obelSintra, 28 de Setembro de 2014

O Empório celeste descreve em letras siderais que são estrelas, formando frases que são as constelações, o Mapa da Evolução Universal, diz a Tradição Iniciática das Idades. As energias cósmicas do Empório vertem-se na Terra sobretudo através de três constelações fundamentais à Evolução Planetária “balizando” cosmicamente as Três Hipóstases do Logos Planetário, como sendo Orion, Cruzeiro (do Sul) e Sirius (estrela alfa da constelação do Cão Maior) indicativos do Pai (1.º Aspecto Divino, Poder da Vontade), da Mãe (2.º Aspecto Divino, Amor-Sabedoria) e do Filho (3.º Aspecto Divino, Actividade Inteligente), diz ainda a mesma Tradição Primordial.

Dessas três constelações destaca-se a do Cruzeiro por sua importância capital à Vida na Terra, consignada como “reservatório cósmico” da essência dos 5 Elementos naturais ou Tatvas derramados como Pardas ou “Rios celestes” no nosso Globo, facto descrito em 1952 pelo insigne teósofo António Castaño Ferreira nas suas aulas sobre Cosmogénese e Antropogénese:

“Por isso nós falamos, na linguagem oculta, que o AKASHA (Éter) é, realmente, a fonte de todas as energias. É a Energia Mater, que se diferencia nas outras quatro (Ar – Fogo – Água – Terra) que têm o nome simbólico de Elementos. É a razão pela qual o Homem, na fase actual, pôde desenvolver os cinco dedos, porque cada um deles corresponde a uma Energia Cósmica, sendo que o polegar corresponde ao Akasha que é o Tatva móvel, o centro, portanto, onde se manifestam os outros Tatvas. Por esta razão é que o polegar se opõe a cada um dos outros dedos, dando ao Homem a capacidade de criar com as mãos tudo o que se encontra ao seu alcance. Através das civilizações a actividade criadora do Homem foi sempre fornecida pelo poder do Akasha, ligado aos outros Tatvas que fluem, também, como magnetismo diferenciado pelas pontas dos dedos dos homens, e então podem transferir essas energias e excitá-las naqueles em que elas se encontram em deficiência. O Akasha, portanto, é a fonte de Energia Primordial que forma as outras fontes de energias secundárias.

“A constelação do Cruzeiro do Sul é o centro donde emana essa Energia que, para o clarividente, apresenta-se com a forma simbólica de uma grande pirâmide. Foi baseado nesse conhecimento, que só a vista espiritual alcança, que os antigos egípcios ergueram as suas pirâmides, bem como os povos pré-colombianos para expressar a formação quíntupla do nosso Universo ou a expressão dessas cinco Energias do Cosmos. O vértice da pirâmide está voltado para a estrela central que se encontra num plano mais afastado dos outros 4 centros cósmicos que formam o Cruzeiro, constelação que todos nós estamos acostumados a ver. A sua projecção parece uma Cruz, com uma estrela menor no centro. Estou falando em linguagem teosófica na sua realidade, e não como ela possa ser encarada sob o ponto de vista meramente profano, como acontece com a Astronomia ou a Astrofísica, que não nos interessa de momento. De futuro, será justamente em harmonia com este local, com este centro cósmico onde se encontram essas cinco rodas que giram, emitindo todas as energias vitais que sustentam e alentam a vida, que nós deveremos provocar o grande milagre da transformação superior, isto é, pondo em actividade as energias que estão latentes em nós para que desperte a consciência superior de cada um. Está baseada nesse princípio a Yoga chamada Universal. Esses cinco Hálitos vibram em SHAMBALLAH.”

Sendo assim neste panorama cosmosófico, pergunta-se se haverá algum objecto ou coisa que canalize ou filtre para a Terra essa Energia Primordial de natureza quíntupla (e até sétupla), fixando-a nela a fim de dar-lhe o alento necessário? Sim, há: trata-se do obelisco, como aquele junto ao Portal do Santuário Akdorge direcionado à sua abóbada onde domina o signo magno da Rosacruz, Cruzeiro, Cruziat ou simplesmente Ziat, em língua sagrada aghartina.

Aliás, em toda a praça dianteira de outros tantos Templos da Obra do Eterno na Face da Terra, no Brasil, Pátria-Gémea de Portugal, está igualmente plantado o obelisco com cercadura circular em que se inscreve uma cruz no centro da qual ele se levanta. Rosacruz, Cruziat, portanto. Confere.

Templos

De maneira que o obelisco serve de catalisador do Akasha Universal com este atraindo as energias vitais celestes, indo assim magnetizar intensamente o espaço em redor do Templo assim transformado em Terra Santa, lugar fortemente imantizado pelas forças subtis encadeadas nele por via do Obelisco com as suas formas encausadoras e revigoradas pelo poder da Ritualística levada a efeito no Templo, lugar sagrado de Iniciação e Realização.

