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Loures, 23.08.2011 / 14.11.2011

Passado cerca de um mês do cidadão Nuno Manuel Ferreira Gonçalves ter vindo bater com violência à porta de minha casa, desgrenhado, encurvado e vestido de branco sujo, com ameaças de “eu não gostar de vê-lo novamente e prometer-me lambadas”, fiquei calado fitando-o e esperando o que viria a seguir… Teria sido uma grande complicação social para a minha pessoa e o bom nome da Comunidade Teúrgica Portuguesa se tivesse reagido com violência verbal e física a esse cidadão, mesmo estando no meu pleno direito alegando perante a lei ataque físico e tentativa de assalto. Sim, eu estaria no meu pleno direito se tivesse reagido ante o agressor e assaltante. Mas não o fiz, limitei-me a fitá-lo e a esperar que concretizasse as suas ameaças. Falou, falou, falou e acabou entregando-me um envelope com uma redacção de 5 páginas, tendo o título “manas taijasi + associação cultural espiritualista” e o subtítulo, “processo ctp”. Por piedade para com o pobre infeliz de personalidade truncada sobre si mesma (reinventando-se constantemente por sucessivos pseudónimos na maior «explosão» de fantasia e duplicidade: Incognitus Fraternus, Nuno Allan, Lex Abyssus, talvez algum seu associado, Paccis de Profundis, talvez a sua nova companhia feminina, etc., etc.), aceitei o envelope com um “obrigado”.

Li e choquei-me com as fotografias da sua esposa (?) mostrando-a em enorme fragilidade após recente neurocirurgia ainda com o estabilizador em volta da cabeça. Tirar fotografias de uma pessoa recém operada somente para poder usá-las contra outrem, é mais que satânico: revela natureza calculista e oportunista, desnutrida de verdadeiro afecto por quem seja, inclusive, talvez ou certamente, por si mesmo, demonstrativo cabal de personalidade doentia capaz das maiores virulências, e de as maquinar com antecedência matreira. Confesso que chocou-me muito e a quantos mostrei esse texto, cuja página 2 apresenta duas fotografias da sua esposa (?) nesse estado de invalidez. Enviei a ela o texto e fiquei de falar com os pais dela, porque isso não se faz nem em sonhos e só demonstra a maldade de uma pessoa completamente alucinada, que, essa sim, alguém deveria ter a caridade de internar. Se ele gosta tanta da esposa (?) e a defende, então, porque pouco tempo depois dessa operação se separaram? Não confere, “a bota não bate com a perdigota”.

Como disse, tem-se escondido atrás de pseudónimos que só levantam dúvidas e suspeitas na internet que está repleta de gente assim: Nuno Allan, Alex Abyssus, Paccis de Profundis, Incognitus Fraternus, etc., etc., como se Nuno Manuel Ferreira Gonçalves fosse nome de somenos importância sem brilho nem vida social, estando registado como morador na Rua Agostinho da Silva, n.º 10, 4.º A, Tapada das Mercês, Mem Martins, morada aliás já editada na internet por Informa D&B, informação de empresas, onde aparece a sua “associação” como ele só). Como a Informa D&B proíbe a reprodução, total ou parcial, do relatório da sociedade inventada por esse senhor, essa é a única razão porque não o reproduzo aqui na íntegra, para que se ajuíze do senso ou falta do mesmo demonstrado pelo dito cidadão.

ALLAN

Mas não é proibido por lei indicar o sítio de internet onde está o dito relatório, e assim se possa aquilatar das minhas palavras como verdade ou desaforo:

Dados da MANASTAIJASI-ASSOCIACAO-CULTURAL-ESPIRITUALISTA de …

http://www.infoempresas.com.pt/Empresa

_MANASTAIJASI-ASSOCIAC…Em cache 2

Contactos e informação da empresa MANASTAIJASI-ASSOCIACAO-CULTURAL-ESPIRITUALISTA de MERCÊS. Actividade: Associações culturais e recreativas.

