão revelando o mesmo sentido do que se acha expresso na primeira frase deste Salmo. Se o ser humano é o Microcosmos, a “Microterra” precisa estar à semelhança da Grande Terra, do Globo Terrestre. E… essa Chama mínima do Sol de 32 Raios existente no Interior da Terra, está no coração humano. Por isso é que muitos Mestres aconselhavam os seus discípulos a imaginar no Chakra Cardíaco a imagem do Sol, ou qualquer outro símbolo que alegorizasse o ETERNO, o DEUS ÚNICO E VERDADEIRO.

As tradições utilizam várias linguagens; a dos Símbolos e a da Mitologia pertencem à “Voz do Silêncio”. Por isso se diz: “O Silêncio é de Ouro”… Ouro é alegoria da Agharta, logo, “o Silêncio é de Ouro” equivale a dizer: é a Linguagem de Agharta. Ora, se o Máximo Deus e Senhor acha-se em Agharta (no Interior da Terra), logo compreende-se: os seus fragmentos, embora na periferia do Quarto Globo, devem ter o Seu augusto Nome no coração, espelho de Agharta. Sim, o Deus e Senhor no interior de tais fragmentos. Ora, o coração é o relógio marcando o ritmo da Vida. Se o relógio humano não estiver acertado com o Grande Relógio do Ciclo, do Universo, da Agharta, não haverá portanto a identificação perfeita com Deus. O grande mal da Face da Terra é o facto de seus filhos andarem com os seus relógios atrasadíssimos em relação ao de Agharta. A Terra tem um compasso quaternário, e daí a sua representação: o círculo é o mostrador, e a cruz dentro é o mecanismo mantendo o ritmo da Vida. Quem não acompanhar as horas do Grande Relógio, ficará atrasado.

É possível que a Nova Filosofia, inaugurada com o Salmo 155, seja a expressão do Verbo Divino, o qual se manifesta pela linguagem do Som, dos Salmos, dos Símbolos, dos Arcanos… Tudo isso é a linguagem do Vigilante Silencioso. Sim, quem fala se revela e quem silencia se resguarda.

Concluiu-se: os divinais dizeres deste Salmo 155 constituem o Novo Canto composto pelo DEUS ÚNICO E VERDADEIRO, conclamando aos compatriotas aghartinos em peregrinação pela Face da Terra a repassarem na memória os Ensinamentos Divinos, evocando permanentemente a Agharta. Como fazê-lo? As últimas palavras deste Salmo o ensinam: exaltar ao máximo os Montes Ararat e Moreb… Pensar, exaltar diariamente os Deuses RABI-MUNI e MAITREYA, cujos NOMES deíficos constituem a palavra-de-passe que dá ingresso no Reino de Agharta ligado a Shamballah. Com esses divinos Nomes vibrando na mente e no coração como Deus Interior, enviar-se-ão, com o pensamento cristalino e o coração puríssimo, irradiações espirituais para todo o Orbe Terrestre.

Para terminar:

Melki-Tsedek Zau Crav Orco Bel Ziat!

(“Melki-Tsedek saúda e se congratula com os seus Filhos no raiar do Novo Ciclo!”)