No Antigo Egipto, os obeliscos foram levantados para honrar o Deus Sol, , na pessoa de Hórus como Segundo Aspecto do mesmo Logos Solar. Os egiptólogos crêem que o seu formato originou-se das pirâmides e que os primeiros obeliscos foram erigidos na cidade egípcia de Jonu (a Om bíblica), acreditando significar “Cidade da Coluna” talvez como referência aos próprios obeliscos. Os gregos chamavam Jonu de Heliópolis, significando “Cidade do Sol” por ser o principal centro devocional ao Espírito do Astro-Rei. Esse nome grego Heliópolis corresponde ao hebraico Bete-Semes, que significa “Casa do Sol”. Na Bíblia, o profeta Jeremias fala da “destruição das Colunas de Bete-Semes, que está na terra do Egipto” (Jer. 43:13), muito possivelmente referindo-se aos obeliscos de Heliópolis, como vingança do hebreu escravo contra o seu antigo senhor.

Símbolo solar por natureza e excelência, a própria etimologia da palavra obelisco já o revela: provém do egípcio cóptico obelós, importado para o grego obeliskô e deste para o latim obeliscus, “ponta inflamada”, “assador”. A “ponta inflamada” indica a extremidade pontiaguda do obelisco, tradicionalmente considerada o ponto bindú de ligação entre a Terra e o Céu ou Mundo do Segundo Logos (Cruzeiro), cuja fácies superior é o Filho (Hórus, para os antigos egípcios) e a inferior alentando a Terra, a Mãe (Ísis, para os mesmos egípcios), nesta revelada como Espírito Santo. O Pai (Osíris) é o Imanifestado que só se revela pelos subsequentes Aspectos assinalados (correspondendo no Hinduísmo a BrahmaVishnuShiva, ou 1.º, 2.º e 3.º Logos), tal qual Orion se manifesta pelo Cruzeiro e este por Sirius, sobre quem diz António Castaño Ferreira nas suas aulas sobre Cosmogénese e Antropogénese:

“Quanto ao nosso Sistema Solar, sabemos que gravita em torno de SIRIUS, que é um Logos Solar presentemente numa etapa superior da sua evolução. Em verdade, os Logoi Solares evoluem de maneira análoga aos nossos Sistemas Planetários, embora em Planos Cósmicos diversos (Prakriti e Kama-Fohat, Físico Cósmico e Astral Cósmico). Sirius é um Logos Solar de natureza superior que dirige um sistema de Logoi Solares inferiores, digamos, em número n de Sóis menores. Por outro lado, Sirius faz parte de um grupo de Sóis de natureza idêntica à sua que gravita em redor e um Sol mais evoluído, embora situado no mesmo Plano (Kama-Fohat). Ao conjunto desse sistema de Sóis é que chamamos uma galáxia, no sentido de uma multidão de constelações visíveis através do véu da Matéria Cósmica física. Daí dizerem as Estâncias de Dzyan: “Os Sóis Filhos são inumeráveis…”.

“Outrossim, é importante saber que, desses “Sóis Filhos”, os que se encontram em sua última etapa evolutiva formam um Sistema que gira em torno de um Sol Central Espiritual e que o conjunto dos Sóis Centrais Espirituais – Nucléolos no seio do Espaço-Mãe – constitui a Mente Infinita ou MAHAT.”

Era precisamente com Sirius ou Sothis, a estrela do Egipto, que se alinhava a Grande Pirâmide de Kheops, anterior ao Dilúvio Universal que submergiu o continente da Atlântida, a Kusha das escrituras sagradas do Oriente, e reconstruída posteriormente pelo faraó do mesmo nome (Kheops ou Khu-Fu) no Vale de Gizeh, estando estrategicamente plantada no meridiano que divide a Terra ao meio (Medis Terris, donde Mediterrâneo, que também é o Maris Nostrum ou Mare Internus simbólico da Água Mercurial dos antigos Alquimistas), ficando assim como baliza ou vau fronteiriço ao Oriente e o Ocidente.

Com efeito, a Tradição Iniciática das Idades dá as construções das principais pirâmides do Egipto como anteriores à catástrofe da Atlântida, sendo a sua edificação, segundo os historiadores antigos e modernos, datada da época em que Alpha Polaris era a estrela polar em sua culminação inferior e por cima as Plêiades, ou seja, há 31.150 anos, aproximadamente. A construção da Grande Pirâmide foi dirigida por sacerdotes artífices atlantes instalados no Egipto atlante, e muito depois reconstruída pelos faraós da 4.ª Dinastia já no Egipto ariano, auxiliados pelos hierofantes artífices do país que conservavam nos seus arquivos secretos a herança da Tradição Iniciática Atlante e a sua contagem do tempo relativa a estas construções. Neste monumento, como igualmente noutras pirâmides, eram celebrados os Mistérios Iniciáticos da Geração, chamados de Osíris e Ísis (respectivamente representados nas “Câmaras do Rei e da Rainha”), pelos faraós e os membros mais destacados da família real.