Apresenta 6 pontos de “argumentos baseados em factos verídicos e incontestáveis” (!!!),  usando sempre palavras majestáticas e pomposas fora de contexto nesse texto remastigado gramaticalmente, ou seja, repetitivo nos mesmos termos como manifesta necessidade de afirmação pessoal e impor a sua importância:

No ponto 1, afirma ter tido conduta irrepreensível perante a Comunidade Teúrgica Portuguesa, mas não diz que questionou a própria C.T.P. ainda como membro da mesma, assim mesmo igualmente aos seus membros e membras, um(a) a um(a); chegou a querer angariá-los para o projecto que já tinha em mente e sujeitou-se uma recusa colectiva, sem que eu soubesse. A seguir, por certo procurando pretextos para justificar a pretensão que trazia escondida, veio apontar-me todos os defeitos que entendeu, questionando-me de cima a baixo. Escrevi-lhe uma carta perguntando se pretendia continuar na C.T.P., respondeu-me que “era assunto para se ver”. Expus-lhe a situação melindrosa em que me colocava e deixei alguns conselhos com franco espírito fraternal. Respondeu-me de imediato com agressividade e insistindo que eu era isto e mais aqueloutro, invés de ponderar e perceber que o seu ultimato podia voltar-se contra ele. Voltei a responder numa segunda carta. Levei com resposta ainda pior (tipo: ou respondo já ou rebento). Ficando sem alternativas, restou-me expulsá-lo da C.T.P. evocando os Estatutos da mesma sob pretexto de “pessoa lesiva e lesando a Instituição Teúrgica”. Estou ciente que ele sairia de qualquer forma que fosse a sua, mas as circunstâncias que desencadeou precipitaram os acontecimentos e voltaram-se contra ele, o que de todo, acredito, não esperava, mandão, convencido e prepotente como é, cuja natureza chocou todos que o conheceram e conhecem.

No ponto 2, diz que fui “impulsionado a doar-lhe as Revelações de JHS”. Não foi isso que aconteceu: certa tarde peguei num caixote contendo material interno e disse-lhe: “Leve e estude para aprofundar e entender o que é a Obra e sobretudo JHS”. Fi-lo num tempo em que confiava nele e porque sabia que andava cheio de dúvidas e incertezas em relação à mesma Obra de JHS, como me confidenciou mais de uma vez. Ante a entrega do caixote, esse cidadão retorquiu: “Vitor, fico-lhe muito agradecido pela confiança depositada em mim. Irei guardar em casa e um dia, se for caso disso, devolverei”. Respondi: “Fique com esse material enquanto for membro da Comunidade Teúrgica Portuguesa”. “Muito obrigado” – “Não tem que agradecer, saiba ser digno dele e dela” (JHS e Obra). Ainda assim, o material policopiado e gravado que levou não está completo, pois nunca lhe coloquei certas passagens importantes com as devidas ilustrações esquemáticas pertinentes aos temas abordados. Agora diz que fui impelido a doar-lhe esse material interno que lhe emprestei. Sim, impelido pelos próprios “Mestres Secretos de Sintra, da Fraternidade de Kurat, que vivem no Mundo Etérico ou Akáshico” (sic) com quem ele priva directamente!!! O mesmo vale para alguns objectos ritualísticos que lhe emprestei para pôr no seu altar privado. Em pouco tempo deslumbrou-se e perdeu a noção da realidade, alucinando e passando a ver taças de fogo (da wicca, comprada numa loja de “new age” no Porto) aqui e espadas cósmicas (comprada numa loja de souvenirs no Jardim Constantino, em Lisboa) acolá, e outros mais devaneios do género, onde a emenda é pior que o soneto. Quando lhe pedi para lançar ao mar a espada que lhe emprestara, recusou fazê-lo, e com isso pagou as consequências da desobediência provocando o aceleramento da situação… É muito cioso das suas coisinhas, muito suas e só suas e de mais ninguém, ademais só ele tendo “coisas extraordinárias, fabulosas” que os outros não têm e só através dele poderão usufruir, se nisso consentir, e por certo acabará por cair na teia de certos dotados de “arte e manha” no elogio calculado dirigido à excitação da sua vaidade até ser só ela a mandar, mesmo travestida de “humildade e incorrupção” (!!!) de que, afinal, ele crê-se o único dotado!!! Como não sabe desta Obra nos seus meandros e pormenores, ignora que o anel e a espada de todo o Tributário (que ele nunca foi, não é e nunca será) são quebrados em determinadas situações que não digo quais. Assim decretou JHS.