O aspecto exterior da Grande Pirâmide, hoje, difere do antigo, pois naquela época possuía um revestimento, em suas quatro faces, de fino calcário branco, polido, que reflectia o Sol (Aton) de forma deslumbrante. Por esta razão, os antigos egípcios denominavam a Grande Pirâmide de Khut, isto é, “Luz”. Hoje, as faces outrora lisas apresentam degraus por falta de revestimento, que caiu dois anos depois da passagem de Abdul Latif pelo Egipto (1200-1201), devido a um terramoto que abalou o país. Os árabes que então o dominavam utilizaram-se dos blocos para reconstruir a cidade do Cairo. Ainda hoje podem ser aí observados esses blocos de calcário branco, com hieróglifos, ornamentando edifícios antigos.

Grande Pirâmide de Kehops

Acerca do simbolismo da pirâmide e servindo de eco às Revelações do Mestre JHS (Professor Henrique José de Souza), diz o insigne teósofo Sebastião Vieira Vidal na sua Série Instrutor Secreto (I. S.):

“Os simbolismos da Montanha e da Pirâmide são bastante semelhantes. Como no Egipto, por exemplo, não há montanhas junto às grandes cidades e só deserto, construíram-se as pirâmides para esse mister. No Yukatan, México, a cidade misteriosa de Itchen-Itza é plana, e por isso foram edificados os Templos-Pirâmides testemunhando a manifestação do Avatara de Quetzalcoatl. A História Humana registou esse evento como sendo as “Ruínas de Palenque”.

“O que é Pirâmide? Deriva da palavra aghartina Purimidah.

Purimidah, por sua vez, significa “Medir a Luz”, tanto a dos Astros como a da Sabedoria, o que acontece, aliás, com a função das Pirâmides, as quais procedem filologicamente tanto daquele termo como do egípcio Pyr-Em-Us. Sim, esta expressão quer dizer “Medida do Fogo” do Sol para a Terra, como aquele Metraton a que o Senhor JHS deu o significado de “Medida entre o Sol e a Terra”.

Pirâmide, do egípcio Pymar exportado para o grego Pyramis, assim aceite pelo latim, é um sólido cuja base é um polígono qualquer, e cujas faces laterais são triângulos que têm vértice comum. Na Geometria: poliedro em que uma das faces é um polígono qualquer e as outras são triângulos com o vértice comum. Monumento em forma quadrangular.

“No interior de determinadas pirâmides egípcias, os sacerdotes dispunham-se em posição ritualística sob a direcção de um hierofante. O hierofante ficava deitado num esquife com o ventre para cima, de modo que o seu umbigo ficava na direcção de um orifício que se encontrava no vértice da pirâmide. Por esse orifício penetrava a luz do Sol ou de uma estrela, por exemplo, a Estrela Polar. Nesse acto iniciava um novo ciclo. Era anunciado o nascimento de um novo Avatara. O potencial de tal luz era tão forte que o corpo do hierofante se elevava nos ares, indo até ao ponto mais alto do salão ou câmara piramidal.

“Continuando sobre o assunto da Montanha, devemos tomá-la como sendo uma orientação para se galgar o mais alto estágio evolucional humano.”

O autor citado diz ainda na sua Série Cadete:

“Segundo a Chave Geométrica temos o Obelisco, em São Lourenço (MG), ou seja, a Pirâmide sobre o Quadrado, símbolo do Cruzeiro do Sul.

Pirâmide provém de Pyrmet (Pir-Matra), cujo sentido é a “Medida de Fogo”. Pyrmet, na língua copta, é “dividir por dez”. Dez é a manifestação integral da Divindade.”

Essas palavras do ilustre Sebastião Vidal por certo estarão inspiradas naquelas outras do Professor Henrique José de Souza na sua Carta-Revelação de 14.06.1951, Esfinge, pirâmide e outras coisas, inserta no Livro do Loto do mesmo autor: “No meu estudo de ontem, esqueci de apontar o mistério do quaternário e do septenário das pirâmides na sua própria estrutura ou conformação. Olhadas de frente, ou se uma fotografia for tirada desse modo, ver-se-á uma tríade, ou apenas uma das quatro faces da referida figura. No entanto, se multiplicarmos a face de cada triângulo da pirâmide pelos quatro lados, obteremos o número doze, para darmos o significado: os sete Astros, os sete estados de Consciência, etc., mas também os doze Seres das três Hierarquias conhecidas: Kumaras, Maha-Rajas, Lipikas ou Senhores da Evolução Humana. 12 signos zodiacais: 3×7 =21, 3×4 = 12. Chamemo-los de expressão Makárica do 2.º Trono em baixo, acompanhando a própria Evolução da Terra que reclamou a objectivação, a humanização do mistério contido no termo Adam-Kadmon, mas também no de Akbel, Ashim, Beloi. No final de contas, todos esses Seres são de uma só Origem, como estamos fartos de apontar”.

Senhores da Evolução e Pirâmide

Pois bem, se o obelisco é a forma concentrada da pirâmide ampliada com os seus compartimentos interiores, o facto é que a mesma Grande Pirâmide jamais se destinou a mausoléu funerário, como comprova o facto de nunca ter servido de jazigo a quaisquer corpos humanos. A sua finalidade era bem outra: destinava-se aos consórcios amorosos ou rituais de fecundação e geração de corpos de Seres de Hierarquia Superior, pelo “Rei” e “Rainha”, provindos dos Mundos Celestes do Seio da Terra, de Duat, Agharta e Shamballah mesmas, em ocasiões propícias determinadas pelo alinhamento de certas constelações que são os corpos físicos de Hierarquias Criadoras cujas energias concentravam-se no interior da Grande Pirâmide, sendo aproveitadas ou filtradas pelo casal eleito no acto de geração, conhecimento este herdado dos hierofantes atlantes numa época feliz onde as Hierarquias Criadoras dirigiam directamente a Humanidade insipiente.

Por esse motivo, na Grande Pirâmide a “Câmara do Rei” está acima da “Câmara da Rainha”, tal qual o homem se sobrepõe à mulher no conúbio sagrado realizado na “Câmara Subterrânea”, assim a Energia Celeste de Fohat atraindo e encadeando a Força Terrestre de Kundalini, unindo-se as duas durante o acto de procriação do casal unido à altura do omphalo do corpo que é o umbigo, com Fohat provindo de cima, do Seio do Céu, e Kundalini oriunda de baixo, do Seio da Terra. Razão de se poder visualizar a pirâmide vertida como o seu aspecto visível, e invertida ou invisível com o vértice mergulhando no subsolo, tal qual a montanha – simbólica da assunção iniciática – tem o seu cume dirigido ao Céu e a sua caverna dirigida ao Inferno, Inferius ou Mundo Subterrâneo, este para Kundalini (de cor vermelha) e aquele para Fohat (de cor verde), sendo no meio ou jardim edénico que é a floresta que ambos os Fogos Frio e Quente se encontram em guisa de omphalo, tal qual acontece na Yoga de Akbel.

Pirâmide superior e inferior

Por isso, a face triangular da pirâmide assinala a irradiação (Satva, energia centrífuga) e a base quadrangular a manifestação (Rajas, energia rítmica), e da união das duas resulta a geração (Tamas, energia centrípeta) e consequente nascimento, tanto iniciático ao nível da consciência, quanto no aspecto corporal como criação de uma veste física destinada ao trabalho futuro de sementeira e colheita da Iniciação.

Tem-se assim que no ano 1714 a. C. apareceu no Egipto (Khemi, “Terra Negra ou Primordial”) o casal privilegiado Thutmés III e Nereb-Tit (com os nomes ocultos de Pithis e Alef), que no interior da Grande Pirâmide uniu-se e gerou sete (mais um) filhos, excelsas criaturas provindas de Agharta hoje conhecidas como Dhyanis-Agnisvattas cuja natureza “arcangélica” dispõe-as na cumeeira da Evolução Planetária, dizendo-se ter sido geradas aproveitando as energias da constelação da Ursa Maior ou dos Rishis, sobre o que diz JHS em Carta Revelação de 11.11.1951, Palavras necessárias:

“Do lado oposto, as PLÊIADES. No outro hemisfério, distâncias enormes… os Rishis, a URSA MAIOR. Dizer-se outrora que as Plêiades se relacionavam com os Barishads e os Rishis com os Agnisvattas, é o maior de todos os “quebra-cabeças” do mistério celeste, do mistério da evolução da nossa Cadeia… Mas pensando bem, lembro apenas que o Futuro substitui o Passado para que o Presente evolua. Ninguém diria, pois, que as Plêiades são Barishads, nem que os Rishis são Agnisvattas. E no entanto o mistério se revela desse modo.”

O Mestre adianta em Carta-Revelação de 24.05.1951, citando um trecho do Livro dos Dhyanis:

“Os 7 Rishis são filhos de Mercúrio. E as 7 Plêiades, de Vénus. A Lua contrária ao Sol tomou-lhes entretanto o direito paterno, em benefício da Terra. Pelo que se vê, com a Queda da Lua e “Vénus adoptando a Terra por filha”, o fenómeno não podia deixar de ser através de Rishis e Plêiades ou Krittikas, com feição de Agnisvattas e Barishads. Uma questão de “veículos”, com o concurso do 2.º Trono.”

O Livro das Vidas (1933) de JHS dá os nomes dos filhos de Pithis e Alef:

8.º) PITHIS, “filho de si mesmo”, avatarizando AKBEL

7.º) MAI-SIM

6.º) MIS-RAIM

5.º) MEM-PHIS

4.º) POT-ANUM

3.º) PHAR-ANUM

2.º) ISORETH-ANUKI-PTAH

1.º) ADMI-THERAFIM

Esses Dhyanis-Agnisvattas de 3.ª classe (Agni-Kayas) são hoje os 7 Rishis ou Reis Divinos Sri-Aghartinos, inclusive tendo tomado parte no mistério dos 7 Meninos da Companhia Teatral Infantil que em 1899 levou a cena a peça Tim-Tim por Tim-Tim no Teatro São João de São Salvador da Bahia de Todos os Santos, aquando Henrique (Maha-Rishi) e Helena (Maha-Krittika) se reencontraram pela primeira vez nessa sua última vida na Face da Terra.