No ponto 3, fala da Grã-Cruz que mandei fazer do meu bolso segundo o modelo dado por JHS para a Ordem do Santo Graal. Depus-lhe a Grã-Cruz quando entrou para o serviço da Câmara Interna no respectivo Grau Interno, como é deposta a TODOS(AS) os demais, não só exclusivamente a ele. Mas achou que era por ter feito a partitura do Odissonai da autoria do Professor Henrique José de Souza (JHS), mas que só ele sabe como se faz (pois é músico de baixo e contrabaixo nas horas de labor, e agora também baixo avatara nas horas de recreio), desprezando completamente o facto de eu tê-lo acompanhado nessa construção e instruído nesse sentido. Tive o bom senso de não lhe ter confiado outros elementos didácticos e musicais referentes ao mesmo Odissonai, que os possuo desde 1976, Ritual esse que entre nós, C.T.P., já foi realizado vários milhares de vezes a partir de 1978.

No ponto 4, afirma que ninguém tem o direito de impedi-lo de prestar serviço à Obra do Eterno. Isso é verdade, mas não no meio que hostilizou abertamente ainda era membro, ou seja, a C.T.P., e quanto a pronunciar o chavão “movimento eubiótico universal”, fica por conta da sua auto-desculpa e catarse, pois que tal não existe e sim Sociedades perfeitamente estruturadas e com os seus membros oficialmente aceites, nisto a Sociedade Brasileira de Eubiose (ex-Teosófica) e a Comunidade Teúrgica Portuguesa. Em ambas, há praxis cultural e espiritual socialmente estruturadas, mas não há a desregra nem desordem desse chavão fantasista.

Agora “descobriu” que as monografias dos Graus da C.T.P. estão erradas e que ele as vai emendar (talvez já as tenha «emendado»…), servindo-se de textos de Sebastião Vieira Vidal e de António Castaño Ferreira que fui eu quem lhos cedeu. A respeito de Vidal e Ferreira, também ouviu de mim que o sistema monográfico na Instituição tinha por referência principal esses dois autores, e mais uma vez imita-me (como se já não bastassem a oratória e caligrafia intragáveis, papagueando-me, agora até em vídeo… com frases arrancadas a textos teúrgicos e a um livro, por exemplo de entre muitos, de Charles Leadbeater editado pela “O Pensamento”) como se não tivesse inteligência nem criatividade próprias, o que me assombra. Seja como for, os textos próprios para composição monográfica não lhos emprestei, só mostrei sem que saíssem das minhas mãos.

O ponto 5 é uma extensão do ponto 4 cuja maior valia só está na cabeça do autor que, sozinho, imagina-se rodeado de multidões. O parágrafo é absolutamente delirante revelando soberba paranóica, e como o autor assina a sua “mt+ace” pondo no meio uma cruz (como se vê no cabeçalho da sua redacção) significa o mesmo que epitáfio fúnebre por algo morto ou inexistente desde a concepção pessoal.

O ponto 6 demonstra o narcisismo do autor e a sua cobardia em assumir-se publicamente (escondendo o rosto atrás de uma venda alegando “prezar a sua discrição”), nem que seja como “avatara iluminado” para assim todos o conhecerem, mas por certo temendo consequências familiares e sociais, facto escrito e garantido pelo próprio sob o pseudónimo “manas taijasi”, nuns protocolos que nada têm disso, nem na forma nem no conteúdo, e tão-só um auto-elogio rasgado.

Seguem-se as acusações em 7 pontos. No ponto 1, fala de mim, “auto-nomeado vigilante silencioso”. Não fora mas dentro da Organização, legitimamente na mesma sou o Vigilante Silencioso representando AKBEL, portanto, no topo da Hierarquia Dignitária Teúrgica. Aliás, dei provas disso que o cidadão em causa agora sente na carne e na alma por culpa só dele. Como sabe ele que “fui derrotado pelo Guardião do Umbral”, só porque o admoestei quanto à sua prepotência e mania de quero, posso e mando? Isso pode ser válido na sua vida particular, mas não na Organização Teúrgica que é um colectivo a mandar, e não um só porque, neste caso tem-se a prova declarada, “a vontade de mandar sobe à cabeça e em pouco tempo desabrocha um tiranete ou um tirano”. No caso deste cidadão, não passa de tiranete manifestamente necessitado de ajuda clínica, que as suas atitudes disse me convencem.