Filhos de Tutmés

Filhos de Thutmés III e Nereb-Tit

Pelo ano 1370 a. C. a Grande Pirâmide viria novamente a servir de transcendente leito esposal a um outro casal dos mais excelsos que o Egipto e o Mundo já conheceram: Aken-Aton ou Kunaton e Nefer-Tit ou Titi, como nova reencarnação dos Gémeos Espirituais. Kunaton veio restabelecer o culto solar dos Avataras promanados do Segundo Logos (Hórus) e revificar, ou antes, rectificar o terreno humano a fim de vicejar uma mais positiva ordem das coisas, uma nova vida. O seu Deus era o próprio Logos Solar, Aton-Rá, e a sua insígnia só podia ser o disco solar dourado.

O divino casal apareceu no Mundo com mais dois Seres origem aghartina que foram os seus Ministros ou Colunas Vivas: Mirtabá e Morirá, de nomes profanos Muk-Aton e Gem-Aton. Os três formavam as Três Chamas que nunca se apagam: os Supremos Dirigentes do G.O.M. (Governo Oculto do Mundo), tendo por emblema a Flor-de-Lis, o lírio do Nilo (Nihil) sagrado. Kunaton era Rei, Sacerdote e Pastor. Era o defensor da civilização do “grande imperador escuro” (Thutmés III) que deixara o seu império gravado com as melhores impressões psicofísicas.

No Egipto somente o melhor das suas castas militar e sacerdotal se mantinha fiel à Boa Lei, e assim influenciava positivamente o sistema político e religioso do país. Foi dispondo desse “melhor” que Kunaton trabalhou, indo desenvolver o sistema educacional e administrativo. Cuidou da vida física, vital e espiritual do povo e tentou redimir os egípcios do seu atavismo necromante.

Do insigne casal Kunaton e Nefertiti houveram oito filhas (a oitava era a própria progenitora) geradas no escrínio da Grande Pirâmide, as oito Musas, Plêiades ou Krittikas. Tais Musas eram as Dhyanis-Barishads de 3.ª classe (Atavânicas), hoje conhecidas como as Rainhas de Agharta ou Sri-Aghartinas, também elas tendo entrado em cena na apoteose teatral de 1899 através das 7 Meninas do Tim-Tim por Tim-Tim. Segundo o Livro das Vidas, de JHS, os seus nomes eram:

8.ª) NEFERTITI, “filha de si mesma”, avatarizando ALLAMIRAH

7.ª) PSCHENT-RUR-ATON

6.ª) AGARTHERITH-NEIR-ATON

5.ª) MOPHTA-ATON

4.ª) NEPHER-DEIR-ATON

3.ª) BAHA-TIT-ATON

2.ª) RADHAM-ATON

1.ª) AKTEK-ATON

Filhas de Nefertiti

Filhas de Aken-Aton e Nefer-Tit

No final do seu reinado, o Faraó Iluminado delegou no seu mais devotado confidente, Morirá, o cargo de Sumo-Sacerdote e “Grande Vidente de Aton”, porém tendo o cuidado de não lhe conferir funções civis, isolando-o nas suas próprias exclusivamente religiosas, e confiando ao outro, Mirtabá ou Mirtabah, a administração financeira e jurídica do Egipto. Nesse caso, assumindo as funções vivas de Colunas da Sabedoria e da Justiça de que ele, Kunaton, representava a Coluna Central, a do Amor para com todos os seres, na mesma razão do Rei do Mundo, Brahmatma, e seus dois Ministros, Mahima e Mahinga.

É de notar a coincidência da letra M em tais cargos, envolvendo, muitas vezes, a mesma Coluna Central, ou seja, o Rei do Mundo ladeado pelos seus dois Ministros ou Colunas Vivas. O mesmo termo Melkitsedek (“Rei de Salém e Sacerdote do Altíssimo”) o indica. Eis aqui a razão do misterioso Rito Egípcio praticado até hoje por Maçons e Rosacruzes, ou seja, o de MENFIS – MISRAIM – MAISIM.

Escusado será dizer que na época de Kunaton e seus Ministros eles foram os representantes directos na Face da Terra do próprio Rei do Mundo e suas Colunas, logo, da Excelsa Fraternidade Branca representada pela Linha Serapis, a dos “Construtores” do Seio da Terra, do Amenti ou próprio Duat, Adeptos de natureza Assura que com as respectivas contrapartes o guarneciam na Obra Construtora de um império solar verdadeiramente Sinárquico. Foi quando, ainda no ano 1370 a. C., Kunaton fundou a Ordem Rosacruz dos Andróginos ou Ordem Lapis Faraôni no Grande Templo de Aton em Heliópolis indo em seguida com Nefertiti para o acto privado na Grande Pirâmide em Gizeh.

Sobre a Ordem da Rosacruz dos Andróginos, a sua matriz directora e respectivas correspondências com o G.O.M. pode dispor-se da maneira seguinte:

Rosacruz Andrógina

Por todas as razões apontadas, a Rosa+Cruz é tomada como emblema místico da Geração pelo Amor, predicado de Sentimento afim ao Mundo das Emoções ou Astral assinalado no Tarot pelo Arcano XVIII, A Lua (planeta “feminino” das libações e gerações), a que causalmente se encadeia o 18.º Grau de Príncipe Rosacruz na Maçonaria Escocesa (1+8 = 9, número cabalístico da Geração Humana sob o auspício da mesma Lua, o que é deveras significativo). Também por isto a Iniciação Rosacruciana é sobretudo de natureza Astral, logo, depende do desenvolvimento dos sidhis ou faculdades psíquicas, sobretudo da capacidade de desdobramento psicofísico, ou seja, da alma desligar-se temporariamente do corpo conscientemente, para investir-se nos conhecimentos afins a essa Região do Kama-Loka e quem nela habita, mas que sem um Guia ou Ser de Hierarquia Superior pode redundar em tremendas aflições psicológicas e afectações sexuais, por esse ser um Mundo de imagens preconcebidas com as consequentes ilusões que de tão vivas que são geram verdadeiras possessões. Contudo, o verdadeiro Rosacruz ou Adepto Perfeito vai muito além desse Mundo da “Grande Maya” e penetra mesmo o Astral Cósmico (Kama-Fohat), onde habitam os Logos Planetários de cuja Essência participa conscientemente, Plano esse que se reflecte no Astral interiorizado da Terra que é o Mundo de Duat, este donde promanam para a superfície os 5 Alentos ou Hálitos Vitais (Tatvas) entretanto recebidos da constelação do Cruzeiro, e filtrados pelo obelisco sagrado em lugar igualmente sagrado.

Pushkara

Segundo as Revelações do Venerável Mestre JHS em seu Livro Síntese, os três supraditos centros cósmicos de Orion – Cruzeiro – Sirius importam ao mistério particular do obelisco e geral da Evolução Planetária por sua relação aos Três Tronos ou Logos por sua vez representados por outros tantos centros planetários, como sejam:

L7

Pois bem, em Carta-Revelação de 11.11.1951, com o título Continuação do mistério das 3 constelações que mais de perto nos interessam, o Mestre revelou:

“ORION, também chamado de ESPÍRITO DE BRAHMA, o Seu próprio reflexo para todos os efeitos, mesmo que visto de baixo do seguinte modo:

l1“O seu valor cabalístico e LINEAR (antes dito, supralinear) é o seguinte:

l2

“Idêntico em valor ao CRUZEIRO DO SUL, mas não em função, nem mesmo em posição celeste. Sim, porque o Cruzeiro do Sul com o valor de 5, oculta mais dois, porque Um vale por 3, que com mais quatro é igual a 7. Senão, vejamos:

l3

“Presentemente com a inclinação conhecida, hoje mais 5 graus e não apenas os 23º da catástrofe atlante. Desse modo, com 28 graus de inclinação. Já foi dito que o valor geométrico do Cruzeiro do Sul é igual ao da PIRÂMIDE:

clip

“Com outras palavras, numa posição celeste diferente da de ORION, o seu valor cabalístico é o do mesmo SETE da de ORION. Função governamental da 4.ª Cadeia pela 5.ª, esta equivalendo por 3 segundo o mistério de AKBEL – ASHIM – BELOI, ou os Dois Ashins e mais AKBEL ou ASHIM 1.º, como representação do Pai no Primogénito em Três. O Cruzeiro do Sul também é chamado de ALMA DE BRAHMA ou VISHNU, embora que com a DUPLA FACE de VISHNU e SHIVA no respectivo Plano, mas em função, representação, etc., com TRÍPLICE FACE: AKBEL como BRAHMA, e os Dois Ashins ou ASWINS respectivamente como VISHNU e SHIVA. Em Orion, Eles apresentam-se os 3 no meio e o quaternário em volta, o que não difere dos 4 braços da Cruz do Cruzeiro.

“Modificam-se os traços ou linhas, devido às distâncias e às posições, mas fica o valor representativo da figura.”

L6Prossegue o Venerável Mestre JHS na mesma Carta-Revelação:

“Quanto a SIRIUS, ou Cão Maior, como CORPO DE BRAHMA ou SHIVA (Akdorge, por exemplo, Avatara seu, do mesmo modo que o é AKTALAYA) visto de outro ponto é a própria ÁRVORE DA VIDA, de cujo madeiro, alegoricamente falando, surgiu tanto a Roda como a Cruz onde o CHRISTOS foi crucificado, ROSACRUZ ou RODA, a CRUZ do Pramantha, etc. Não é Akbel o seu timoneiro como CHAKRAVARTI?