No ponto 2, fala por falar sem a mínima percepção ou então, o mais certo, aceitação do que eu pretendi dizer, porque já na altura não admitia que eu fosse mais elevado do que ele, não senhor, isso não podia ser: eu ficava sossegadinho num canto entretido com a História (mesmo que eu nem tenha a 2.ª classe primária!!! Sic) que ele se encarregava da Instituição e da Obra, como me disse mais de uma vez, mandando às urtigas o básico de que o que sabia e sabe comigo aprendeu.

Todo o Templário e Templária sob o Orago AKDORGE a quem é vocacionado o Templo Teúrgico Português, não deixa de estar sob a sua influência e assim ser um espécie de “tulku” ou veículo das Suas vibrações. Outra questão: com efeito, apesar eu de saber preparar a poção alquímica bloqueadora da expansão orgânica do micróbio, digo, microbriano tumor câncer, e por isso a cancerígena Filomena Ruela viveu mais do que estava previsto porque lha dei a beber na Lagoa Azul, Sintra, com a advertência de fugir à “agressividade” do clima e do sol da praia, o que ela não cumpriu e depois faleceu, não tenho poder para curar quem quer que seja dessa doença kármica, ou de outras que não sou curandeiro; o que tenho, sim, são técnicas espagíricas que nunca disse quais eram e como se fazem. Isto esse cidadão nunca soube, porque acreditou sempre que eu lhe contava tudo, para depois me atirar à cara como fez há uns anos atrás e agora repete. Nova questão: se houver um Adepto Jiva (resta saber o que seja este… tal qual a diferença entre Cadeia de Saturno e Ronda Terrestre) algures no Mundo, sem dúvida contacto-o, como já aconteceu e acontece (donde a razão de ser, a principal dentre outras, das minhas inúmeras viagens), e tento pô-lo em contacto com esta Obra Jina, ou seja, a Iniciação JHS ou AKBEL. Os Adeptos humanos são uma coisa e os Assuras humanizados, outra bem diversa. Assim revelou e provou JHS, nomeadamente no seu Livro de Herakles, só para falar em literatura de Mestre Vivo.

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A sua esposa (?) sofria e sofre de esquizofrenia com muito teatro à mistura. Tirando esse facto mais psíquico que somático, repito, “está sã como um pêro”! O facto é que a dita intervenção cirúrgica não veio a resolver problema algum, nem podia porque não há, e os problemas entre o casal mantiveram-se e agudizaram-se até à sua separação pouco tempo depois. A “alma gémea” do Nuno Ferreira fartou-se dele e, por certo, com muita razão.

Seja como for, as fotografias que oportunista ele tirou a ela em estado de convalescença no hospital, é coisa impensável de fazer. Coitada da senhora… Tornar públicas essas fotos servem só para dar má reputação à mesma no mundo dos espectáculos a que quer manter ligação. Mas também a ele, que a maioria já sabe o que “a casa gasta”, isto é, “qual é o feitio do artista”. Realmente Mental Iluminado ou Manas Taijasi não vejo o mínimo nesse cidadão, mas vejo muito mais que mania manha tarada ou de quem se fixa obsessivamente numa impressão com descuro e desprezo para tudo o mais, acredito que com a intenção de sustentar imaginariamente um realce social que vai bem as carências psicossociais da sua personalidade, desta maneira também sendo mania e manha trancafiada ou escondida.

No ponto 3, o delírio é total por parte desse cidadão. Como já referi, diz-se “mandatado pela Fraternidade Jina de Kurat” que lhe afirmou que “desrespeitei o G.O.M.” (Governo Oculto do Mundo) e “a C.T.P. foi imediatamente desactivada irreversivelmente” (esta frase está mal composta, e não fica bem a um “mestre perfeito” escrever mal e falar pior). Ademais, uma série de “quatro ou cinco membros da C.T.P. (os que o repreenderam tentando chamá-lo à razão) estão condenados à morte e vão morrer brevemente”, afirma repetidamente. Lá vem a história de La Fontaine, onde já dizia a raposa cobiçosa dos cachos de uvas no cimo da latada onde não chegava: “Estão verdes, estão verdes…” Trata-se de uma auto-justificação delirante. Tão grande como essa de convidar um membro da C.T.P. para ir a uma zona tenebrosa de Sintra encontrar-se com os Mestres da Luz. Se a zona é tenebrosa, o que tem a ver com a Luz? Não confere. A Fraternidade ou Posto de Sintra é a nossa própria Obra do Eterno na Face da Terra. Isto é válido para todos os demais Postos. Só sente fobias, medos, suores, tremores e terrores na noite quem não está minimamente consolidado consigo mesmo. Seja de dia, seja de noite, a presença dos Mestres Espirituais e dos respectivos Lugares Jinas não suscita temores de espécie alguma, respeito sim, mas não essas coisas tenebrosas produto de mente perturbada. Já agora, Sintra não reserva qualquer “Fraternidade de Kurat”, porque Sintra e Kurat são a mesma coisa geograficamente, só diferindo uma etimologia actual de outra do Período Quaternário que aparece nas escrituras orientais e até ocidentais da Idade Média.