“Sirius está linearmente representado deste modo com 8 estrelas:

l4“A Tríade figurando em ambas as constelações, na presente serve de ponta de seta (do Sagitário de Júpiter, etc.) para um Ternário Maior de estrelas em direcção à Terra, ou apontando que “os seres desse lugar devem lutar para ganhar a Tríade Superior, a Mónada, a Consciência, etc.” Isto quanto ao que se vê, porque, em verdade, o que não se vê é que é o verdadeiro.

“ CÃO, KALEB ou KALIB, KALIBA, etc. (que faz lembrar Kabira ou Kumara), fala bem alto da origem animal dos seres da Terra dirigidos por deuses dessas natureza, os quais passaram para a Cadeia imediata como deuses humanizados, mas… embrionariamente, animais-deuses.

“Há muito para meditar-se sobre a nossa Cadeia e a sua administração forçada, ou de saque contra o Futuro, isto é, servindo-se de TAURUS. Tal mistério aí se acha e Bey Al Bordi chamou a atenção da Venerável Coluna J aconselhando-a a colocar-se diante do Zodíaco e pensar sobre os signos inferiores do círculo, que são GEMINIS, LIBRA ou Balança e SCORPIO. Mercúrio, Vénus e Marte… E com isso ele dizia muita coisa.

“Deus está no Trono em Orion. Deus está no Carro em ZIAT ou Cruzeiro do Sul. Deus está na Terra, ou crucificado, martirizado, etc. E isso porque os homens são mais que animalizados… que o diga a constelação de Sirius, que recebe em seus braços os Avataras que lhe vêm de cima, do Berço Celeste, depois da sua Origem Solar do centro do Sistema.”

Orion, Cruz, Sirius

No mais, Orion ou Zainat representa o 1.º Trono, a Vontade imanente do Eterno. O Cruzeiro do Sul, Cruziat, Ziat ou Zait representa o 2.º Trono, ou seja, essa mesma Vontade reflectindo-se no Universo através do Tetragramaton ou os 5 Tatvas do mesmo Ziat. E Sirius (Estrela Polar) ou Kaliba representa o 3.º Trono ou Terra, como Sol Marciano fixando a Vontade do Eterno no Espaço Com Limites que é o mesmo Universo onde um e todos evoluem.

Na sua Carta-Revelação de 17.06.1951, JHS diz ainda:

“Dizer-se que certas tradições dão o CENTAURO como o mesmo CRUZEIRO DO SUL, não deixa de ter uma certa razão, porque é como se disséssemos que do primeiro nasceu o segundo. Alegoricamente falando, daquele forma esfingética cósmica, que é ainda o CENTAURO, nasceu a CRUZ redentora do Sexo: Rosa e Cruz do SEGUNDO TRONO, com o nome mais conhecido e sublime de ZIAT (ou ZAIT).

“O Centauro, ligado ao Cruzeiro do Sul, surgiu nos meados da 3.ª Raça-Mãe Lemuriana, como prova a Esfinge. O Eterno é o Leão, a Águia, o Boi ou a Vaca, tanto vale. O Anjo ou Mulher é a Virgem Universal, etc. A Esfinge diante de Akbel é 4 mais 1 igual a 5, mais 2 igual a 7, mais 1 igual a 8, e os homens (dessa época) metade animais ou TOUROS, CENTAUROS ou MENTAUROS, etc.”

A constelação do Centauro ou Sagitário – causalmente a mesma que auspicia a Península Ibérica e o seu planeta Júpiter a Portugal, consequentemente ligando-se todos estes mistérios à História Oculta do nosso País e da Ibéria por extenso – agiu sobre a formação e acção da Esfinge no início da 3.ª Raça-Mãe e levou à geração dos 7 Kumaras Primordiais. Haja vista os 4 Animais da Esfinge que com ela mesma são 5, havendo mais 2 ocultos perfazendo total de 7, mesmo sendo ela o 8.º. Da Esfinge (constelação do Centauro) nasceram os 7 Kumaras expressos na constelação do Cruzeiro do Sul, fluindo os 2 últimos pelo 5.º e este pelos 4 manifestados ou formais, também tendo em vista os 5+2 Tatvas). Daí BAAL-BEY (“Deus-Homem”), Senhor da Agharta e 1.º Buda Vivo do Ocidente que é o mesmo ZIAT-RAMUNI atlante (“Essência Mística do Sol”), como reflexo andrógino do 2.º Trono (ao lado de sua contraparte BAAL-MIRAH) ter tido na Esfinge a sua primeira manifestação na Terra. Donde também ter a sua manifestação flogística, pneumática ou estátua que fala nos 7 Templos centrais de Agharta, tendo por síntese o seu corpo fluídico (8.º) no Caijah, 8.ª Cidade do Mundo de Duat, como síntese da Evolução Planetária até ao presente momento e que é conhecido como Deva-Mundi. Pelo que se vê, a constelação do Cruzeiro do Sul e a do Centauro são complementares. O mesmo mistério expresso na Esfinge (Centauro) e na Grande Pirâmide (Cruzeiro) do Egipto. Quanto aos Centauros ou Mentaurus, são os mesmos Manasaputras criados pelos Kumaras na Raça Lemuriana.