Também as autoridades do Parque do Palácio Nacional da Pena já foram avisadas por mim quanto a esse cidadão que costuma saltar o muro junto a Santa Eufêmia. A polícia já sabe e os vigilantes também. Quando for apanhado, ele que coaja as forças da ordem e da lei dizendo-se do G.O.M.!!!

Nos restantes pontos, do 4 ao 7, esse cidadão prossegue a sua faina de maledicência por orgulho próprio ferido, escondendo-se em pseudónimos para dar ouvidos por e-mail ou no facebook a alguns dos meus inimigos gratuitos desde há muitos anos, como sei de fonte certa. Poderia contar muitas histórias ocorridas com esses e outros que tais, mas de que valeria isso? Só para ficar a saber e usar as minhas palavras a-posteriori? Bem que avisei na época esse cidadão Nuno Ferreira que “lá fora (da C.T.P.) chove”, e agora ele anda à chuva… sujeitando-se às represálias daqueles com quem lida e engana com os seus pseudónimos. Esses já não são o Vitor Manuel Adrião nem a C.T.P., e por certo não terão o mínimo pudor em exercer represálias saindo do espaço virtual para o real bem físico. Mas, é como diz o povo: quem semeias ventos colhe tempestades.

Os dois e-mails que me atribui, com um vernáculo permanente, foram para obrigá-lo a sair do anonimato. Não saiu, excepto escapar de um pseudónimo ou figura fictícia para assumir-se noutra, e noutra… num extraordinário exercício de dupla e mais personalidades num manifesto desajuste patológico e social, o que me leva à auto-interrogação anedótica: O que faz uma pessoa com dupla e mais personalidades? Resposta: Funda uma associação!

Finalmente, o Código Civil Português, muito menos o Código Penal Português, não contempla a denúncia da pessoa real de alguém que se esconda no anonimato no espaço cibernáutico, desde que essa denúncia não seja acompanhada de ofensas morais à pessoa do acusado e seus familiares, o que não foi o caso da denúncia postada na página virtual Lusophia – C.T.P. no facebook, e tudo quanto se escreveu e denunciou nessa curta mensagem pode ser provado completamente.

A redacção desse cidadão Nuno Ferreira nem minimamente se parece com um “processo legal” (será que agora também é advogado?! Mais uma imitação do que viu eu fazer… e agora já fica a saber que os Códigos Civil e Penal são diversos, decerto motivo para começar uma nova imitação), mas em tudo revela a sua natureza esquizofrénica e até, em muitas partes, absolutamente delirantes, de soberba paranóica, como se diz em boa linguagem psiquiátrica.

Não me arrependo do bem que fiz a esse senhor, tanto ao nível espiritual como também pessoal e familiar. Sinto-me aliviado por saber que o seu filho tem quem cuide dele e com verdadeiro amor, não esse fingido com palavras rebuscadas aos dicionários que comprou depois de ver na minha secretária vários dicionários, inclusive de latim, que uso como ferramentas de trabalho.

Imita-me em tudo, literalmente em tudo. Assim mesmo até o símbolo que adoptou para a sua “manas taijasi”, no qual postou o nome por cima depois de eu adverti-lo que um certo cibernauta brasileiro estava usando-o com seu. Coitado deste cidadão… voto que um dia se encontre verdadeiramente e recupere a saúde e a felicidade que lançou a perder.

Segue esta presente para o destino público que lhe entendo dar.

Vitor Manuel Adrião

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