Centauro

Corrobora o parágrafo anterior a Carta-Revelação de 11.11.1951, com o título Palavras necessárias, onde o Venerável Mestre JHS diz:

“Já é sabido é sabido que a CONSTELAÇÃO DO CRUZEIRO tem o nome de ZIAT (o Deus da Cruz, em vez do Deus Poderoso que é ZAIN) e é ELE quem regula os TATVAS, como reflexo do 2.º Trono em relação à Terra.

“No centro está AKBEL. E em cada extremidade da Cruz um dos 4 Maharajas. Assim, AKBEL é como se disséssemos o Deus do ÉTER; DRITARASTHRA, o Deus do AR; VIRUDAKA, o Deus do FOGO; VIRUPAKSHA, o Deus da ÁGUA; e VAISVARANA, o Deus da TERRA ou Matéria. Com outras palavras já conhecidas, Deus do Akasha, Deus de Vayu, Deus de Tejas, Deus de Apas, Deus de Pritivi.

“A catástrofe atlante concorrendo para o desvio da Terra do seu eixo primitivo, concorreu para a constelação de ZIAT tomar a posição onde desde então se acha. O seu antigo lugar é a Loka de Luzbel, mais conhecida como “Saco de Carvão”. Donde ser chamado na Agharta de BETUZA, o “Deus apagado”. Betuza ou Bituza, tanto vale.

“Quanto ao TETRAGRAMATON (o Pentalfa), possui a seguinte expressão:

l5 - Cópia

Há a palavra sagrada KAKIM de origem sânscrita com que se designam os Três Tronos ou Logos assinalados nas supraditas constelações. Segundo o Livro Síntese de JHS, Kakim designa a Manifestação Universal e decompõe-se em três termos afins aos mesmos constelados, como sejam:

KIM – 1.º LOGOS – ZAINAT (ORION)

AK    – 2.º LOGOS – ZIAT (CRUZEIRO)

KA    – 3.º LOGOS – KALIBA (SIRIUS)

Orion e o Cruzeiro consignam-se os Portais Celestes sobre o equador galáctico, isto é, na intersecção do plano galáctico e da esfera celeste, ficando assinalados pelo Trópico de Câncer (Porta por onde as almas vêm à Terra – Pitri-Yana) e o Trópico de Capris (porta por onde as almas sobem ao Céu – Deva-Yana), com Ziat de permeio a ambos.

A Porta de Zainat (BADRAKIM) é a primeira a abrir e a última a fechar, enquanto a Porta de Ziat (BADRAK) é a primeira a fechar e a última a abrir. Abaixo delas, em guisa de Chave (de PUSHKARA), fica Kaliba servindo de ponto de intersecção entre aquelas e o ponto bindú do obelisco sagrado. Por esta razão as suas faces são de cor amarela assinalando a energia centrífuga (Satva) do Pai (Zain), que como Imanifesto é Zainat planetariamente manifestado como Mercúrio (Budha). Já a base é de cor azul, a mesma de Ziat por que se manifesta a energia rítmica ou equilibrante (Rajas) da Mãe (Zione) assinalada em Vénus (Shukra). Sirius, Sothis ou Kaliba fica indicado pelo próprio objecto destinado a farol espiritual dos peregrinos da vida no caminho para o Templo da Verdadeira Iniciação.

DSCI0583

Também por esse motivo, as medidas canónicas do obelisco sagrado da TEURGIA relacionam-se a Zain-Zione, como sejam: 70 cm de altura assinalando os 7 Planos da Evolução Universal (Zainat), e 32 cm (3+2 = 5) na base marcando a manifestação dos 5 Elementos Universais (Ziat), animadores da Vida e da Consciência neste palco cénico que é a Face da Terra onde um e todos evoluem sob a luz brilhante de Kaliba no horizonte apontando os Portais do Céu, tal qual o obelisco aponta os Portais do Templo.

Sim, como diz JHS “tudo o que se faz pela Obra e nela deve ser feito dentro da Lei”, e assim mesmo acontece neste particular com o obelisco da Teurgia Portuguesa, induzindo às mais atrevidas e certeiras intuições que levam a levantar o véu cerúleo de Ísis e perscrutar os Mistérios do Céu revelados na Terra por quanto de grandioso e sublime se oculta nela. Céu – Terra – Agharta. Confere.

Assim mesmo também confere com tudo o dito a Profecia da Grande Pirâmide que o Professor Henrique José de Souza traduziu e revelou e agora ofereço ao respeitável leitor em guisa de desfecho:

Desde os céus de há muito estava escrito,

E a Pirâmide que o mesmo subscreve

Não ocultou ao mundo o manuscrito

Que falava de dois Seres muito em breve…

*

Fê-lo com o rigor da matemática

Um amigo de Ptah, seu sacerdote,

Que, aliando a Magia à Pragmática,

Cedeu ao mundo o incomparável dote.

E, desta sorte:

“Veio o tempo, veio a vida, veio a morte”!…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Anúncios